sexta-feira, 6 de julho de 2018

E por falar em cadeados...





Estes são dois dos meus cadeados. Sei que tenho mais, mas não sei onde os guardei. Tal como a foto mostra, são muito pequenos. Um mais bonito que o outro.

Não, não são cadeados do amor.

Assim como um shih tzu não intimida ninguém, eu estou consciente que o meu cadeado verde (vou usar o verde para sobressair na minha mala de cabine vermelha - cores da bandeira portuguesa!!) não constitui um elemento dissuasor para um “curioso” que possa estar interessado no conteúdo da minha mala. 

Como tenho observado, nas minhas viagens aéreas entre províncias, que o tempo de espera para levantar as malas é praticamente insignificante (em comparação com os voos transatlânticos), vou “converter” a minha bagagem de mão em bagagem de porão (pagando um extra por isso) para viajar ainda mais leve.

Um cadeado fica sempre bem na bagagem de porão!!   Pelo sim, pelo não... : ))

(A lock looks good on checked luggage! Just in case...)  : ))

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Salada marroquina

Do Algarve (gaspacho algarvio) passei para Marrocos (salada marroquina)

Faz ou não faz sentido?! : ))





Arroz preto com batata-doce, alhos com casca (garlic with skin), espargos, brócolos, vagens (sugar snap peas) e tomates cereja assados nos forno e rúcula.


Molho: azeite, taíne e sumo de limão 



A distância entre um local e outro é de apenas 850 km. O que são 850 km comparados com os 4040 km que vou “fazer” neste sábado?!! : )))

E sem sair do país!!




quarta-feira, 4 de julho de 2018

Os cadeados do amor


O único cadeado do amor naquela tarde. Na Arch Bridge, 
Ponte do Arco no Humber Bay Park

A primeira vez que vi uma ponte com cadeados do amor foi em Paris, a Pont des Arts. Milhares e milhares de cadeados (com um peso de cerca de 70 toneladas) que, com o tempo, danificaram a ponte. Retiraram-nos há poucos anos. Agora é proibido, por lei, pendurar cadeados à ponte.

Estória que deu origem, supostamente, a esta prática/tradição.



“A mais antiga estória conhecida sobre os cadeados do amor tem mais de 100 anos e tem origem na cidade de Vrnjacka Banja, Sérvia.

Uma professora local chamada Nada*  apaixonou-se por um oficial sérvio chamado Relja. Depois de declararem o amor um pelo outro e ficarem noivos, Relja vai para a guerra na Grécia. 

Enquanto esteve lá estacionado, apaixonou-se por uma mulher local de Corfu.

Nada e Relja romperam o noivado.

Nada,  destroçada, deixou de ter interesse pela vida. Não comia, não dormia, sentia-se perdida.

Como as jovens da sua cidade natal queriam proteger os seus próprios amores, começaram a escrever os seus nomes com os nomes dos seus namorados em cadeados e a pendurá-los na ponte onde Nada e Relja costumavam encontrar-se.”

*Nada is a proper noun in Serbian. In Portuguese it means "nothing". Sorry, the "translator" can not tell the difference. ; )



terça-feira, 3 de julho de 2018

Dia dedicado ao gaspacho



Gaspacho apresentado em copo como se fosse um smoothie de vegetais – um batido sem leite e sem água.


(tomate maduro, alho, uma pitada de sal (facultativo), pepino, vinagre e orégãos. Poderia ter acrescentado colorau doce para lhe dar uma cor mais avermelhada)

Gaspacho com pão com os mesmos ingredientes. Se quisermos que esta sopa fria seja de baixo teor de hidratos de carbono... não adicionamos pão.



Eu gosto mais com pão, assim é que é o verdadeiro gaspacho algarvio!!


Como “peixe não puxa carroça” nem o gaspacho tampouco, o entrecosto tornou a refeição mais substancial!

Petúnias do meu jardim...















Li que:

“A flor de petúnia simboliza raiva e ressentimento, especialmente quando são oferecidas por alguém com quem você recentemente teve um desacordo acalorado. Elas também podem simbolizar o seu desejo de passar tempo com alguém, porque você acha a sua companhia agradável e pacífica. Segundo algumas fontes, as petúnias também são um símbolo de não perder a esperança.”

Pelo sim, pelo não, vou deixar de oferecer vasos de petúnias!!

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Meditar


Quando voltar a este parque...







também vou tentar meditar sentada nestas pedras, à beira do lago, e entoar este mantra:


om... om...om ... om...



domingo, 1 de julho de 2018