segunda-feira, 24 de setembro de 2018


Aproximei-me e as gaivotas debandaram.






Enquanto continuava a minha caminhada e me afastava, elas regressavam ao seu lugar no areal.





Estavam a demonstrar um comportamento territorial... Não as culpo, agora que os humanos não estão a invadir o espaço que pensam ser delas...

8 comentários:

  1. The seagulls have staked out their place and won’t easily give it up, Catarina.

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  2. Catarina, sabe que as gaivotas nalgumas situações estão a ser um caso de saúde pública? Antigamente elas só habitavam as praias litorais alimentando-se de peixes, hoje invadem as cidades e alimentam-se nos caixotes do lixo, nas calçadas das esplanadas... já que se tornaram omnívoras.
    Há uns anos fui a Aberdinne (Escócia) e a cidade era um caos com a sugira-me que elas ocasionavam, não havia parede ou janela que não estivesse borratada de branco! Li há uns tempos que a edilidade resolveu tomar medidas em consequência não só do aspecto da cidade como também da saúde de quem nela habitava. Nesse contexto li que as gaivotas têm no seu intestino uma bactéria imune a qq antibióticos, logo se passada aos humanos a situação é mt grave!
    Essas aí se se contentarem com o peixe que capturam talvez não invadam o território dos humanos!

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  3. Aqui em Sines onde trabalho são quase uma praga e tornaram-se bastante agressivas.
    Um abraço e boa semana.

    Andarilhar
    Dedais de Francisco e Idalisa
    O prazer dos livros

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  4. That's a lot of seagulls in one place!

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  5. I'm not too keen on seagulls, but I like your photographs.

    All the best Jan

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