Região Vêneto, Itália
"As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas, e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem."
Santo Agostinho

Admira-me a tua imensa capacidade para dmirar as maravilhas, que não se admiram quando te vêem admira-las... será que ainda tens olhos e alma de criança?
ResponderEliminarQuem sabe…Talvez seja uma vontade forte de continuar a agarrar uma meninice que se vai afastando lenta mas inexoravelmente... : )
ResponderEliminarAndamos realmente muito distraídos...
ResponderEliminarJá deixei a resposta ao seucomentário no CR. Não, não penso partir tão depressa assim...
O Santo Agostinho fiou-se na Cidade de Deus, mas se ele me enviar uma passagem de avião... :)
ResponderEliminar"...e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem."
ResponderEliminarSe Santo Agostinho vivesse nesta época certamente que diria o oposto, perante tanta vaidade e egocentrismo.
Parabéns mais uma vez Catarina pelas belas imagens.
Nunca se sabe, Jeune Damme ... : )
ResponderEliminarAbraço
Tem razão, Fenix. Há muito narcisismo a pulular por aí. Por outro lado, nós, as não-egocêntricas - : ) – também nos esquecemos de nos valorizar, de nos apreciarmos a nós próprias... : ) E as imagens servem para eu reviver os bons momentos que os novos ou revisitados horizontes me proporcionaram.
ResponderEliminarCatarina,
ResponderEliminarComo deixou uma pergunta no Interioridades, vim até aqui responder-lhe, embora de forma breve.
Embora não esteja mandatado por ninguém, creio que sim, que os poetas sentem o que escrevem (eu sinto, com toda a certeza).
Penso é que, na maioria das vezes, a interpretação dos leitores não corresponde ao pensamento original do poeta. Mas isso já é outra questão, pois a partir do momento em que o poema chega ao leitor este passa a pertencer-lhe, fazendo as leituras que entender.
Será que fui suficientemente claro?
Beijo :)