segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A polenta (xerém em algarvio!) é um ingrediente muito versátil.

Rodelas de polenta fritas com salada de rúcula, pimento, cebola roxa e camarões.


Rodelas assadas no forno com vários legumes salteados e muitas azeitonas!


Foi a partir do século XVII que este componente básico da alimentação italiana foi confecionado com milho. A primeira importação de milho da América, que há registo, foi em 1630.

Numa casa italiana, a polenta acompanha qualquer tipo de prato; pode ser servido apenas com molho de tomate, ou misturado com vários tipos de carne ou para acompanhar peixe frito ou assado.

Associarei sempre o xarém (ou xerém) com torresmos. Estas papas de milho acompanhavam os torresmos ou estes eram misturados nas papas. Também acompanha muito bem sardinhas assadas e misturado com amêijoas é uma delícia!!!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Não fiz planos relativos ao petisco para o dia do Super Bowl!!!  : (

Não tenho asas de frango, nem chili com nachos, nem entrecosto...


Mas tenho batatas feitas no forno, ovos cozidos e pepino; okra (quiabo) com tomate para acompanhar o salmão; azeitonas; pão indiano e pão alemão que vai ser barrado com um dip de espinafres!

E que ganhe a melhor equipa!!


Smoothie ligeiramente mais espesso que o habitual para ser comido à colher. “Decorado” com sementes de chia, maçã, sementes de cânhamo, amêndoas e banana.


Parecem bolachas mas não são. São scones acabados de fazer!! Para um pequeno-almoço mais completo! 




(Ainda não encontrei uma tradução para smoothie com a qual concordasse. Há quem traduza como batido, mas um smoothie não é um batido, porque o seu principal ingrediente é fruta. O ingrediente principal do batido é gelado.)

Uma boa tarde de domingo para todos!
: )

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Vi ontem o programa de Jamie Oliver, “Refeições em 15 minutos”, e algumas, como esta, são semelhantes ao que preparo em casa – não com o mesmo talento de Jamie.

Esta foi uma receita adaptada:

Jamie utilizou cuscuz, e eu, quinoa.

Ele misturou o cuscuz com espinafres picados e eu piquei rúcula e manjericão.

Ele acrescentou lulas cortadas às tiras e eu não porque não tinha nenhum cefalópode em casa!

Ele misturou pimentos de várias cores e eu também!

Ele acrescentou chouriço e eu também!


Tal como ele, salteei os vegetais e o chouriço em azeite, adicionando depois vinagre balsámico e mel.


E o resultado foi este...


Não me lembro se ele decorou este prato com azeitonas. Mas como eu adoro o fruto da oliveira... aqui estão elas!

Lanche e mais um Desafio

Foi a primeira vez que comprei e provei manteiga de maçã. Sem adição de açúcar.  


O fabrico da manteiga de maçã remonta à Idade Média nos mosteiros da Bélgica, Países Baixos e Alemanha.

Nos EU e no Canadá (principalmente no Ontário) há quintas que fabricam e vendem, nos fins de setembro, manteiga de maçã de fabrico caseiro.


Esta caneca foi-me oferecida há poucos anos. Foi fabricada em Amesterdão e comprada em Frankfurt.

Tem a imagem de uma pintura muito famosa, da autoria de um dos pintores que mais aprecio.

Qual é o nome deste pintor? Alguém poderá dar um palpite?


(Esta senhora tem um jarro nas mãos)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Dia de neve. Dia de folga. Dia de “pensar fora da caixa” quanto ao pequeno-almoço.

Não aos flocos de aveia,  não aos waffles.

Smoothie de banana, papaia, iogurte e leite de amêndoa. Torradas com rúcula, omelete feita com cogumelos enoki e pimento amarelo; uma barrada com queijo creme; fatias de pepino e rodelas de tomate tostadas na frigideira. Fruta: papaia e maçã. Amêndoas.




Voilá!

(I do believe I should skip lunch!!)