Lago? Um lago com 300 e tal km de comprimento é mais uma espécie de mar :-) Coitados dos patinhos que estavam a ser gozados com a comida que lhes mandavam :-(
Aqui, debaixo da ponte, ainda é o rio Credit a poucos metros do lago. Pai e filho ou filha estavam a atirar comida aos gulosos dos patinhos e, as pessoas que passeavam, paravam, naturalmente, para observar tal reboliço. Uma cena que atrai sempre a atenção. Curioso.
Ai que lindinhos Catarina, que dó, nesse vai e vem e as vezes nem todos conseguiam pegar um bocado. Isso está me parecendo mais fome que egoísmo. Esse sentimento pertence só na humanidade. hehe Coitadinhos. Bjs
Tite, Li o teu comentário a respeito do teu PS no blog do Rui. Fui verificar as definições do meu blog e, supostamente, tal como está, deveria receber no meu e-mail os comentários que me fazem ou que faço nos blogues que visito, mas não recebo. Assim, sempre que faço um comentário em qualquer blog nunca sei se me responderam ou não, a não ser que o visite de novo. Muitas vezes esqueço-me. Abraço
Catarina , tb tenho fotografias lindas de farois canadianos, tiradas na Nova Scotia e na Ilha do Principe Eduardo, na altura publiquei uns dois ou três e agora não faz sentido. Quem sabe, um dia que não tenha mesmo nada que dizer e vá à "arca das lembranças fotográficas". O que nos traz hoje também é mt bonito.
Que farol tão giro! Mas quanto à patada, tenho de me lembrar desta, a próxima vez que os for tentar fotografar: ponho o husband a atirar-lhes comida, enquanto eu fotografo. Assim já não me viram as costas... :)))
Dalma, Fez-me lembrar a minha viagem a Príncipe Eduardo e às outras províncias marítimas. Faróis muito lindos, de facto. Para mim foi na época pré-digital. Também vou procurar essas fotos e recordar uma viagem em família muito divertida. Ficámos em Cavendish (P.E.I.), alugámos uma “cottage” relativamente perto da praia. Nunca antes tinha nadado em águas tão frias! Abraço
Ahahah! Eu aproveitei um “husband” e um garoto desconhecidos que atiravam comida à patada : ) e comecei a disparar! Até um cãozinho se estava a divertir com tanto rebuliço nas águas do rio! : ) Abraço
Adoro faróis, gostava de viver num durante algum tempo e já fiz uma reportagem com faroleiros sobre a sua vida em alguns faróis do país. Esse da foto deixou-me encantado. Sabe que só há uma faroleira em Portugal e é nos Açores?
A diferença entre humanos e animais é bem evidente, uns param de comer quando estão de barriga cheia, vivendo, apenas, o momento... contrariamente aos seres humanos... alguns querem aferrolhar o que lhes daria para mais de 1000 vidas... nem quero imaginar se fossem eternos ;)
Lago?
ResponderEliminarUm lago com 300 e tal km de comprimento é mais uma espécie de mar :-)
Coitados dos patinhos que estavam a ser gozados com a comida que lhes mandavam :-(
Luis,
EliminarAqui, debaixo da ponte, ainda é o rio Credit a poucos metros do lago. Pai e filho ou filha estavam a atirar comida aos gulosos dos patinhos e, as pessoas que passeavam, paravam, naturalmente, para observar tal reboliço. Uma cena que atrai sempre a atenção. Curioso.
O Schopenhauer era um egoísta, Catarina!!! :)))
ResponderEliminarEgoísta e pessimista, Pedro! : )
EliminarAbraço
Ai que lindinhos Catarina, que dó, nesse vai e vem e as vezes nem todos conseguiam pegar um bocado. Isso está me parecendo mais fome que egoísmo. Esse sentimento pertence só na humanidade. hehe Coitadinhos. Bjs
ResponderEliminarJosy,
EliminarNunca recusam miolos de pão! : )
Abraço
Tadinhos dos patinhos, são uns tontinhos ali de um lado para o outro a ver quem consegue o melhor pedaçinho ehehe
ResponderEliminarAdoro patos :)
Beijinho :)
Maria,
EliminarOs momentos que passamos a observar os patinhos (um termo mais carinhoso) e os cisnes são bastante relaxantes. : )
Eu já vejo pelo lado bem humorado: já viste o que eles perdem de calorias enquanto comem? Tínhamos que aprender com eles. hehehehe
ResponderEliminarBom dia Catarina!
Olá Pitanga Doce,
EliminarPor onde tem andado a menina?!
Bom regresso : )
Eu já vejo pelo lado bem humorado: já viste o que eles perdem de calorias enquanto comem? Tínhamos que aprender com eles. hehehehe
ResponderEliminarBom dia Catarina!
No caso do vídeo é também o instinto de sobrevivência.
ResponderEliminarVisto por um prisma mais sério, é um ato de sobrevivência, Vitor. : )
EliminarIsso faz-me lembrar a lei da sobrevivência ou do mais forte no Reino dos animais entre os quais nos encontramos, né amiga?
ResponderEliminarChuacs!
PS - Que bom que és das poucas que ainda tens uma caixa de comentários que permite subscrever por e-mail.
Tite,
EliminarLi o teu comentário a respeito do teu PS no blog do Rui. Fui verificar as definições do meu blog e, supostamente, tal como está, deveria receber no meu e-mail os comentários que me fazem ou que faço nos blogues que visito, mas não recebo. Assim, sempre que faço um comentário em qualquer blog nunca sei se me responderam ou não, a não ser que o visite de novo. Muitas vezes esqueço-me.
Abraço
Catarina , tb tenho fotografias lindas de farois canadianos, tiradas na Nova Scotia e na Ilha do Principe Eduardo, na altura publiquei uns dois ou três e agora não faz sentido. Quem sabe, um dia que não tenha mesmo nada que dizer e vá à "arca das lembranças fotográficas". O que nos traz hoje também é mt bonito.
ResponderEliminarQue farol tão giro! Mas quanto à patada, tenho de me lembrar desta, a próxima vez que os for tentar fotografar: ponho o husband a atirar-lhes comida, enquanto eu fotografo. Assim já não me viram as costas... :)))
ResponderEliminarAbraço!
Catarina
ResponderEliminarA sobrevivência é realmente espantosa.
Adorei!
Beijinho e um flor
Dalma,
ResponderEliminarFez-me lembrar a minha viagem a Príncipe Eduardo e às outras províncias marítimas. Faróis muito lindos, de facto. Para mim foi na época pré-digital. Também vou procurar essas fotos e recordar uma viagem em família muito divertida. Ficámos em Cavendish (P.E.I.), alugámos uma “cottage” relativamente perto da praia. Nunca antes tinha nadado em águas tão frias!
Abraço
Teté,
ResponderEliminarAhahah! Eu aproveitei um “husband” e um garoto desconhecidos que atiravam comida à patada : ) e comecei a disparar! Até um cãozinho se estava a divertir com tanto rebuliço nas águas do rio! : )
Abraço
Flor de Jasmim,
ResponderEliminarPela sobrevivência não se seguem regras! : )
Abraço
Que bando! Engraçados e esfomeados :)
ResponderEliminarluisa,
ResponderEliminarEram aos "milhares"! : )
Adoro faróis, gostava de viver num durante algum tempo e já fiz uma reportagem com faroleiros sobre a sua vida em alguns faróis do país. Esse da foto deixou-me encantado.
ResponderEliminarSabe que só há uma faroleira em Portugal e é nos Açores?
A diferença entre humanos e animais é bem evidente, uns param de comer quando estão de barriga cheia, vivendo, apenas, o momento... contrariamente aos seres humanos... alguns querem aferrolhar o que lhes daria para mais de 1000 vidas... nem quero imaginar se fossem eternos ;)
ResponderEliminarBjos
quando podem ser egoístas, Catarina.
ResponderEliminarquando precisam, arrumam o egoísmo na gaveta.
Carlos,
ResponderEliminarCurioso. Nunca li nada sobre faroleiros. Um assunto que ainda vou explorar. Não sabia que havia uma faroleira nos Açores.
Abraço
Isa GT,
ResponderEliminarEsses estarão a cometer o pecado da gula? : ))
Luís Eme,
ResponderEliminarA gaveta é o lugar onde se guardam muitas coisas... com ou sem chave.