O segundo livro de Harper Lee, “Go set a watchman”, foi publicado na semana passada ao fim de 55 anos após a publicação do seu primeiro livro, “Mataram a cotovia”.
Segundo as notícias, a autora, de 89 anos, ficou
muito contente por terem encontrado o manuscrito deste livro.
Entretanto, as especulações continuam: como é que um
manuscrito é considerado desaparecido durante anos e anos e vem a ser
encontrado num cofre bancário pertencente à autora quando estão (não sei quem)
a avaliar os seus bens? E estaria ela “em pleno
gozo das suas faculdades mentais” para autorizar a editora a publicar este
livro depois de ter sofrido um AVC e de estar a viver num Lar? Uma escritora que jurou nunca mais escrever outro livro
e que se isolou perante o sucesso do primeiro? É o que muitas pessoas
questionam segundo os media.
Poucos momentos após ter ouvido a notícia, requisitei o livro da biblioteca. Centenas de pessoas tinham já tomado
conhecimento deste grande acontecimento antes de mim. Tinha 900 e tal pessoas à
minha frente.
Confirmei há poucos minutos que há 1453 pessoas na lista de
espera e que eu sou a 882ª.
Vamos aguardar...
Vamos aguardar...

Que história! Não conhecia essa autora. Fiquei com uma enorme vontade de a ler.
ResponderEliminarO filme, “To Kill a Mockingbird” - "Mataram a cotovia" -, baseado neste livro, ganhou o Óscar em 1962. Gregory Peck desempenhou o papel principal. Passou há relativamente pouco tempo na televisão.
EliminarO livro é considerado um clássico da literatura moderna americana.
Vale a pena ler, Luisa.
Não conheço o autor.
ResponderEliminarFico com curiosidade.
Bom fim de semana.
Eu diria que o Observador já ouviu falar no livro embora não se recorde do nome da escritora. É um clássico e de certo talvez até tivesse visto o filme com Gregory Peck.
EliminarAconselharia a que lesse o primeiro livro, em português, “Mataram a cotovia”.
Vi o filme " mataram a cotovia" tenho uma cunhada professora aposentada que tem o livro, no entanto não relacionava uma coisa com a outra, talvez por ter passado tanto tempo de ter visto o filme.
ResponderEliminarA minha cunhada aqui sentada ao meu lado, diz que do novo romance estavam previstas impressas dois milhões de cópias.
Beijinho e bom fim de semana
Este novo livro foi o mais vendido na terça-feira passada, batendo o record de outros livros de grande sucesso. As vendas de “Mataram a cotovia” aumentaram bastante tb.
EliminarParece que as pessoas estão curiosas e talvez não gostem de como o herói do primeiro livro, o advogado Atticus, vai ser interpretado neste novo livro. Dizem alguns que, afinal, é uma figura racista o que não se coaduna com as características que nos levaram a “amar” esta personagem. : )
Bjos
Foram exatamente essas questões que eu li aqui no Le Monde! Eu li o livro "Don't kill the mockingbird" há muito, gostei imenso! Daqui a algum tempo site novo romance já baixou mt preço par o kindle e então comprá-lo-ei.
ResponderEliminarJá agora, Catarina, encontrei aqui m França a mangueira extensível de que me falou!
Acabei de chegar de um centro comercial e passei pela livraria. Lá estava o livro de capa dura a $25.00. Tenho sempre tantos livros para ler que não me importo de esperar por este através da biblioteca.
EliminarComprou, então, a mangueira?! Quando regressar a Portugal diga-me se gosta.
Continuação de boas férias, Dalma.
Pois, nós por cá ainda vamos esperar mais um bocadinho, que o livro seja traduzido e tal. Mas também quero ler.
ResponderEliminarSe a autora mudou de ideias àcerca de publicar o livro, tanto melhor para os leitores. E qualquer altura é boa para mudar de ideias, né?
Beijocas
Pelo que tenho lido, não levantam a hipótese de a autora ter mudado de ideias, mas sim se ela teria a capacidade de tomar tal decisão atendendo ao seu estado de saúde e se alguém tomou esta decisão em seu nome.
EliminarTb estou com curiosidade em ler o livro.
Bjos : )
Gostei muito de "Não matem a cotovia" título na edição da Europa-América que era o que tinha em casa, por isso, decidi que queria ler este segundo livro (até agora ainda não o encontrei)
ResponderEliminarAs críticas não têm sido nada favoráveis.
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