Visita ao Spadina Museum
Spadina House - Palacete de estilo vitoriano e
eduardino adquirido por James Austin em 1866, localizado na zona mais rica de
Toronto nesta época e onde viveram três gerações da família Austin.
A moradia
seria doada ao município de Toronto depois da morte de uma das netas de James
Austin em 1982.
O palacete abriu como museu em 1984.
Quarto
do casal
Walk-in closet
Quarto
de uma das empregadas com uma vista fabulosa!
Casa do chauffeur ao fundo
A ideia de recuperar uma moradia familiar e convertê-la em museu fez-me recordar Barcelona.
ResponderEliminarMaravilha!
Boa semana
Recuperar é tão dispendioso que os proprietários optam por doar. Creio que foi o caso.
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volto à noite Catarina rever esses interiores que parecem de rica decoração!
ResponderEliminarabraços
Angela
Ok... te espero! : )
EliminarSempre passeando em sítios diferentes e bonitos. Beijos.
ResponderEliminarSim, sempre a passear quando as oportunidades surgem... : )
EliminarUma excelente ideia a de recuperar palácios, palacetes ou velhas moradias para converter em museus, uma forma de não deixar degradar as casas.
ResponderEliminarUm abraço e boa semana.
Se os proprietários não podem recuperar por questões financeiras, as municipalidades responsabilizam-se pelas recuperações.
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Ui, tem mesmo ar de museu,com esse mobiliário tão antigo, escuro e algo deprimente. Gostei da salinha da cadeira de baloiço, que é mais alegre,com tantas flores e luz. E o closet também era capaz de dar jeito! :)
ResponderEliminarBeijocas
Algumas fotos saíram um pouco escuras. Os corredores tb não estavam muito iluminados, é verdade.
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Acabada a gastronomia, seguimos para o antiquário.
ResponderEliminarBoa semana.
... para depois voltar para a gastronomia...
EliminarBonito museu para se visitar e bonita reportagem, Catarina. Eu ficava satisfeito com a casa do motorista :-)
ResponderEliminarFoi exatamente o que pensei. Quero a casa do chauffeur! : )
EliminarUm local maravilhoso. Quantas histórias não guardará?...
ResponderEliminarBonitas e demonstrativas fotos!
Boa semana Catarina!
Há muitíssimas informações sobre estas famílias porque anotavam tudo. Onde compravam o quê e os respetivos preços. Tb anotavam as despesas relacionadas com os empregados: medicamentos, estadias nos hospitais; eram tão generosos que lhes pagavam tb o salário enquanto continuavam a residir no palacete e a serem cuidados devidamente; tinham emprego garantido.
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Adoro museus, Catarina! Viajamos no tempo...
ResponderEliminarAté o quarto de empregada tem seus encantos - a cama é linda!
No Brasil, essa cultura é pequena. Aqui no interior há tão poucos, esparços em algumas cidades!
E a maioria não abre aos domingos. Ficam jogados às traças durante a semana e fechados quando temos tempo livre.
Uma semana tranquila procê!
Como esta é uma grande cidade, há muito turismo, e os residentes interessam-se por tudo o que é cultura, os horários permitem visitas todos os dias (este, excecionalmente, fecha à segunda-feira).
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Sumptuoso!
ResponderEliminarAs tuas magníficas fotos "falam"!
Beijinhos.
: )
EliminarObrigada!
A salinha das plantas é a minha preferida, pela luz e pela leveza de estilo.
ResponderEliminarA recuperação da casa para museu é uma excelente ideia.
Em Lisboa nestes últimos anos vários palacetes foram recuperados e adaptados em que cada sala é uma loja, estão muito giros.
bjs
Esta salinha das plantas tem uma vista muito bonita. E muito mais bonita na primavera. No chão de madeira, a um canto da sala, há um alçapão que o jardineiro utilizava para subir até à sala e regar as plantas, sem incomodar ninguém.
EliminarNa casa de jantar, há uma espécie de botão no chão, perto da cadeira onde a “dona da casa” se sentava, que ela carregava com o pé para chamar as empregadas que serviam à mesa. Os convidados nunca se apercebiam que na cozinha havia uma campainha a tocar... Foi considerada uma grande anfitriã. Os convidados nunca tinham um copo vazio, por exemplo! : )
Obrigada por nos guiares em visitas bem interessantes. Até a casa do chauffeur parece toda catita. :)
ResponderEliminarDe fora, essa casa pareceu-me uma linda moradia! : )
EliminarGosto Casa.museu...ficamos a conhecer melhor quem lá viveu
ResponderEliminarBeijufas
Os museus estão tão bem organizados e são tão atraentes que se tornaram muito mais interessantes que no passado.
EliminarLindo de mais!! Adoro visitar palácio e palacetes. Obrigada. Gostei mesmo muito.
ResponderEliminarBeijinhos bem culturais...
Quando visitava uma cidade nova – principalmente na Europa – visitava todos os castelos e muitas igrejas. : )
EliminarAqui não temos castelos. O que se parece mais com um castelo é a Casa Loma. E as igrejas são mais modernas e eu prefiro as muito antigas!! : )
Mas que luxo, que sumptuosidade, que bela Mansão/Museu, Catarina!
ResponderEliminarParece quase o Palácio da Pena em Sintra, mas com muito mais comodidades. A primeira foto fez-me lembrar a sala da Casa/Museu da nossa Amália Rodrigues, esta mais modesta, claro!
Fiquei aqui a pensar porque seria que o motorista tinha uma habitação à parte e não dentro do Palacete, como o resto do pessoal.
Engraçado como essa forma afrancesada de escreveres chofer/motorista, me fez lembrar de um livro que li há muitos, muitos anos. Ainda estava na pré-adolescência e não me lembro bem como lá foi parar a casa. Acho que alguém o emprestou à minha irmã.
Chamava-se "John Chauffeur Russo" !! Lembro-me de o ter lido às escondidas!! :)
Gostei muito desta visita ao Palacete da aristocrática família Austin, que como é costume acaba sempre por ruir à terceira geração. :)
Beijinhos
Neste caso, creio que não foi uma questão de falência. A guia disse-nos que as instalações elétricas em 1982 estavam tão desatualizadas que custariam muito mais do que recontruir o palacete. Como também ofereceram ao município de Toronto todos os móveis, quadros, alcativas e decorações, não tinham, de certo, falta de dinheiro.
ResponderEliminar: )
Gosto mais da palavra chauffeur do que chofer ou motorista... neste contexto.
Bjos
Alcatifas... claro!
EliminarGostei especialmente do jardim de Inverno:)
ResponderEliminarBelas fotos!
Nào conheço os jardins no verão, mas dizem-me que são fabulosos e enormes.
EliminarComo seria viver numa casa assim? Gostei muito das fotografias.
ResponderEliminarE eu pergunto como seria viver na Casa Loma no post seguinte? Um castelo, com 98 divisões, que custou mais de 3 milhões e meio de dólares para construir entre 1911 e 1914. Passados 10 anos houve uma grande crise económica, o proprietário perdeu a sua fortuna, e o castelo passou a ser propriedade da municipalidade de Toronto. Uma história triste.
EliminarSe eu tivesse uma máquina do tempo, gostaria de viver no século 17 ou 18, num grande castelo; levaria comigo o meu sistema de aquecimento central. : )
E eu pergunto como seria viver na Casa Loma no post seguinte? Um castelo, com 98 divisões, que custou mais de 3 milhões e meio de dólares para construir entre 1911 e 1914. Passados 10 anos houve uma grande crise económica, o proprietário perdeu a sua fortuna, e o castelo passou a ser propriedade da municipalidade de Toronto. Uma história triste.
EliminarSe eu tivesse uma máquina do tempo, gostaria de viver no século 17 ou 18, num grande castelo; levaria comigo o meu sistema de aquecimento central. : )