As capas negras e o seu
simbolismo continuam a exercer um grande fascínio... nos mais saudosistas.
Abençoados “sopistas”
que deram origem a estas tradições e praxes académicas!
Segue-se uma pequena
amostra da exibição da Tuna da Universidade Católica Portuguesa do Porto e da
Estudantina Universitária de Coimbra, no Festival Internacional de Tunas do Canadá, a convite da “nossa” Luso-Can Tuna que “nasceu”
em 1998.
Tuna do Porto
Tuna de Coimbra
Lamentavelmente, não
tenho vídeo da Tuna (mista) portuguesa de Toronto.
As minhas desculpas pela
péssima qualidade dos vídeos! : )

As minhas praxes foram outras mas aprecio muito o seu post :-)
ResponderEliminarDesnecessário será dizer que “curti” este espetáculo! : )
EliminarCatarina, eu formei-me na Universidade de Lisboa e ao tempo (63/64 a 67/68)nem havia praxes, nem greves e nem me lembra de nenhuma tuna na Faculdade de Letras. Depois disso ouvi/vi esporadicamente algumas ao vivo e na Televisão, mas em nenhum caso como a que um dos seus video da Tuna do Porto nos mostra!
ResponderEliminarAquilo a meu ver mais parece uma dança de Cossacos Russos! Modernices que se vão acrescentando ao tradicional...
Dalma,
ResponderEliminarAté a exibição da Estudandina é diferente do que aquela a que estávamos habituados a ver.
De acordo com a informação que tenho aqui na minha frente, a tuna do Porto foi formada em 1989 e a Estudantina por volta de 1979.
Parece que em Lisboa houve um interregno destas tradições logo após o 25 de abril, segundo uma amiga minha me disse ontem.
Uma das poucas coisas que as universidades têm de bom.
ResponderEliminarQuando se houve falar de praxes e do que homens e mulheres são capazes de fazer numa semana de folia, é triste.
Vale muito mais a música.
Beijinhos
Carlota,
ResponderEliminarHá praxes e há praxes. Algumas vão para além do aceitável.
bjos
Quanto a Coimbra, sou apaixonada pela cidade e adoro a sua canção.
ResponderEliminarRelativamente a praxes, não acho nenhum delas aceitáveis - mesmo as mais leves.
Uma semana alegre te desejo
Tb sempre gostei dos fados de Coimbra.
EliminarBjos e boa semana
Felizmente que na minha, em Lisboa, havia praxes mas tinham hora marcada e só ia quem queria, agora não faço a mínima ideia, só sei que alteraram a cor das fitas.
ResponderEliminarQuantos aos videos... quem dá o que tem, a mais não é obbrigado ;)
Bjos
Isa GT,
EliminarAgradeço a tua compreensão quanto à qualidades dos vídeos. : )
Abraço
Estas tradições académicas que podem ser olhadas de diversos ângulos.
ResponderEliminarGosto das tunas. As praxes lamentavelmente vão perdendo o carácter de socialização e integração que as suportava.
Um beijo
Lídia,
EliminarTem razão. Infelizmente, acontece com mais frequência.
Abraço
Sobre praxes, Catarina, não sei se terá lido isto.
ResponderEliminarGi
EliminarOs exageros evidentemente que devem ter consequências. As praxes supostamente deverão ser “atividades” divertidas. Esse caso de violência é isso mesmo, um caso de violência que deve ser punido. Infelizmente, pagam os justos pelos pecadores.
Os estudantes da Universidade de Toronto fazem grandes desfiles pela baixa da cidade; os futuros engenheiros são pintados de roxo (roupa e a parte do corpo que estiver descoberta) – apenas um pequeno exemplo.
Abraço
Catarina,
ResponderEliminarGostei das Tunas. Quanto às praxes acho que devem ser moderadas.
Boa noite!:
Ana,
EliminarNa moderação é que está a virtude! : )
Abraço
Seus vídeos dão para ver o que é bom que se veja...
ResponderEliminarRogério,
ResponderEliminar: ) O objetivo dos vídeos foi apenas para dar uma pequenina ideia do que se passou ontem à noite no Queen Elizabeth Theatre. O festival também contava com a participação de uma Tuna mexicana à qual não lhe foi concedido o visto necessário para entrar no Canadá.
Apenas por curiosidade: a Estudantina começou por interpretar A Desfolhada. : )
Correção: Foi a Tuna do Porto que iniciou a sua atuação com A Desfolhada à qual se seguiu uma composição de Zeca Afonso.
ResponderEliminarFelizmente no meu tempo as praxes eram bastante mais moderadas. Quanto às tunas, o mais importante foi ter-nos trazido aqui esta boa notícia e estes bons momentos.
ResponderEliminarFelizmente, no meu tempo, as praxes eram bastante mais suaves do que actualmente e havia ponderação.
ResponderEliminarQuanto às tunas, o importante foi ter-nos proporcionado estes belos momentos.
Catarina, não conheço o que seriam a Tunas, só sei dizer que adoro teatro e se a peça for musical, sou apaixonada, pena que cada vez que me empolgava o filme acabava-se kkkk
ResponderEliminarQueria poder ter visto a peça inteira. E o pouco que vi achei fascinante, obrigada por nos trazer essa beleza. Bjos ótima semana
Por acaso foi coisa a que nunca liguei muito: nem tunas, nem capas negras e tal. Mas pronto, na época que andei na faculdade (em Lisboa) ainda se viviam tempos revolucionários, sendo que as maiores tradições nesse domínio eram as coimbrãs... :)
ResponderEliminarMas se gostaste do espetáculo... é o que interessa! :)
Abraço!
Carlos,
ResponderEliminarSim as praxes tornaram-se gradualmente menos moderadas. Perdeu-se o sentido de diversão/convívio aceitável.
Josy,
ResponderEliminarTunas académicas (como estas dos vídeos) são grupos musicais formados por estudantes universitários.
Abraço
Teté,
ResponderEliminarSempre gostei de tunas e de capas negras. E quando cá vêm tento não perder a oportunidade de as ver e ouvir e de falar com alguns dos seus membros.
Abraço
Catarina, boa noite!
ResponderEliminarBonito momento, é de lamentar que actualmente as praxes ultrapassem o limite do que se considera aceitável, já são até conhecidos casos de violência.
Beijinho,
Ana Martins
Boa noite, Ana Martins! : )
EliminarAcontecem casos isolados em certas instituições de ensino que põem em causa se estas praxes devem ou não devem ser autorizadas. De lamentar, de facto.
Abraço
A Catarina trouxe imagens das "capas negras" em terras de além Atlântico. É sempre de saudar estas visitas e encontros.
ResponderEliminarInfelizmente,por cá, o Conselho de Veteranos (Coimbra) suspendeu a praxe por se terem verificado agressões a duas jovens alunas que recusaram certos comportamentos.
Recordo-me do tempo em que a praxe, em Coimbra,tinha uma componente pedagógica. O caloiro, no primeiro ano, à noite, só podia sair acompanhado de uma madrinha/padrinho. A praxe era um meio de integração do jovem que chegava a uma "grande cidade". Havia convívio, amizade e respeito. Os "castigos" cumpriam-se quando o caloiro "furava a lei".
Nos dias de hoje, há praxes de norte a sul e,pelo que tenho visto em Lisboa ( e imagens na TV em outras cidades), tenho uma grande dificuldade em entender o sentido da praxe. As cenas e imagens que no princípio deste ano lectivo vi, no Rossio,deixam-me muitas dúvidas sobre o interesse destas "cerímónias".
Sinal dos tempos modernos? Duvido.
Considero que o espirito da praxe antiga (em Coimbra) era mais saudável e, de uma certa maneira, ajudava o caloiro.
Agora . . . fico-me por aqui.
Eduardo,
EliminarEstas práticas tomaram outras formas, algumas delas degradantes, já tenho ouvido falar. Houve, em certos casos, uma perda de valores. Contudo, nem sempre assim é. Como disse num outro comentário, os caloiros da faculdade de engenharia da Universidade de Toronto (muito conhecida a nível internacional e que atrai estudantes de todas as partes do mundo, principalmente, do médio e extremo oriente) , participam em desfiles, pintados de roxo e com chapéus tipo capacete que também os identifica (grandes multidões param nos passeios para os observar); e outras actividades no próprio campus que também são divertidas. Creio que a maior parte das universidades já têm um código de comportamento, digamos assim, que proibem todas as práticas que põem em risco a segurança dos estudantes, o seu bem estar físico e psicológico.
Confesso que quando me referi a praxes não pensei nas práticas repreensíveis, nos exageros, associei-as essencialmente a capas negras! : )
Foi pena não ter conhecimento do que se passou em Coimbra. Teria gostado de falar sobre o assunto com alguns dos elementos da tuna com quem falei. Qual teria sido a sua resposta e explicação? Uma curiosidade que não vai ser satisfeita.
Catarina
EliminarFui e continuo adepto da praxe. Agora as situações humilhantes e degradantes a que sujeitam certos caloiros (as) não aceito e, confesso, tenho alguma dificuldade em compreender "essas praxes".
Espero que haja uma evolução positiva e que as autoridades académicas comecem a olhar para a praxe de uma forma diferente com os adequados códigos que permitam a recepção, integração, convívio, imaginação/criatividade com todo o respeito pelo aluno e a aluna que chega à Universidade.
Outrora tinhamos a imagem "Portugal de Minho a Timor.
Agora temos praxes do Minho ao Algarve e em locais sem qualquer tradição académica.
Como é "moda" ... temos os exageros e excessos que,infelizmente, nos últimos anos a comunicação social tem divulgado.
Viva a praxe.
Catarina,
ResponderEliminarO que lhe diriam é que essas selvajarias não têm nada a ver a com a praxe acadámica.
Essa, em Coimbra pelo menos, está regulada, tem um Código (http://www.forumcoimbra.com/codigopraxe2007.pdf) e é muito próxima daquilo que o Edurado Saraiva identifica.
Repito, práticas degradantes não têm nada a ver com a praxe académica.
É pura selvajaria.
Boa semana!!
Pedro,
ResponderEliminarPois, se essas práticas violentas são executadas em nome da Praxe, é uma forma de a denegrir. E tanto assim que o Conselho de Veteranos acabou por a suspender. Há sempre uma ovelha negra no rebanho. Aqui será o contrário: uma ovelha branca no rebanho? : )
Abraço
P.S. Obrigada pelo link.
No meu tempo de faculdade não vivi nenhuma experiência de praxe... já a minha filha que atualmente também integra a tuna da sua escola reporta-me boas experiências. Mas acho completamente inadmissíveis algumas práticas violentas de que vamos tendo constantemente notícia.
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