Estimada Amiga Catarina e Pedro Coimbra, Eu fico a leste do paraíso rsrsrs, nem Leiria conheço bem, nem os fados de Coimbra!... Sabem, sai de Portugal tinha apenas 19 anos, só depois de 1974, nas minhas idas a Portugal fiquei a conhecer o país, é a vida. Se me falarem da Ásia e principalmente da Tailândia, ai sim, estou em casa... Um abraço amigo Ps - Na sua visita a Portugal não passou por Évora? essa cidade Museu eu conheço a 100% a cidade velha.
Certamente que o proprietário poderá responder melhor à tua questão, mas enquanto não chega ...
Conhecido por Edifício do Largo da Sé, no Largo da Sé, 7-9 2400-236 Leiria
Painéis de azulejos revestem o piso térreo de uma casa oitocentista, fronteira ao Largo da Catedral, tendo estes, na parte inferior, dois painéis de figuras masculinas e, lateralmente, vasos com anjos. .
António, Nunca fui a Évora! : ( Visitei Beja há anos. Posso dizer, sem ponta de exagero! : ) – que não conheço o Alentejo! Atravessá-lo de carro ou no Alfa (comboio rápido) não conta! Abraço.
Olá, helia, seja muito bem-vinda! : ) Concordo consigo. Ouvi muitos fados de Coimbra em determinada fase da minha vida. E de vez em quando sinto saudades e recorro ao youtube! Abraço.
Não só isso, Cat. :) Só estava a ver se o proprietário aparecia. :))) Tinha muito mais para dizer : Edifício da antiga "Pharmácia de Leonardo da Guarda e Paiva", fachada em azulejos "viúva lamego". Fica em frente à rua D, Sancho I. Ao fundo vê-se a casa dos Paivas, no Largo da Sé. A casa dos Paivas, a celebrizada "Botica do Carlos" do romance de Eça de Queirós, "O Crime do Padre Amaro", inicialmente identificada em letras em painel de azulejos "viúva lamego" com o nome "Pharmácia de Leonardo da Guarda e Paiva".
Infelizmente o Largo da Sé está com um aspecto quase terceiro-mundista. Casas antigas escoradas para não ruirem completamente, o Largo em si transformado num estaleiro, num pombal e numa armadilha para os automobolistas. Há uma placa alusiva ao insigne poeta Leiriense Acácio de Paiva, que aqui nasceu em 14-4-1863. .
Catarina Conheço muito muito bem, vivo a 8 km de Leiria, vou lá centenas de vezes, mas o nosso amigo Rui da Bica já disse tudo, os azuleijos eu não sabia. Beijinho
Por acaso até vivo em Leiria há 37 anos e já fotografei este edifício - que considero LINDO - muitas vezes. Leiria é, de facto, uma cidadezinha linda, com o seu belíssimo castelo e a Praça Rodrigues Lobo e a Rua Direita e assim. O pior mesmo é viver cá...
(fala-vos uma lisboeta de gema e uma sintrense de coração que veio para cá muuuuuuuuuito contrariada...)
Carol, Muito contrariada e há 37 anos? Já aprendeste a amar a cidade, estou a ver... Então talvez nos possas contar (quando “postar” mais fotos) a estória referente a uma certa estátua... : ) Abraço.
Querida Catarina, estive eu a ler os comentários todinhos e se não fosse o Rui, ficava na mesma! ;) Quanto aos fados de Coimbra e serenatas, já me posso pronunciar, pois passei por lá 4 anos da minha vida... até já fiz posts sobre isso. :)
Com que então andaste por perto?! :-)) Edifício emblemático do Largo da Sé e o Rui da Bica, como é seu apanágio, já adiantou bastante informação. Por acaso não sei quem é o proprietário deste espaço! Conheço muito bem esta bela cidade porque, como já disse, aqui estudei, aqui trabalhei muitos anos e, depois de alguns anos por outras paragens, aqui vim terminar a minha carreira profissional!
O mundo é pequeno, Rosinha! Quem sabe se não te encontravas a tomar chá com a Carol no Thomas & Martins à mesma hora em que eu estava a saborear um “sunshine”! : ) Também fotografei o liceu, claro, passeei pelo parque e vi as “mulheres irem ao mercado”, atravessei a ponte... ainda palmilhei uns bons quilómetros!
Catarina, Tem toda a razão. Quem estudou em Coimbra, conheceu a boémia associada ao estudante de Coimbra, viveu a cidade e os seus ambientes e arredores, foi um priveligiado. É assim que me sinto.
hélia, Fui habituado a ouvir a canção de Coimbra desde peqenino. O meu pai adora. O mau avô materno, adorava. Até à morte do meu avô, todos aos anos, pelo menos uma vez por ano, havia jantarada, fados e guitarradas em minha casa. Depois da morte dele, o meu pai nunca mais fez aquelas noitadas, nunca mais reuniu aquelas tertúlias. Já mais velho, estudante de Coimbra, tive a felicidade de ser amigo de muita gente ligada aos grupos de fados, às tunas. E, de quando em vez, com amigos, em tertúlias, lá cantava o meu fadinho :)) Cantei este várias vezes. Bjs às duas
mais http://dispersamente.blogspot.com/search/label/fam%C3%ADlia%20paiva
Olá Catarina, encantado por ver esta fotografia de casa com tantas referências de Leiria e à qual me ligam laços tão íntimos!...
Uma nota importante para quem ler os posts dos links acima: A figura que, em determinada altura, circulava como sendo alusiva a Sócrates (filósofo da Antiga Grécia) é de Galeno, que tem na mão uma placa onde se pode ler Sócrates. Daí a confusão que se generalizou e banalizou a tal ponto que até em livros permaneceu escrita para sempre.
Estou a trabalhar num livro sobre Acácio de Paiva, um dos poetas Leirienses mais ilustres, humorista de fina ironia, no qual se dirá o mais que for possível daquela casa e das pessoas que com ela estão ligadas: por exemplo, o próprio Eça de Queirós trabalhou numa casa em frente e alude à farmácia Paiva, sempre que fala do Boticário Carlos e do ponto de reunião e cavaqueira da cidade, no decorrer do seu célebre romance "O Crime do Padre Amaro".
etc
Um grande abraço, com consideração e estima António
“Quem é vivo sempre aparece!” : ) Estávamos à sua espera!
Obrigada pelos links. Já os li e fiquei com curiosidade de ler os poemas de Acácio de Paiva e de conhecer este poeta. Não se esqueça de nos informar quando terminar esse trabalho.
Quando o Rui da Bica se referiu à Botica do Carlos e a Eça de Queirós, procurei pelo livro que há muito não lhe tocava a não ser para lhe limpar o pó. Vou lê-lo de novo.
Logo na primeira página, o “Carlos da Botica – que o detestava (o pároco da Sé) – costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com face afogueada de sangue, muito enfartado:
- Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!” : ))))
Não deixa de ser interessante pensar que a minha ida a Leiria me traria, de novo, ao Dispersamente, através da casa de azulejos azuis “viúva lamego” e que iria reler “O Crime do Padre Amaro” , agora que conheço um pouquinho de Leiria e arredores!!!
"Dentro de ti, `o Leiria,
ResponderEliminarDentro de ti, `o Leiria,
Vive uma moira encantada,
Vive uma moira encantada.
Não sabes é minha amada,
Não sabes é minha amada,
E tem por nome Maria."
Conhece, Catarina?
Canção (fado) de Coimbra.
Canteia-a muitas vezes em tertúlias com amigos.
Grandes memórias de Leiria também, Catarina.
Pedro,
ResponderEliminarSempre gostei (quem não gosta?) dos fados de Coimbra! Este não me lembro. Confirmei no youtube : (
E os capas negras!!!... Que fascínio exerciam nas raparigas!
De vez em quando aparece aqui uma tuna de Portugal. Tento não perder.
Quem estudou em Coimbra foi priviligiado(a). Uma experiência inesquecível.
Estimada Amiga Catarina e Pedro Coimbra,
ResponderEliminarEu fico a leste do paraíso rsrsrs, nem Leiria conheço bem, nem os fados de Coimbra!...
Sabem, sai de Portugal tinha apenas 19 anos, só depois de 1974, nas minhas idas a Portugal fiquei a conhecer o país, é a vida.
Se me falarem da Ásia e principalmente da Tailândia, ai sim, estou em casa...
Um abraço amigo
Ps - Na sua visita a Portugal não passou por Évora? essa cidade Museu eu conheço a 100% a cidade velha.
Certamente que o proprietário poderá responder melhor à tua questão, mas enquanto não chega ...
ResponderEliminarConhecido por Edifício do Largo da Sé, no
Largo da Sé, 7-9
2400-236 Leiria
Painéis de azulejos revestem o piso térreo de uma casa oitocentista, fronteira ao Largo da Catedral, tendo estes, na parte inferior, dois painéis de figuras masculinas e, lateralmente, vasos com anjos.
.
Linda é Leiria e linda é a canção , como lindas são todas as canções de Coimbra!
ResponderEliminarAntónio,
ResponderEliminarNunca fui a Évora! : (
Visitei Beja há anos. Posso dizer, sem ponta de exagero! : ) – que não conheço o Alentejo! Atravessá-lo de carro ou no Alfa (comboio rápido) não conta!
Abraço.
Rui,
ResponderEliminarFizeste a tua pesquisa. Faltou dizer: azulejos viúva lamego! : )
Abraço.
Olá, helia, seja muito bem-vinda! : )
ResponderEliminarConcordo consigo. Ouvi muitos fados de Coimbra em determinada fase da minha vida. E de vez em quando sinto saudades e recorro ao youtube!
Abraço.
Estive lá à dois anos e adorei. Leiria é de facto uma cidade histórica muito bonita. Foi a cidade escolhida para passar o dia dos namorados =) *
ResponderEliminarCatarina.
ResponderEliminarNão conheço o prédio, nem Leiria.
Só de passagem!
Beijo
Não só isso, Cat. :) Só estava a ver se o proprietário aparecia. :))) Tinha muito mais para dizer :
ResponderEliminarEdifício da antiga "Pharmácia de Leonardo da Guarda e Paiva", fachada em azulejos "viúva lamego".
Fica em frente à rua D, Sancho I. Ao fundo vê-se a casa dos Paivas, no Largo da Sé.
A casa dos Paivas, a celebrizada "Botica do Carlos" do romance de Eça de Queirós, "O Crime do Padre Amaro", inicialmente identificada em letras em painel de azulejos "viúva lamego" com o nome "Pharmácia de Leonardo da Guarda e Paiva".
Infelizmente o Largo da Sé está com um aspecto quase terceiro-mundista. Casas antigas escoradas para não ruirem completamente, o Largo em si transformado num estaleiro, num pombal e numa armadilha para os automobolistas. Há uma placa alusiva ao insigne poeta Leiriense Acácio de Paiva, que aqui nasceu em 14-4-1863.
.
Catarina
ResponderEliminarConheço muito muito bem, vivo a 8 km de Leiria, vou lá centenas de vezes, mas o nosso amigo Rui da Bica já disse tudo, os azuleijos eu não sabia.
Beijinho
Conheço Leiria, conheço o imóvel, só não conheço a história do mesmo.
ResponderEliminarPor acaso até vivo em Leiria há 37 anos e já fotografei este edifício - que considero LINDO - muitas vezes. Leiria é, de facto, uma cidadezinha linda, com o seu belíssimo castelo e a Praça Rodrigues Lobo e a Rua Direita e assim. O pior mesmo é viver cá...
ResponderEliminar(fala-vos uma lisboeta de gema e uma sintrense de coração que veio para cá muuuuuuuuuito contrariada...)
Olá, Marisa Ferreia,
ResponderEliminarSeja muito bem-vinda. O dia dos namorados em Leiria?! Compreendo perfeitamente. : )
Abraço.
Carlota,
ResponderEliminarUm dia – não sei quando – ainda quero conhecer alguma coisa desse teu Alentejo.
Abraço.
Rui,
ResponderEliminarNão me falaram da casa dos Paivas. Li algo na net. Tenho que aprofundar... : )
Obrigada, Rui. Já aprendi mais alguma coisa.
Abraço
Flor de Jasmim,
ResponderEliminarNão me tinha apercebido que também vivias perto de Leiria. Conhece-la bem, pois...
Abraço.
Observador,
ResponderEliminarO Rui já nos deu algumas informações. Talvez o seu proprietário passe por aqui e tenha mais alguma coisa a acrescentar...
Abraço.
Carol,
ResponderEliminarMuito contrariada e há 37 anos? Já aprendeste a amar a cidade, estou a ver...
Então talvez nos possas contar (quando “postar” mais fotos) a estória referente a uma certa estátua... : )
Abraço.
Estou à espera do proprietário...
ResponderEliminarVitor,
ResponderEliminarTambém eu! : )
Mais uns dados interessantes :
ResponderEliminarhttp://utilizadores.leirianet.pt/~anunes/acacio.html
A partir daqui podes ir mais longe. :))
.
Querida Catarina, estive eu a ler os comentários todinhos e se não fosse o Rui, ficava na mesma! ;)
ResponderEliminarQuanto aos fados de Coimbra e serenatas, já me posso pronunciar, pois passei por lá 4 anos da minha vida... até já fiz posts sobre isso. :)
Com que então andaste por perto?! :-))
ResponderEliminarEdifício emblemático do Largo da Sé e o Rui da Bica, como é seu apanágio, já adiantou bastante informação.
Por acaso não sei quem é o proprietário deste espaço!
Conheço muito bem esta bela cidade porque, como já disse, aqui estudei, aqui trabalhei muitos anos e, depois de alguns anos por outras paragens, aqui vim terminar a minha carreira profissional!
Abraço
Rui,
ResponderEliminarObrigada, amigo Rui. Já fui mais longe. Já estou melhor informada. : )
Abraço.
Manuela,
ResponderEliminarFaz-me um favor... Dá-me os títulos desses posts para que eu os possa ler. Estou muito interessada!
Bjos
Rosa dos Ventos,
ResponderEliminarO mundo é pequeno, Rosinha!
Quem sabe se não te encontravas a tomar chá com a Carol no Thomas & Martins à mesma hora em que eu estava a saborear um “sunshine”! : )
Também fotografei o liceu, claro, passeei pelo parque e vi as “mulheres irem ao mercado”, atravessei a ponte... ainda palmilhei uns bons quilómetros!
Abraço.
Este era outro que nunca reconheceria, porque tal como disse anteriormente não vou lá há 22 anos... :)
ResponderEliminarAbraço!
Teté,
ResponderEliminarGostei muito desta cidade. Tive bons “cicerones”. : )
Catarina,
ResponderEliminarTem toda a razão.
Quem estudou em Coimbra, conheceu a boémia associada ao estudante de Coimbra, viveu a cidade e os seus ambientes e arredores, foi um priveligiado.
É assim que me sinto.
hélia,
Fui habituado a ouvir a canção de Coimbra desde peqenino.
O meu pai adora.
O mau avô materno, adorava.
Até à morte do meu avô, todos aos anos, pelo menos uma vez por ano, havia jantarada, fados e guitarradas em minha casa.
Depois da morte dele, o meu pai nunca mais fez aquelas noitadas, nunca mais reuniu aquelas tertúlias.
Já mais velho, estudante de Coimbra, tive a felicidade de ser amigo de muita gente ligada aos grupos de fados, às tunas.
E, de quando em vez, com amigos, em tertúlias, lá cantava o meu fadinho :))
Cantei este várias vezes.
Bjs às duas
Catarina o meu Alentejo é belo!
ResponderEliminarQuando o conheceres nunca mais o esquecerás.
Beijo
Carlota Pires Dacosta
Pedro,
ResponderEliminarAbraço.
: )
Carlota,
ResponderEliminarAcredito. Todos se referem ao Alentejo profundo com grande carinho.
Abraço.
http://dispersamente.blogspot.com/search/label/farm%C3%A1cia%20paiva
ResponderEliminarmais
http://dispersamente.blogspot.com/search/label/fam%C3%ADlia%20paiva
Olá Catarina, encantado por ver esta fotografia de casa com tantas referências de Leiria e à qual me ligam laços tão íntimos!...
Uma nota importante para quem ler os posts dos links acima:
A figura que, em determinada altura, circulava como sendo alusiva a Sócrates (filósofo da Antiga Grécia) é de Galeno, que tem na mão uma placa onde se pode ler Sócrates. Daí a confusão que se generalizou e banalizou a tal ponto que até em livros permaneceu escrita para sempre.
Estou a trabalhar num livro sobre Acácio de Paiva, um dos poetas Leirienses mais ilustres, humorista de fina ironia, no qual se dirá o mais que for possível daquela casa e das pessoas que com ela estão ligadas: por exemplo, o próprio Eça de Queirós trabalhou numa casa em frente e alude à farmácia Paiva, sempre que fala do Boticário Carlos e do ponto de reunião e cavaqueira da cidade, no decorrer do seu célebre romance "O Crime do Padre Amaro".
etc
Um grande abraço, com consideração e estima
António
Agora reparo. O "Rui da Bica" já tinha dado uma dica interessante. Por acaso, sou eu o autor dessa página. Tão antiga que ela já é! De 2000, para aí!
ResponderEliminarViva "Rui da Bica",
António
as-nunes,
ResponderEliminar“Quem é vivo sempre aparece!” : ) Estávamos à sua espera!
Obrigada pelos links. Já os li e fiquei com curiosidade de ler os poemas de Acácio de Paiva e de conhecer este poeta. Não se esqueça de nos informar quando terminar esse trabalho.
Quando o Rui da Bica se referiu à Botica do Carlos e a Eça de Queirós, procurei pelo livro que há muito não lhe tocava a não ser para lhe limpar o pó. Vou lê-lo de novo.
Logo na primeira página, o “Carlos da Botica – que o detestava (o pároco da Sé) – costumava dizer, sempre que o via sair depois da sesta, com face afogueada de sangue, muito enfartado:
- Lá vai a jibóia esmoer. Um dia estoura!” : ))))
Não deixa de ser interessante pensar que a minha ida a Leiria me traria, de novo, ao Dispersamente, através da casa de azulejos azuis “viúva lamego” e que iria reler “O Crime do Padre Amaro” , agora que conheço um pouquinho de Leiria e arredores!!!
Abraço.
Pronto!
ResponderEliminarJá sei quem é o dono do prédio!
Parabéns, as-nunes...:-))
Abraço