sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Chris Hadfield and Barenaked Ladies: I.S.S. (Is Somebody Singing)



Chris Hadfield deve ser o astronauta mais popular da era espacial!

Foi o primeiro astronauta canadiano a comandar uma expedição e a fazer uma caminhada espacial.


A última vez que esteve no espaço foi em dezembro de 2012 até junho de 2013. Foi nesta altura que gravou (no espaço) ISS: Is Somebody Singing.




Neste livro conta as experiências, as peripécias e a sua total dedicação para concretizar o seu sonho de menino, um menino de 9 anos que queria ser astronauta.



Um livro muito interessante!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014


5ª-feira
- 5°
Trivialidades...

Nunca pensei que uma feijoada tão simples e feita por mim fosse tão saborosa!!!




O frio polar tem destas coisas! Se nos impede de passar horas agradáveis ao ar livre, impele-nos a passar horas na cozinha! O que tem vantagens e desvantagens... que não vale a pena mencionar... 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

4ª-feira

- 17°
Sensação térmica: -30°

Máxima prevista: -20°

Estava a falar com uma amiga de Portugal através do skype e, entre outros temas, abordámos a questão dos produtos nacionais vs os estrangeiros, as importações e as exportações.

Ela, porque os mercados portugueses foram invadidos pelos produtos estrangeiros em detrimento dos portugueses de melhor qualidade (incluindo produtos alimentares), eu, porque não tenho que me limitar a produtos da época. Se assim fosse, estaria quase um ano inteiro sem comer morangos! A época deles aqui na minha região é julho! No entanto, os produtos da época têm, igualmente, toda a minha atenção!

Quanto a roupa, insistia que dava preferência aos tecidos e fabrico portugueses, porque, apesar de serem mais caros são também de melhor qualidade e é uma forma de ajudar a economia portuguesa.

Plenamente de acordo!

Eu também! Dou preferência aos produtos canadianos só que é extremamente difícil conseguir tal façanha, porque de façanha se trata!

Entretanto, e por curiosidade, desviei-me da webcam para dar uma olhadela às etiquetas das peças de roupa que tinha vestido na altura:

Lounge pants: Made in Jordan

T-shirt – Made in Taiwan

Casaco de malha – Made in China


Acabou por dar uma gargalhada e dar-me razão! "Deve ser muito difícil comprar roupa no Canadá...  Made in Canada... "

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

3ª-feira de manhã:  - 18°

Sensação térmica:  - 29°

Apenas por curiosidade…

Sabiam que todos estes produtos foram inventados/criados no Canadá?

Snow blower – máquina de remover a neve!!!

SMART Board – quadro interativo

Blackberry!!

Pager – Radio mensagem – em 1949

Telefone – Graham Bell -  em 1876

Trivial Pursuit – jogo de tabuleiro – em 1979

Sacos do lixo – em 1950

Canola Oil – Óleo de colza em 1930

Puré de batata instantâneo – em 1962

Maçãs Vermelhas McIntosh – em 1811

Snowmobile – mota de neve – em 1937

Embalagens de ovos – 1911

Rolo para pintar

Pilha alcalina

Pacemaker ou marca-passo

Sistema Imax

Cereais Pablum!




sábado, 25 de janeiro de 2014

O desenrolar de um dia de inverno pode ser assim:

(vou usar a primeira pessoa do plural caso alguém mais tivesse tido um dia semelhante. : ))

Saímos de casa de manhã bem cedo – 9h! – para um sábado é cedo! – com um objetivo específico.

Entretanto, passados uns dez minutos, apercebemo-nos que as ruas estão escorregadias (porque nevou à noite, porque o vento soprou a 100 km/h... o costume!). O carro vai para a direita quando o volante dá instruções para ir para a esquerda. Mau!

Mais adiante e já numa rua com mais trânsito, confirmamos que a coisa não está a melhorar. Encostamos à direita e telefonamos: não podemos comparecer, vamos voltar para casa.

De regresso, passamos por um supermercado cujo parque de estacionamento está bastante limpo. Já agora aproveitamos. Precisamos de alface e de kiwis.

Entramos de novo no carro e decidimos passar por uma rua secundária. Tirar fotos já é um hábito enraízado há muito. Tiramos a foto.


Talvez seja melhor abrir a janela. Tiramos outra.



Quando chegamos a casa, o “driveway” está cheio de neve. Abrimos a garagem, pomos o carro lá dentro, pegamos na pá. Altura de fazer exercício nas calmas...

Ficou assim passados uns quarenta minutos ou mais.



Há que repor calorias.

Aquecemos uma sopa feita no dia anterior e, para satisfazer a curiosidade, fazemos uma pequena salada de apenas alface e kiwi temperada com azeite e vinagre balsámico para acompanhar o salmão grelhado na chapa . (Obrigada, JP)




A salada estava ótima!!! A combinação de alface com kiwi é um espanto!

Porém, grelhar salmão em casa quando não se pode abrir janelas e portas não é uma boa ideia. O exaustor não foi suficiente. Pomos um tacho ao lume com água, uma folha de louro e dois paus de canela.

Um cheiro bastante agradável... até nos esquecermos do tacho, ao ponto de ter ficado sem um pinguinho de água! Mas não se queimou! 

Depois, sentamo-nos de novo em frente do computador durante algumas horas, tanto para trabalhar como para blogar.


Horas mais tarde, telefona-nos uma vizinha. Esqueceram-se de fechar a porta da garagem? Esquecemo-nos! E lá fomos carregar no botãozinho…

As outras atividades não têm qualquer importância e, por isso, não são dignas de menção!

Bom domingo para todos!
: )


No Lar vi um poster a relembrar que hoje seria o dia de Robert Burns, o poeta do povo escocês, pioneiro do romantismo europeu.

25-01- 1759   -   1796


Também foi letrista, dedicando-se à composição de canções populares, como “A red, red rose”, que acabei de ouvir no youtube.

Cheguei a casa e tentei “reconstruir” a cottage onde o poeta nasceu – em Alloway – que visitei quando fui à Escócia.

Como ainda não sei tirar uma pessoa de uma foto, eliminei-me e levei a porta comigo!




Este é o resultado de tão brilhante ideia!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014


O que acontece quando um grupo de amigas se encontra ao fim de alguns anos? 

Recordamos – para não dizer o passado que será um pleonasmo! : ) - experiências vividas em conjunto.

Sendo o inverno rigoroso que estamos a atravessar um tópico de conversa sempre presente, por condicionar o nosso dia a dia em muitos aspetos, recordamo-nos de outros invernos menos frios mas com muito mais neve que nos impelia para as pistas de esqui numa tentativa de passarmos bons momentos ao ar livre. E como estes dias foram divertidos!! 


Uma das amigas trouxe ontem e pela segunda vez, pequenos álbuns de fotos de uma época pré-digital e ainda livre de responsabilidades familiares.


Estas foram as primeiras tentativas na neve...

Fico a pensar como é que pessoas que se conhecem bem se distanciam durante anos quando vivem na mesma cidade. O reencontro é sempre agradável e despedimo-nos com a promessa que desta vez não vamos deixar passar tanto tempo sem um telefonema ou um email...

Há mais um encontro com uma amiga de longa data, ex-colega de trabalho...

Esta foi uma das minhas decisões para este ano! : )

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014



Considerando que a temperatura máxima para amanhã (3ª-feira) é de  -17°, vou hibernar!

: )

domingo, 19 de janeiro de 2014

Viver depois de ti é o primeiro livro que leio de Jojo Moyes, escritora inglesa, lançado no ano passado e que tem recebido muitos elogios, incluindo do New York Times.



Um livro que foi lido durante todas as horas livres que tive nos últimos três dias. Fez-me rir e emocionou-me, e fiquei com vontade de o reler. Talvez não amanhã, nem depois... mas num futuro muito próximo.


Porto Editora:


SINOPSE 

Lou Clark sabe muitas coisas. Sabe quantos passos deve dar entre a paragem do autocarro e a sua casa. Sabe que trabalha na casa de chá The Buttered Bun e sabe que não está apaixonada pelo namorado, Patrick. O que ela não sabe é que vai perder o emprego e que todas as suas certezas vão ser postas em causa. 

Will Traynor sabe que o acidente de motociclo lhe tirou o desejo de viver. Sabe que agora tudo lhe parece triste e inútil e sabe como pôr fim a este sofrimento. O que não sabe é que Lou vai irromper na sua vida com toda a energia e vontade de viver. E nenhum deles sabe que as suas vidas vão mudar para sempre. 

Em Viver depois de ti, Jojo Moyes aborda um tema difícil e controverso com sensibilidade e realismo, obrigando-nos a refletir sobre o direito à liberdade de escolha e as suas consequências. 

sábado, 18 de janeiro de 2014

Fez sol!

Se o sol só aparece quando terminamos o horário de trabalho, ele está a transmitir uma mensagem que não podemos ignorar.

Passeio rápido com máquina fotográfica. Assim termino a semana de trabalho!

Atravessei o High Park e vejo muitos esquilinhos. Os outros fugiram!  



E por que não fazer um pequeno desvio para sul e passar pelo Humber Bay Park depois de sair do High Park? Fica perto...


Lagoa congelada e o lago Ontário ao fundo



Como vou para oeste... num instantinho chego a Port Credit...

O famoso farol que já mostrei várias vezes... mas de outros ângulos! : )


E o restaurante Snug Harbour onde se come “mais ou menos”, dependendo dos dias, e se paga sempre “mais”. Afinal, esta é uma área turística com marina... Bom ambiente e uma paisagem fabulosa!

Depois destes passeios ainda fui mostrar as minhas fotos à minha mãe – não tenho bem a certeza se compreendeu o que estava a ver – mas quando olhou para mim disse: Oh, filha querida! 

- "She is having a good day today!" Gostei de ouvir.

E foi nesta tarde/quase noite que fiz as bolinhas de neve do post anterior.

Foi ou não foi um dia produtivo?!! : )



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Antes de abrir a porta, olhei para a neve que cobre o meu relvado.

Ainda não toquei na neve este ano! – pensei.

Como era divertido quando atirávamos bolas de neve uns aos outros, quando me pediam ajuda para fazer os bonecos de neve no quintal: chapéu de palha, cachecol colorido (às vezes, gravata), grandes cenouras como nariz e botões… muitos botões!

A vassoura completava a “indumentária!

E como ríamos quando praticávamos tobogganing – escorregar nas colinas cheias de neve em cima de um tobogã (espécie de trenó).

“Belos tempos”!

Hoje toquei na neve! Sem luvas. E fiz estas bolinhas.



Quando foi a última vez que fizeram bolinhas de neve?! 

Bom fim de semana!!
: )


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Novas experiências gastronómicas (2)

Tamarilho, também conhecido por tomate inglês ou tomate arbóreo na Madeira (wikipédia). 



Segundo a mesma fonte, o tamarilho é “comercialmente cultivado em Portugal”.

Tem um sabor agridoce mas este, em particular, era mais ácido do que a graviola de ontem.


Aqui vende-se por unidade... $1.99/cada (um dólar e noventa e nove cêntimos) que, ao câmbio de hoje, corresponde a 1 euro e 34 cêntimos!




 Finale da série “Novas experiências gastronómicas”!


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Novas experiências gastronómicas

1 - No outro dia, vendo esta fruta no supermercado de produtos essencialmente asiáticos, e, encontrando alguém (sorte minha!) que me explicasse num inglês entendível (aos meus ouvidos ) como deveria ser consumida, comprei uma peça apenas. Origem: Tailândia.

Em inglês chama-se soursop  e o google informa-me que em português é conhecida por graviola. 

Comprei-a verde, amadureceu em dois ou três dias e tem um sabor agridoce – absolutamente delicioso ao meu paladar!



A foto pode indicar falta de fotogenia por parte da graviola.

Não. Problema exclusivo da fotógrafa!



2.  Já tenho cozinhado com todas as qualidades de abóboras menos esta que se encontra sempre ao lado de todas as outras. Por razões que vão além da minha compreensão, nunca tinha comprado uma abóbora esparguete!



Cortei-a ao meio, coloquei-a no forno, desfiei-a com um garfo,


e aqui está em filamentos – tal como a esparguete – e que pode acompanhar carne ou peixe, ou pode ser misturada com tudo aquilo que a nossa criatividade nos permitir.


: )




domingo, 12 de janeiro de 2014

Faux pas!

Numa pizzeria muito conhecida de Nova Iorque, o novo presidente da Câmara daquela cidade come a primeira fatia de pizza com faca e garfo!!


Um faux pas imperdoável para os nova-iorquinos!

Na verdade, a pizza comida à mão tem outro sabor e é assim que deve ser comida... tal como as pernas de galinha (chicken drumsticks), os espargos...


Ainda hoje me apercebo da diferença de estar à mesa entre os canadianos/americanos e os europeus.

Reconheço a forma prática - para algumas pessoas - dos primeiros – e tenho adotado algumas das suas formas de manuseamento de talheres – mas continuo a preferir o estilo europeu que me ensinaram, com as exceções acima referidas! 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Embora reconheça a importância e os benefícios de manter um determinado ritual durante as refeições – à mesa, num ambiente calmo, em silêncio, com a televisão e os telemóveis desligados, atentos ao cheiro, à cor, à textura e ao sabor dos alimentos – confesso que - more often than not – desvio-me do que é aconselhado e coloco um livro à minha frente do qual vou lendo algumas páginas.

O primeiro livro que li de Mireille Guiliano foi “As mulheres francesas não engordam”, para satisfazer a minha curiosidade. 

Tive conhecimento de que a mesma escritora tinha lançado um novo livro no ano passado: “As mulheres francesas não fazem cirúrgias plásticas: o segredo do envelhecimento com estilo e atitude”.


Requisitei-o e fui buscá-lo hoje à biblioteca. Por ser uma leitura leve e descontraída, não levantei objeções em começá-lo durante esta refeição.


Um excelente fim de semana para todos com boas refeições acompanhadas de saudáveis conversas e sorrisos!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Um passeio pelo High Park, para refrescar as ideias, mas de carro. 

As ruas e os passeios ainda assustam muita gente.



Nem todos são “medricas"!




Igreja presbiteriana – Morningside-High Park


Uma casa 




Descascar uma romã ou abrir uma garrafa de sumo de romã?


Romã e copo de sumo de romã em cima de tábua de cozinha



Boa noite!

: )





terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Sem qualquer valor educativo e desprovido de horizontes culturais...

(Refiro-me ao post!)


Por ruas secundárias, sem sair do carro:

Ontem de manhã 




Ontem ao anoitecer 




Esta caixa há muito que estava em cima da mesa da cozinha; mais exatamente, desde o Natal.



Esta manhã tinha 4 chocolates. Comi um.  Poucas horas depois, comi outro. Para quem é barra em matemática, facilmente conclui que ficaram dois chocolates.

Dois chocolates dentro de uma caixa que ocupava espaço na mesa.

Analisei a situação. Como fazer para ter mais espaço na mesa?

Raciocínio prático: comer os dois chocolates que restavam e colocar a caixa no lixo.


Um jantar simples requer uma sobremesa especial. 



Iogurte simples, framboesas, nozes e chantily.
: )