Depois de reler “Siddhartha” de Hermann Hesse (relembrado
pela ematejoca)
e de ler pela primeira vez, ou assim pensei na altura, (muitas
passagens eram-me familiares e o desfecho não me surpreendeu) o fabuloso livro
de Oscar Wilde, “O Retrato de Dorian Gray”,
(mencionado pelo Pedro)– fiquei como
que in limbo. Que tipo de livros gostaria de ler a seguir?
Precisava de algo diferente ou de um só autor a quem me dedicasse durante uns tempos.
A Gábi, de dona-redonda, veio em meu auxílio sem
o saber.
Num dos seus muitos posts sobre livros,
referia-se a um, “Ligeiramente Perigoso”, de Mary Balogh. Reconheci o nome mas
nunca tinha lido nada desta escritora galesa-canadiana.
Tendo um relacionamento muito estreito com a
biblioteca, a ela recorri para obter o tal livro. Tinha necessidade de livros “leves e com finais
felizes”, como a Gábi os caracterizou.
E foi assim que entrei e com muito prazer, no
mundo cor de rosa!
Depois daquele muitos se seguiram (fase de
escritora única ainda ativa!) que tanto me ajudaram a passar o tempo nas salas
de espera onde me encontrei algumas vezes nestas últimas semanas.
Deduzimos, sem grande esforço e logo na primeira
ou segunda página, quem são os intervenientes do feliz desenlace... oh... mas como são
empolgantes as páginas que se seguem!!! :)