Quando pretendemos passar à fase direcionada ao “minimalismo
relativo” - quer devido a mudanças de casa ou por uma questão de maior
funcionalidade - quais os objetos/recordações que ficam e quais
os que podem ser doados ou descartados?
A minha mãe, nas suas visitas a Portugal ao
longo dos anos, trazia sempre algo como recordação de entre as muitas “recordações”
que ficaram para trás...
Esta é uma delas. A pasta do meu pai.
Um objecto que é essencial para mim nos dias úteis, Catarina
ResponderEliminarNão a pasta do seu pai, a minha, obviamente :))
Tb uso a minha de vez em quando.
EliminarEssa tenho a certeza que não será descartável!
ResponderEliminarPois esta vai ficar. O que estava lá dentro – “a papelada importante” como a minha mãe dizia (hoje já não diz nada : ( ) – foi quase toda triturada. Até recibos do colégio interno que o meu irmão frequentou encontrei. Embora a pasta esteja na minha casa há muitos anos, não me recordo quando a abri pela penúltima vez. : )
EliminarNunca deixaria para trás a pasta do meu pai...contudo não sei onde ela se encontra porque foi a minha irmã que herdou a casa e ainda não mexemos no recheio!
ResponderEliminarFazer mudanças também é uma óptima oportunidade para nos livrarmos de monos! :)
Abraço
Rosa dos Ventos
Já ando nisto – seleção de tralha/monos – desde o início do ano. Aos poucos...
EliminarNunca tive uma pasta dessas, que eu era pelintra.... Mas o meu marido teve uma assim quando entrou para a Escola Comercial. Memories....
ResponderEliminarBeijinhos
Yes... memories! : )
EliminarInfelizmente não tenho uma pasta dessas do meu Pai. Mas tenho alguns objectos que mo trazem à memória. Eu tive uma pasta dessas !
ResponderEliminarPara além de fotos restam apenas alguns (poucos) objetos. O meu pai faleceu ainda nao tinha cinquenta anos.
EliminarLamento :( Morreu novo, infelizmente !
EliminarSim, bastante novo. Com 48 anos. Muitas pessoas achavam-no parecido ao Paul Newman! : )) Eu também!
EliminarO meu pai nunca teve pasta, ele trabalhou numa pedreira e nos altos fornos a fundir aço, mas tenho o prato onde ele comia, também tenho objectos que não consigo desfazer-me deles e o valor sentimental é de tal forma que vão passar para as minhas filhotas.
ResponderEliminarbeijinho e uma flor
Nem sempre os filhos têm “apego” às nossas recordações. São, de uma maneira geral, muito mais práticos.
EliminarEssas malas são lindas e têm um cheiro especial!
ResponderEliminarNão sou de guardar mas tenho algumas recordações do meu pai que me são muito especiais.
xx
Há recordações que não podemos deixar de guardar. Ocupam espaço, não lhe tocamos durante anos e anos mas sabemos que estão ali, guardadas.
EliminarTambém tive uma pasta desse género quando era estudante. :) Tenho sempre muita dificuldade em me desfazer das "coisas" e se me desfaço delas sei que vai haver um dia em que me vou arrepender. Já tem sucedido.
ResponderEliminarRecordo-me de a usar algumas vezes quando andava no sexto ou no sétimo do liceu. Não faço a mínima ideia o que utilizei nos anos seguintes.
EliminarEu não sou apegada as coisas, acredita? E por morar em apartamento nem posso ser, então tudo que tenho em casa parado, dou logo um jeito de doar para quem precisa, prefiro recordar através de fotos, isso tenho bastante!! Bjks
ResponderEliminarEstou a ficar "despegada". Tenho que o ser. : )
EliminarBFDS, Catarina
ResponderEliminarObrigada, Pedro. Para si tb.
EliminarExistem coisas que farão sempre parte de nós. Por mais que o tempo asse elas vão ganhando sempre mais peso e certamente também te vão contagiando.
ResponderEliminarUltimamente tenho descoberto os primeiros cartões de felicitações que os meus filhos me fizeram.
Não há palavras...
Esses postais, trabalhos de arte, exercícios, cadernos, etc tb ocupam muito espaço e deixaram de ter qualquer significado para os filhos. : )
EliminarBonita a pasta do senhor seu Pai, Catarina.
ResponderEliminarBeijinho e bom fim de semana para si e para os seus.
Bom fim de semana, Ricardo. : )
EliminarApenas uma breve informação:
ResponderEliminarEstou a terminar o texto para o meu novo livro, mas ainda se seguem mais trabalhos, que tenho de realizar com alguma celeridade. Quer a editora, quer eu próprio queremos ter a obra pronta antes do Natal, período de compras de prendas, como é sabido. Mas, mesmo assim, creio que durante a semana que amanhã começa (não digo o dia para não falhar…) já voltarei a visitar-te e a comentar. Obrigado pela paciência de me aturar…
Qjs
Boa sorte.
EliminarUma recordação é uma recordação e vale o que vale, muito.
ResponderEliminarBom fim de semana.
Ao longo dos anos acumulamos muitas recordações. Mas em determinada altura temos que nos munir de um sentido prático. : )
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