segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A cidade de Kafka


Praga - o gótico, o barroco e o rococó - um património arquitetónico que deslumbra e enfeitiça.
A Praça da Cidade Velha é o ponto mais emblemático da cidade. Aqui se encontram alguns dos mais belos monumentos.
Igreja de S. Nicolau


(construída entre 1673 e 1755)

Igreja de Nossa Senhora de Tyn
A sua construção iniciou-se em 1365.


Uma cidade que eu gostaria de revisitar!


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Desconstrutivismo


Foi em Praga que vi, pela primeira vez, uma obra do famoso arquiteto canadiano-americano, Frank Gehry, que, honestamente, não me impressionou – A Casa Dançante. O propósito da visita era vivenciar uma cidade antiga, medieval, de monumentos barrocos e góticos e não uma arquitetura desconstrutivista. Passados poucos anos, consigo afastar-me da era medieval e estou disposta a alargar os meus horizontes.

Frank Gehry é um dos fundadores do Desconstrutivismo. Nasceu em Toronto em 1929 e mudou-se para Los Angeles em 1947. As estruturas curvas, as linhas redondas que caracterizam esta arquitetura contemporânea tornaram-se marcos de grandes centros urbanos, nomeadamente, o Museu Guggenheim Bilbao, em Espanha, considerado o ícone deste estilo arquitetónico, o Vitra Design Museum na Alemanha, o Fishdance Restaurant, no Japão.

Frank Gehry também foi responsável pelo “redesign” da Galeria de Arte do Ontário (AGO), em Toronto – o seu primeiro projeto no Canadá -   que foi apresentado ao público em Novembro de 2008.

Vanity Fair considerou-o “o mais importante arquiteto da nossa era”. Algumas das críticas que lhe são feitas com mais frequência é que os seus edifícios são tão imponentes que ofuscam as suas exposições como no caso do museu de Bilbao.

Este tipo de arquitetura, para mim, não é “amor à primeira vista”. Como Montesquieu disse “O gosto é aquilo que nos liga a uma coisa por meio do sentimento.” Ainda não estou lá mas vou-me aproximando...

Quando vi o novo visual da AGO pouco depois de terminado o projeto, fiquei um pouco dececionada. Após ter revisitado a galeria algumas vezes desde então, comecei a apreciar o novo design a partir de outra perspectiva, desenvencilhando-me, aos poucos, do meu conservadorismo.

Casa Dançante, Praga

Museu Guggenheim Bilbao


Escadas barrocas da AGO


"Galleria Italia"




(Imagens tiradas da net)


Algo em comum

A cor dos telhados de Lisboa

faz-me lembrar esta outra cidade europeia, tão deslumbrante, tão encantadora e igualmente tão antiga que nos propicia um encontro em plenitude com o barroco e o gótico.

Praga




sábado, 26 de fevereiro de 2011

“Fui ver. A neve caía... “

e continua a cair...
Vou continuar no Algarve este fim de semana, em pensamento....
Câmara Municipal de Faro

Ponte sobre o Rio Gilão, Tavira

Silves




sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Por vezes acontece...


Não tomei nota e agora não me recordo onde tirei esta foto!

Teria sido em Silves, Faro ou Tavira?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011




Uma pausa da azáfama urbana...


Para descontrair...

Um facto pouco conhecido...
 
A primeira proteção testicular (coquilha), foi usada no hóquei em 1874 e o primeiro capacete apenas em 1974.  
Significa isto que o homem levou 100 anos a compreender que o cérebro também é importante.
 (Acabado de chegar por e-mail) : )

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vamos imaginar que lá estamos neste preciso momento...

Quando vi o filme “O Turista”, recordei  esta cidade deslumbrante no post “Recordando... (4)”,  de 12 de dezembro, altura em que esta película aqui se estreou. E porque ontem/hoje falámos em “tramezzini” e “spritz” e o carnaval se aproxima e me faz lembrar as maravilhosas máscaras e os elegantes fatos  carnavalescos que os venezianos tanto gostam, decidi lá regressar convosco.  Mas antes de iniciarmos mais um passeio, vamos fazer o que os italianos fazem no início de uma refeição quer seja em casa ou num restaurante italiano. 
Vamo-nos servir do pão que acabou de sair do forno – estaladiço, quentinho, fresco (que paradoxo!) - , que o  Luís B. comprou, em “Postais da Alemanha” ,

vamos parti-lo aos pedaços pequenos (não utilizar a faca para cortar o pão) e molhá-lo aqui:

azeite da melhor qualidade misturado com vinagre balsámico.

Agora que estamos saciados... andiamo...


Uma mala de três mil e tal euros? Qualidade duvidável.









Vai mais um spritz?
: )


Romances policiais, Veneza e sanduíches

Continuo a “ler” os áudio livros enquanto conduzo. As viagens são mais agradáveis e os percursos parecem mais curtos. Encontrei na biblioteca romances policiais de Donna Leon de quem já tinha ouvido falar. É uma escritora americana que já vive em Veneza há mais de 25 anos e que é autora de uma série de policiais, cujo protagonista principal é o atraente Comissario Guido Brunetti.  Como li que as suas aventuras são passadas em Veneza e arredores, tinha a certeza que seria uma leitura leve e aliciante e de certo reconheceria calles e pontes que palmilhei durante umas semanas, estações onde tantas vezes esperei pelos vaporetti, monumentos que visitei... E assim é.
O que é que as sanduíches têm a ver com romances policiais e Veneza? Eu explico...
As melhores sanduíches que tenho comido em toda a minha vida têm sido, indiscutivelmente, as italianas. São verdadeiras obras de arte!  a) Panini com tomate, queijo, perú, alcachofras; b) la focaccia com pimentos grelhados, espinafres, queijo mozzarella, orégãos e azeitonas;  c)  vitela com molho de tomate e cogumelos, d) pão “calabrese”  com prosciutto, fiambre, salame, queijo provolone e alface;  apenas alguns exemplos ...
Ora, o Comissario Guido Brunetti de vez em quando almoça “tramezzini”. E imediatamente me recordei das deliciosas sanduiches – tramezzini – que comi em Veneza acompanhadas de spritz, bebida muito típica da zona de Veneto . Estas “tramezzini” são sandes triangulares feitas de pão branco de forma, sem crosta, e com os mais variados e criativos recheios. Para matar saudades preparei uma em casa muito simples mas saborosa: prosciutto italiano (presunto) e rodelas finas de tomate. 





Estas são as “tramezzini” mas as venezianas são muito mais atraentes.


Nota: Como nunca me lembrei de fotografar sanduíches, tive que copiar estas da net. Mas não perco pela demora... : )

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Apenas por curiosidade...


Numa das paredes do Café Balzac’s

Imaginem o aroma do café acabado de moer... intenso... delicioso... que nos
 desperta os sentidos pela manhã...

Janelas e Barris

As despretensiosas janelas do Distillery District no inverno...










Indícios de outras épocas...

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Vamos passear?

Este é o único veículo que existe por aqui e, provavelmente, o mais fotografado de toda a cidade! Entrem e apertem os cintos de segurança, por favor.



O local conhecido atualmente como “Distillery District” foi a sede da destilaria canadiana Gooderham & Worts de 1832 até 1990 e é considerado um Local Histórico Nacional desde 1988.
Os seus edifícios de arquitetura da era Vitoriana foram restaurados, a área foi revitalizada e em 2001 foi inaugurada como uma “village” pedonal,  centrada nas artes, na cultura e no entretenimento, e que se tornou num dos centros mais turísticos do Ontário.
As dezenas de cafés, restaurantes, boutiques, galerias de arte, teatros e festivais atraem milhares de pessoas diariamente, essencialmente na primavera e no verão quando é agradável passear nas ruas. Hoje fez muito frio e poucas pessoas se viam cá fora. Os restaurantes e os cafés estavam cheios.











E agora vamos tomar um café aqui. O melhor da cidade, segundo dizem!




Espero que tivessem gostado!

Este vídeo tem a duração de apenas 2 minutos mas não deixa de ser bastante informativo.  Tem legendas em português.