Novas experiências
gastronómicas
1 - No outro dia, vendo esta fruta no
supermercado de produtos essencialmente asiáticos, e, encontrando alguém (sorte
minha!) que me explicasse num inglês entendível (aos meus ouvidos ) como
deveria ser consumida, comprei uma peça apenas. Origem: Tailândia.
Em inglês chama-se soursop e o google informa-me
que em português é conhecida por graviola.
A foto pode indicar falta de fotogenia por parte
da graviola.
Não. Problema exclusivo da fotógrafa!
2. Já
tenho cozinhado com todas as qualidades de abóboras menos esta que se encontra sempre
ao lado de todas as outras. Por razões que vão além da minha compreensão, nunca
tinha comprado uma abóbora esparguete!
Cortei-a ao meio, coloquei-a no forno, desfiei-a
com um garfo,
e aqui está em filamentos – tal como a esparguete – e que pode
acompanhar carne ou peixe, ou pode ser misturada com tudo aquilo que a nossa
criatividade nos permitir.
: )

Esta não dá para fazer trick or treat :)))
ResponderEliminarAhahahah... pois não!
EliminarSão atribuídas à graviola propriedades anticancerígenas.
ResponderEliminarParece ser do mesmo género da anona que eu adoro.
Mais parecem fios de ovos do que esparguete!
Filamentosa, temos por cá a abóbora chila, mas sem carotenos.
Não me admira que essa seja obtida por cruzamento de espécies.
As sementes são preciosas porque contém muitos sais minerais e óleo ómega 3.
~ ~ ~ Beijinhos ~ ~ ~
O google é uma grande fonte de informação! : )
EliminarA minha mãe costumava fazer doce de gila e pelo que me recordo a cor é diferente e os filamentos não são tão espessos como os da abóbora esparguete.
Bjos
Em cor a abóbora ganha à graviola e em paladar?
ResponderEliminar:)
Os dois paladares agradam-me imenso mas se tivesse que escolher entre as duas , escolheria a graviola! : )
EliminarA abóbora tem muitas vitaminas e deveria ser mais usada na nossa culinária
ResponderEliminarE parece que não tem um alto valor calórico. As abóboras são muito consumidas por aqui em sopas ou puré para acompanhamento de carne.
EliminarOi, Catarina!
ResponderEliminarLá no sítio tem um pé de graviola: ela está pronta ao meio do verão (agora). Por ser azedinha, ninguém come, nem as vacas... então a safra se perde, caída por volta do pé.
Preferimos a fruta do conde, ou nona ou pinha, que apesar de não ser ácida, também não é tão doce.
Temos a atemoia, contudo é enjoativa, de tanto açúcar... a mais gostosa de todas é o araticum, bem amarelinho, que nasce espontaneamente à beira das capoeiras.
O marolo também é nativo, marrom e cascudo, porém mais raro. Seu odor é forte demais, irrita nosso olfato.
Beijitos.
Não conheço esses frutos. Pesquisei no google. Gostava de provar!
EliminarComo estou na fase da experimentação, se os encontrar nos supermercados mais exóticos, compro-os.
Obrigada, Cristina! Gosto de conhecer “coisas” novas! : )
Não conheço nem a graviola nem a abóbora esparguete mas ontem fiz sopa de abóbora que ficou deliciosa!
ResponderEliminarAbraço
Tb gosto muito de sopa de abóbora de qualquer qualidade.
EliminarAbraço
Um prato de esparguete que não engorda!... Fantástico!
ResponderEliminarDa graviola nunca tinha ouvido falar
Esta abóbora vai ser uma “constante” aqui em casa, precisamente pelo sabor e pelo baixo valor calórico!
EliminarPensei que essa abóbora-esparguete pudesse ser igual à nossa abóbora-gila, mas pelos comentários anteriores presumo que estou errada, não?
ResponderEliminarO formato e a cor são diferentes. Os filamentos desta são mais espessos que os da gila, se a memória não me falha! : )
EliminarPor falares em agridoce, lembro-me dos anos largos em que cometi a tolice de nem sequer provar o tradicional prato chinês de porco agridoce, que adoro ....mas que agora foi adulterado pelos próprios restaurantes e eu nunca mais consegui encontrar, buááa´´
ResponderEliminarKiss
Tb gosto. Aliás, gosto praticamente de todos os pratos asiáticos... aqueles que encontro nesta cidade.
Eliminar: )
Catarina gosto muito da graviola, tenho uma receita de sorvete e pudim de graviola. Deliciosos.A abóbora espaguette já tinha ouvido falar, mas nunca usei. Tenho uma curiosidade enorme de provar a tão famosa Chila. Beijocas
ResponderEliminarFalei hoje com uma colega de origem peruana que me disse como deliciosos são os sumos e os gelados feitos com esta fruta a que ela chama guanábana
EliminarAdoro anonas, dizem que graviola é muito parecido em termos de sabor, não sei se já comi, mas se é parecida com a anona...
ResponderEliminarA abobora acho que nunca a vi cá, mas vou procurar...acho que vou gostar da tua "receita" :)
Beijinho :)
Fazendo uma pesquisa mais apronfudada sobre esta graviola, parece que em “português europeu” se chama anona. Nunca a vi nem comi em Portugal. Ou é a mesma fruta ou será semelhante.
EliminarBjos : )
E isso que ficou no prato (última foto) está morto ?! :))) Sabe a abóbora não é ?
ResponderEliminarEu costumava vir aqui salivar um bocado, mas graviolas e abóboras não são o meu forte !
Admiro, no entanto, os teus "posts" sobre alimentação. São muito bons e elucidativos !
Eu comi-a simples e a que restou juntei a uma salada com “montes” de ingredientes e gostei da combinação! : )
EliminarÀ primeira pensei que fosse anona.. Graviola nunca experimentei. E também desconhecia essa abóbora esparguete.
ResponderEliminarGraviola no Brasil e anona em Portugal? Quer uma quer outra, nunca a(s) tinha provado.
EliminarNunca vi nada igual por aqui.... doce de gila eu gosto muito e já não como há muito tempo dizem-me que é dificil de encontrar a abobora-gila, será verdade???
ResponderEliminarEstá a dar-me a fome e não tenho nada de especial para petiscar :(
x
Lembro-me de comer o doce de gila que a minha mãe fazia. Muito doce e muito gulosa! Há anos e anos que não como esta gila!
Eliminar: )
Quando vi a imagem pareceu-me uma anona, que também gosto. Essa gravilola não conheço. Também nunca ouvi falar de abóbora esparguete, apesar de usar muito a abóbora, quando me dedico à culinária...
ResponderEliminarTalvez a graviola tenha o nome de anona em Portugal.
EliminarAbraço : )
Não é a mesma fruta.
EliminarDiferem uma da outra como a toranja difere da laranja.
Bjnhs
Obrigada, Majo.
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