Choveu e tossi a noite inteira. As almofadas das cadeiras ficaram molhadas.
Hoje não vai fazer sol e não vão secar. O jardim parece (ou está?) meio
abandonado. Algumas ervas daninhas sobreviveram ao tratamento de eliminação a
que foram sujeitas no verão. As ervas aromáticas quase que não existem (devido
ao grande consumo doméstico) e as poucas folhas, que ainda consigo vislumbrar do local onde me encontro neste momento, estão a secar.
O meu quintal/jardim está a sofrer as transformações habituais das mudanças de
estação e de uma certa negligência. Estou constipada. Não quero saber!
Também confirmei esta manhã que ainda não
dominei a arte de descascar um ovo.
Lado positivo deste dia muito embora se tivesse tirado um "sick day":
Provei um novo queijo que captou a minha atenção
não pelas opiniões que tivesse lido sobre ele, mas pelo nome - queijo Vermeer. Vermeer, o
pintor holandês que mais me encanta.
Mediante pesquisa feita imediatamente, fiquei a
saber que foi considerado o melhor queijo do mundo (de entre os 2.500 queijos
concorrentes, oriundos de 24 países) no Campeonato Mundial de Queijos de 2012,
realizado no Estado de Wisconsin, E.U. Um queijo com baixo teor de gordura que
satisfez completamente o meu paladar.
No ano passado foi o queijo suiço Emmentaler o vencedor do campeonato.
Encontrei uma lista de 50 queijos considerados
os melhores e não vi lá nenhum queijo português; suiços, holandeses, italianos,
espanhóis, americanos mas não portugueses nem canadianos e ambos os países têm
queijos muito bons.
A melhor bebida para acompanhar o Vermeer teria sido um Merlot ou Chardonnay, mas atendendo que se tratava de um pequeno-almoço, foi acompanhado com uma
grande caneca de chá verde.
Uma boa tarde para todos! : ))


