O comentário do Luís Eme onde se referiu aos doces e aos fritos desta época, fez desencadear uma série de recordações, de experiências e até de apetites!...
Ultimamente, tenho-me debruçado apenas sobre os bonitos enfeites natalícios das moradias. Hoje, recordei-me das filhoses (ou filhós?) que a minha avó materna fazia com uma perícia nunca igualada por nenhuma das filhas. A imagem ainda continua muito nítida. Desde a farinha e a água num grande alguidar até ao manuseamento exímio da massa já levedada de forma a sair filhoses redondas como estas:
As fatias douradas ou paridas – conhecidas também por rabanadas – essas já se faziam na casa dos meus pais. De vez em quando também as preparo mas chamo-lhes “french toast”!
E os sonhos de batata doce?
E as broas castelar? Ah! as broas... Estas até me obrigam a fazer um desvio no meu percurso de forma a passar por uma pastelaria portuguesa para as comprar. : )
Nas padarias/pastelarias alemãs os “christstollen” – bolo de Natal – estão a conhecer um período de grande procura; acho-os muito doces.
Os “panettones”, nesta altura, também adquirem o seu lugar de destaque nos supermercados e nas pastelarias italianas.
E, “last but not least”, os bolos rei portugueses que afinal são de origem francesa, do tempo de Luis XIV e que foram,segundo parece, confecionados pela primeira vez em Portugal em 1870.
Alguém falou em dieta?
Todas as imagens foram tiradas da net.
Todas as imagens foram tiradas da net.








Querida Catarina,
ResponderEliminarvenho desejar-lhe, a si e família, um Feliz e Santo Natal e um Bom ano de 2012!
Beijinho,
Ricardo
Saudades das filhoses que nunca mais comi após o falecimento de minha mãe … e que nunca mais comerei iguais.
ResponderEliminarNão conhecia os coscorões e não conhecia o nome de fatias paridas (rabanadas), como não conheço as broas castelar.
Sonhos, não aprecio, não conheço o christstollen.
Aprecio muito o panettone e o bolo rei ou ainda mais o rainha !
Fiquei com fome, mas é hora de almoço ! :)))
Beijinho
.
Na minha zona são as filhoses, os coscorões, as rocas e o bolo-rei!
ResponderEliminarA grande artista das filhoses era a minha sogra, já os coscorões da minha mãe eram uma perfeita delícia!
As rocas são uma versão de coscorões da terra onde nasci e que são uma espécie de renda doce de tal forma são fininhos e quebradiços!
Abraço já quase natalício
Gulosa como sou, gosto de tudo e nesta altura (e nas outras também) nem me lembro de uma palavra "dieta", eheheheh.
ResponderEliminarSorte a minha ser magrinha, ehehehe
beijo
Carlota Pires Dacosta
Estou a ficar cheia de fome... A verdade é que já são mais que horas de almoçar.
ResponderEliminarEm vez do bolo-rei prefiro o bolo-rainha, uma invenção mais recente, com mais frutos secos e sem frutas cristalizadas.
Fartura, diversidade... Alguém falou em crise?
ResponderEliminarCorte lá isso pra metade. Está a viver acima das suas possibilidades.
:))
Com isto tudo onde vamos parar Catarina?
ResponderEliminarSabes amiga e minha filhota ainda fazemos as filhóses de abóbora e as fatias douradas, que aprendi a fazer com a minha sogra, mas as dela eram sempre melhores, existem coisinhas que vou querer passar para os meus netos.
Beijinho e uma flor
Queria dizer eu e minha filhota.
ResponderEliminarDesculpa
Ai que me doeu aqui deste lado!!!
ResponderEliminarO que fazer à minha diabetes?
Bolas!!!
Abraço, Catarina.
Passo as broas Castelar. Em sua substituição colocaria os "velharacos", uma delícia de abóbora e cenoura. Conhece Catarina?
ResponderEliminarCatarina minha amiga quase pensei ter entrado em blog errado kkkkkk. Que delicias encontro aqui, lembro-me muito bem das filhoses, minha mãe fazi-as com perfeição, os coscorões tbém, as rabanadas são um clássico na familia e permanecem na primeira fila das sobremesas,estes sonhos de batata doce muito me interessaram pois adoro-as, vou procurar em algum site com doçarias conventuais, as broas castelares fiz semana passada queria postá-las mas com visitas permanentes até janeiro aqui em casa não deu tempo de lhe tirar umas fotos, panetones perderam a graça depois dessas delicias todas, e dieta? O que é isso??? rsr
ResponderEliminarBjos passe hoje pelo meu bloguito se der.
Ah. O rei da festa, como pude me esquecer dele. Deliciosamente perfeito com todos os frutos secos que adoro. Ah sim acabei de me lembrar o que é dieta!!!! Ora ora
ResponderEliminarHuuuumm! Já sinto o cheiro dos doces e da canela no ar.
ResponderEliminarImagens de tentar um santo.
Desejo um Feliz Natal.
Lídia
Hummm! Coscorões! Rabanadas! Broas castelar... Hummm! Que gulosa sou....
ResponderEliminarBeijinhos doces
:) É melhor deixar a dieta para depois...
ResponderEliminarAmiga bem que eu comia agora um fritinho acompanhado de uma chavena de chá. Passei para desejar um Natal muito Feliz e que o novo ano seja repleto de alegria, saúde, paz e amor. “A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida.” (autor desconhecido)
ResponderEliminarBeijinhos
Maria
Estimada Amiga Catarina,
ResponderEliminarTudo muito apetitoso e lindo.
Ao ver essas fotos me reordei de minhas saudoas, avó materna e tia materna, que era especialista nesse campo da doçaria.
Cá por Macau infelizmente não existe essa goluseima, mas existem outras também óptimas, porém que nada tem a ver com a quadra natalícia.
Abraço amigo
RSM,
ResponderEliminarObrigada. Os meus votos de umas ótimas festas para si e para sua família
Abraço. : )
Rui da Bica,
ResponderEliminarEnquanto estavas com apetite para o almoço, eu estaria a tomar o pequeno-almoço! Não haverá broas castelar na tua zona? Não foi há muitos anos que tomei conhecimento que as rabanadas eram afinal as fatias douradas!
Abraço : )
Rosa dos Ventos,
ResponderEliminarFui ao google e não encontrei rocas, apenas roscas que não têm nada a ver com o que descreves. Encontro, e compro muitas vezes porque não têm muitas calorias, o que aqui chamam “pizzelle” – bolacha redonda, fina e rendilhada.
Como gosto de falar de doces, de pratos regionais... : )
Abraço
Carlota,
ResponderEliminarQue bom, não teres que te preocupar com o peso! Abraço : )
Gi,
ResponderEliminarNão conhecia o bolo-rainha! Nunca vi aqui nas padarias portuguesas. Até preferia esse pois gosto de amêndoas nos bolos especialmente se forem torradas.
Abraço
Rogério,
ResponderEliminarMesmo em tempo de crise, raramente os estabelecimentos que fornecem/vendem alimentos vão à falência!
Abraço
Flor de Jasmim,
ResponderEliminarÉ bom manter e passar as tradições gastronómicas aos nossos filhos. Para isso é necessário saber-se fazer, ter tempo e paciência o que não é o caso de muita gente! : )
Abraço
Observador,
ResponderEliminarAh! É preciso ter cuidado!
Abraço
Carlos,
ResponderEliminarNão conhecia o termo “velharacos”. Fui pesquisar. Parecem-me o que eu chamos “sonhos” que também podem ser feitos de abóbora. Também encontrei o termo “bilharacos”. Serão a mesma coisa
Abraço
Josy,
ResponderEliminar: )))) Como os posts ultimamente se resumem a edifícios e casas.... Não é frequente encontrar coscorões nas padarias portuguesas, pelo menos naquelas que conheço. Compro-os numa pastelaria italiana.
Dieta? É p’ra esquecer por agora! : )
Abraço
Lídia Borges,
ResponderEliminarE como é agradável o cheiro da canela! A canela é até muito saudável. Costumo adicioná-la no iogurte.
Abraço
Carol,
ResponderEliminarPelo Natal vai haver filhoses feitas em casa - ainda há uma mãe de oitenta anos, no nosso grupo de familiares e amigos, que as faz muito bem, assim como o bolo rei. As descendentes ainda não aprenderam e não estão minimamente interessadas. As broas castelar também enfeitarão a mesa dos doces mas essas serão compradas... : )
Abraço
Redonda,
ResponderEliminarPara evitar a stress, será melhor não contar mesmo as calorias...
Abraço
Maria,
ResponderEliminarObrigada e um feliz Natal para si e sua família.
Abraço : )
António,
ResponderEliminarOutros países, outras tradições...
Abraço : )
Todos os anos, quando ia a casa dos meu avós paternos, a mesa da sala estava decorada com estas guloseimas.
ResponderEliminarEm minha casa, em Portugal, continuam a tê-los.
Mas já não têm o mesmo sabor.
Verdadeiramente um horror estes fritos e doces!
ResponderEliminarQue mau gosto, Catarina :-)
Pedro,
ResponderEliminarInvariavelmente, quase todos nós nos referimos aos nossos avós quando se trata da cozinha tradicional... e sempre com saudade. Os avós são pessoas tão especiais!
Se eu alguma vez tiver netos, pergunto-me que tradições lhes poderei deixar...
Abraço
Luís Bonito,
ResponderEliminarAhahahah!
Duas coisas podem acontecer: ou ficamos enjoados só de olhar para estas imagens ou então ficamos desejosos de provar de tudo um pouco! : )
Abraço
Eu adoro filhoses e rabanadas. Eu nunca fiz filhoses. Eu gosto muito de ler sobre a história de uma comida como você disse da sua avó. Você tem a receita da sua avó?
ResponderEliminarObrigada e desculpe a rapides em pedir a receita.
Sandra
Oi Catarina, eu enviei um email. Obrigada. Sandra
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