terça-feira, 4 de dezembro de 2012



A época dos excessos gastronómicos – para não se falar de outros - aproxima-se. 

Para alguns até já começou com os jantares de Natal organizados pelo comité social do local de trabalho.

Assim, há que praticar uma certa moderação em casa...


 Linguini primavera



Sopa picante chinesa feita no restaurante...

- Não quero que me atribuam apetências de que não sou detentora. : ) - 



Depois... há sempre espaço para uma sobremesa...




Iogurte magríssimo e... para compensar... adicionamos nozes, maple syrup da melhor qualidade, ou seja, canadiano, e chantilly!








domingo, 2 de dezembro de 2012


Já posso escrever “Apenas Fotos...” ... mas não sei até quando.




Fotos tiradas há pouco mais de duas semanas




sexta-feira, 30 de novembro de 2012


A saga continua...

Depois de ter eliminado,  há poucos minutos, mais de uma centena de fotografias do picasa (não tem direito a maiúscula!) e muitos posts, parece que ainda estou a utilizar 99,99% do espaço, ou seja, o mesmo espaço antes deste processo eliminatório que foi executado com tanto fervor. Fervor, neste contexto, não deverá ser interpretado como dedicação e/ou desejo!

Talvez o picasa necessite de mais tempo para atualizar a sua percentagem. Quem sabe se amanhã não indicarão que, afinal, se enganaram e que estou a usar apenas 99,98% e que ainda poderei publicar mais uma foto de uma sopa, de uma merenda ou de um belo pato canadiano!

Um agradável e quente fim de semana para todos!
: )

quinta-feira, 29 de novembro de 2012



Momentos fugazes que nos dispõem bem.

Esta tarde, fui a uma loja de cartões e lembranças que, embora muito pequena, também disponibiliza serviços de correios. Aproximei-me da bicha para comprar o que já não compro há muito tempo: sêlos! Havia apenas três ou quatro pessoas à minha frente.  

Naquele momento, Andrea Bocelli e Sarah Brightman cantavam “Con te partiro”. O senhor, que se encontrava à minha frente com a esposa, começou a cantarolar baixinho esta linda canção clássica, embora todos nós o pudessemos ouvir. E pareceu-me que a sabia toda de cor.

Eu, motivada por aquele à vontade do senhor, comecei a entoá-la muito baixinho enquanto esperava. Quando terminámos -  eu, ele, o Andrea e a Sarah!!! - uma senhora que por ali andava a escolher cartões, volta-se para nós e diz: Vocês também fazem um bom dueto! Todos se riram.

Saí da loja e dirigi-me para o supermercado onde me esperava o inolvidável José Feliciano em “Feliz Navidad”!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012








Não gosto de escrever textos ou simples frases sem fotografias. Mas, confesso, não me importo de publicar fotos sem textos!

E já que estou a enfrentar os problemas sobejamente conhecidos... resta-me, como forma de repouso, sentar-me no sofá, em frente da televisão e ouvir – quem diria?! -  que há um novo faraó no Egito.

domingo, 25 de novembro de 2012



Pronto! Já tenho espaço para novas fotos!

E que outra fotografia poderia escolher para efetuar tal confirmação?! : )





Um contentamento que durou pouco tempo. Alguém está a brincar comigo! Tentei colocar mais fotografias como rascunho. Não tenho espaço de novo!

Apenas um desabafo perante a minha total frustração. Nem merece qualquer comentário. : (

sábado, 24 de novembro de 2012











Não, ainda não tenho espaço para novas fotografias.



Esta encontrava-se como “rascunho” quando, há pouco tempo, o meu interesse gastronómico incidiu sobre sopas de diferentes origens culinárias.



Ao olhar para este registo de uma sopa de abóbora, que não exigiu a leitura atenta de uma qualquer receita – devo acrescentar!  – pensei como um comentário, uma sugestão ou uma opinião podem ter diferentes conotações e interpretações dependendo de como foram proferidas, se são ou não consideradas fora de contexto ou até dependendo da época em que se vive.

Quando há tempos a ministra da saúde aconselhou os portugueses a comerem sopa, muitos consideraram a sugestão ofensiva.

Porém, o Carlos Barbosa de Oliveira, do “crónicas on the rocks”, escreveu:

“Quando regressei a Portugal, era moda no eixo Lisboa/Cascais as tias dizerem “Vamos ali comer uma sopa!”, em vez do tradicional "vamos jantar!"

Eu desconhecia, ainda, que a expressão significava “ Vamos ali a um restaurante caro praticar a ostentação e o desperdício”... 

Duas épocas, duas interpretações.

A sopa é, afinal, um prato fundamental em todas as gastronomias. É aconselhada para todas as idades, é de fácil preparação e não há apenas 101 (ou são 1001?) maneiras de as fazer, como o bacalhau!

Mas... devo admitir... até a sopa  - o mais antigo prato do mundo – varia consoante o poder económico de cada um.


O “Buda Saltando sobre Uma Parede” é uma sopa que pode custar mais de 200 dólares americanos; já a minha sopa de abóbora, de benefícios nutricionais incontestáveis, fica por uns meros cêntimos!