Numa das paredes da pastelaria Martin & Thomas
Já me tinham falado nesta fonte barroca do século XVII. A Fonte das Três Bicas. Queria fotografá-la para a posteridade. Vi um casal a tirar fotografias e esperei. Preferia uma fonte sem seres humanos. E continuei a esperar... Parece que o casal não se entendia, ou melhor, ele não confiava nela para lhe tirar a foto. Programou a máquina para um auto-retrato. O ângulo não era o melhor. Sentou-se mais à esquerda depois mais à direita... E eu à espera e as minhas amigas à minha espera... foram uns 15 minutos de espera...
Finalmente tive a fonte só para mim!...
“O Lis e o Lena”
Gostei da obra de Lagoa Henriques. Diz-se que uma parte da anatomia do Lis foi alterada. Verdade?! : )
E assim disse adeus à bela cidade de Leiria.
Catarina, pelo que vejo as suas férias deste lado do Atlântico têm sido bem diversificadas! As nossas, exceptuando duas brevíssimas escapadelas têm sido passadas no Areeiro. Estamos a guardar-nos para Setembro com 12 dias no Yorkshire!
ResponderEliminarUm abraço e continuação de boas férias.
Dalma,
ResponderEliminarForam muito diversificadas, sim. Três países (!) – estou a considerar Ayamonte como estrangeiro... : ) Este ano aceitei todos os convites que me foram feitos com a excepção de uma estadia na Madeira. O mês não foi suficientemente longo para passar uns dias com um casal amigo.
Boas férias em Yorkshire!
Abraço
Belas fotos, Catarina!
ResponderEliminarLeiria é linda, é uma cidade romântica, com muita história para contar. Temos andado, nesta última década e meia (pelo menos) em obras constantes- Há sítios (o Largo da Sé, por exemplo) que se transformaram em estaleiros de obras, sem dó nem piedade. A estética, mesmo em obras, podia ser mais preservada.
É verdade. No que respeita ao trabalho escultórico da fonte do Lis e do Lena, na primeira versão o pénis tinha um tamanho maior (que não era obrigatório, claro está, mas foi assim que Lagoa Henriques o apresentou na sua versão inicial) mas houve por aqui um "movimento" em surdina mas eficaz, que se escandalizou e lá arranjaram forma de o modelar à maneira actual. É para rir... se não fosse tão irónico e provinciano/pacóvio.
Um abraço
António
Tu não me digas, Catarina, que os proprietários da pastelaria seguem à risca a "letra" da Ode ao Pão e o distribuem como dádiva, pelos clientes?!
ResponderEliminar;)
Ah sim?! Alteraram a anatomia do Lis?!
Vais ver que foi dona Miquelina, moradora do prédio em frente, que enviou uma petição à câmara... não conseguia fechar a janela...
;)))
Catarina, num ano de Canadá escrevi 231 post e excluindo algumas brincadeiras para os que me liam estão as minhas observações e vivências nessa terra infinda. Se quiser divertir-se com alguns posts ou saber a minha opinião à cerca dela, pode ir aqui: http://naterradosplatanos.blogs.sapo.pt/2010/04/13/ Corresponde ao primeiro post que fiz e daí, se tiver curiosidade (e tempo) pode seguir o meu dia a dia de quando era sua "vizinha"!!
ResponderEliminaras-nunes,
ResponderEliminarFoi exatamente isso que me contaram. : )
Pelo que tenho lido, há algumas esculturas espalhadas pelo país que tem causado certas polémicas! O povo português ainda é conservador.
Pensando melhor, talvez assim a atenção dos visitantes abranja a escultura como um todo e não se centre numa determinada particularidade da mesma! : )
Abraço.
Bartolomeu,
ResponderEliminarNão comi pão, portanto, não sei! : ))) Pelo doce tive que pagar.
Quanto ao Lis, se calhar até foi mesmo a dona Miquelina a impulsionadora do tal “movimento” a que as-nunes alude e, consequentemente, causadora de tal “operação!
Catarina,
ResponderEliminarBonitas fotos! Espero, com alguma ansiedade, em breve poder vaguear por aí para fotografar outros sítios.
Obrigada pela partilha.
Beijinho
Dalma,
ResponderEliminarClaro que estou interessada em ler as suas crónicas, a sua experiência e opiniões sobre esta terra onde vim parar sem ter sido eu a tomar esta decisão. Mas fui eu a decidir que aqui continuaria a viver.
Abraço.
Luísa,
ResponderEliminarObrigada!
Apareça sempre.
Lenda do rio lis e Lena.
ResponderEliminarNasceu o rio Lis junto a uma serra
No mesmo dia em que nasceu o Lena;
Mas com muita Paixão, muita Pena
De seu berço não ser na mesma Terra
Andando, andando alegres, murmurantes,
Na mesma direcção ambos corriam;
Neles bebendo, as aves chilreantes
Cantavam esse amor que ambos sentiam
Um dia já espigados, já crescidos
Contrataram casar, de amor perdidos
Num domingo, em Leiria de mansinho...
Mas Lena, assim a modo envergonhada
Do povo, foi casar toda enfeitada
Com o Lis mais abaixo um bocadinho
Marques da Cruz
Valeu a pena esperar.
ResponderEliminarAs fotos tão giras e as férias devem ter sido divertidas.
xx
Ora aí está uam cidade que não me diz muito. Faz-me lembrar um pãozinho sem sal...
ResponderEliminarRui,
ResponderEliminarGostei de ler o poema/lenda!
Interrompi a leitura a meio. Sabes porquê? Porque quase que ia deixando queimar os peitos de peru. Tenho que abrir janelas e portas para arejar a casa! : )))
Abraço.
CATARINA, que portuguesa sou eu que não conhece Leiria. Mas, belas fotos voce nos apresenta.
ResponderEliminarBeijos
Paloma
papoila,
ResponderEliminarValeu a pena esperar, sim!
Abraço. : )
CBO,
ResponderEliminarUm pãozinho sem sal?! Ahah! Talvez não tivesse encontrado lá alguém que lhe tivesse feito bater esse seu coração! : )
E as francesinhas como estavam (noPorto)? Os emigrantes franceses não as “açambarcaram” todas?
Abraço.
Paloma,
ResponderEliminarQuando se vive longe do país e há muitos anos, é absolutamente natural não o conhecer bem! Nada de mal nisso. Não é por isso que somos mais ou menos portuguesas. Não é essa a forma de demonstrar o tão badalado patriotismo que para muitos (que vivem no próprio país) pouco ou nada significa.
Abraço.
Foste uma exímia e paciente fotógrafa dos encantos desta cidade tão bonita e com tantos recantos especiais!
ResponderEliminarTenho muitas destas fotos e só não as utilizei nos meus enigmas porque tenho visitantes da cidade e arredores! :-))
Quanto ao pormenor anatómico o António Nunes já explicou tudo!
Abraço
Leiria? Quem diria...
ResponderEliminar(a "espantação" tem a ver com o post anterior)
Bela a cidade. Tenho dela recordações... Umas que, coitada, de nada é culpada. Tinha-a que a atravessar para ir para o Porto e chegar lá já "morto". Outra de leirenses. Essas boas... Terei que um dia contar, num post meu (para não ofuscar e seu) Mas a última, última mesmo. De Leiria. passada no Centro Prisional... As prisões retratam a realidade de (alguns) corações...
Oi Catarina,
ResponderEliminarAcabamos de conhecer um pedacinho dessa cidade que nunca conseguimos ir. Muito bom ver aqui.
5 bjs
Cozinha dos Vurdóns
Estimada Amiga Catarina, Temos algumas coisas em comum, eu quando vou para qualquer lado, a máquina fotografica não para de disparar.
ResponderEliminarValeu a pena ter esperado esses 15 minutinhos, a foto está genial, bem como todas as outras dessa bela cidade de Leiria.
Na vila do Alandroal, se lá tivesse passado, poderia ter tirado uma foto à fonte das 7 bicas, bem como conhecer Monsaraz, algo de belo no Alentejo, para além da cidade Museu.
Abraço amigo
Um passeio agradável, com boas fotos das paisagens por onde andaste. Mas sim, há sempre uns "caramelos" indecisos, que querem sempre aparecer nas nossas fotos... e é preciso paciência! Muita! :)
ResponderEliminarAbraço!
Rosa dos Ventos,
ResponderEliminarSempre simpática!
Como podes imaginar, não foram apenas estas fotos que tirei!
O leitão dessa zona é óptimo! Fui ao “Aldeia do Leitão” na Boa vista. : )
Abraço.
Rogério,
ResponderEliminarPode ofuscar à vontade!
Fiquei com curiosidade. Que experiências serão essas? Vou aguardar esses relatos “avinagrados” e não só. : )
Abraço.
Olá, Cozinha dos Vurdóns,
ResponderEliminarBem-vinda! Obrigada pela visita.
5 beijos? Por que não meia dúzia? : )
António,
ResponderEliminarObrigada! A máquina digital foi uma grande invenção!!!: )
Abraço.
Teté,
ResponderEliminarAqui foram apenas 2 pessoas. É interessante observar as pessoas quando não se apercebem que estão a ser observadas!
Abraço.