“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”
Antoine Lavoisier
Quando o termómetro indica uma temperatura com dois algarismos , 10° C, como hoje, a população sai para a rua e invade os parques. Há parques onde predominam os mais jovens e há outros onde se vê uma agradável diversidade geracional. Ao longo do percurso desta tarde e durante hora e meia de caminhada lenta com várias paragens para observar a natureza e a boa disposição dos outros passeantes que nos cumprimentavam com “This is a pleasant day, isn’t it?!”, encontrámos os ciclistas, os casais de idosos de mãos dadas (que eu acho um encanto), cães bem comportados a caminhar com os seus respectivos donos, os corredores, os casais novos com os carrinhos de bebé, os casais de namorados, abraçados e a trocarem palavras de amor ... talvez, avós e avôs que acompanhavam os seus netos, senhores de uma certa idade sentados nos vários bancos, ao sol, onde se podia observar os esquilos e as aves que, naquele local, por qualquer razão, se juntaram num alegre chilrear que nos encantou e satisfez esta ansiedade de liberdade de movimentos ao ar livre, e onde se podia ouvir o murmúrio do rio lá em baixo em absoluta harmonia com o resto da natureza.
Gosto de olhar para a elegância de certas árvores mesmo as que foram derrubadas pelo vento e pelo gelo.
Outras superaram as agruras de uma estação gélida e longa.
Finalmente consegui parar no tempo este esquilo irrequieto.
E este tâmia, não é fofinho?
Bom fim de semana a todos! : )