Não cheguei a tempo de ver “Gago Coutinho”.
Desapareceu num dia de grande tempestade. A panorâmica da Praia dos Olhos d’Água alterou-se para sempre.
A maré naquela manhã estava quase cheia o que me impediu de ver os olheiros de água doce onde cheguei a brincar quando era muito pequena.
Também não cheguei a ver a minha madrinha que ali fez a sua residência permanente.
Mas tive uma agradável manhã de praia. Encontrei espaço suficiente para a sombrinha e estender a minha toalha. Quando o sol se tornou insuportável telefonei ao meu “motorista” para me ir buscar. Enquanto esperava, sentei-me numa esplanada onde comi a pior tosta mista de todos os tempos. Mas não me aborreci. Paguei e ali fiquei a “saborear” o momento e recordar outros momentos, longínquos no tempo mas todavia tão nítidos ...
Ao chegar a “casa” (tive muitas “casas” este ano no Algarve), fui surpreendida com um grande tacho de caracóis, duas enormes santolas, queijos, pão caseiro e a melancia mais doce que jamais comi...
No fim deste repasto, alguém me perguntou: Não tiraste fotos?!! Aposto que no Canadá não comes melancia com pevides!
É verdade! : )
Estimada Amiga Catarina,
ResponderEliminarPelo que vejo e embora não tenho visto o Gago Coutinho, viu algumas santolas e se deliciou com um prato de caracóis e talvez tivesse comido o tal melão com pevides.
Conheço bem a praia dos Olhos de Água, e um dia na compnahia de minha esposa, filho e esposa e minha irmã, dali saimos pelo areal só saindo muitos quilometros mais à frente, já cansados e com receio que a maré subisse, pois nos locais onde passamos não havia saída.
Locais encantadores onde é bom passar umas férias agradaveis, e se possível, junto de quem mais amamos.
Como sempre fotos maravilhosas, que me fizeram recordar outros tempos quando por lá andei.
Abraço amigo
E se eu lhe contasse que tenho um exemplar do roteiro da viagem aérea Portuga/Brasil, assinado pelo Gago Coutinho, a Catarina prometia que não dizia nada a ninguém?
ResponderEliminarEntão eu confirmo.
Catarina
ResponderEliminarLinda estas tuas fotos!!!
Ainda não conheço, mas tenho uma smiga que tem lá casa e já me cnvidou, ma como ou daquelas que não prometo para não faltar, não fui. Até porque gosto de andar sem me sentir presa. Adorei.
Beijinho
Aposto que essa tosta mista, para além de ter sido a pior que já comeste, foi provávelmente também, a mais cara.
ResponderEliminarÉ que o sol e o mar, nos bares do Algarve, também entram na conta das tostas... ou não fossem elas; mistas.
;)))
Só com motorista privado é que se pode chegar a Olhos de Água no Verão! :-))
ResponderEliminarCostumo lá ir em Março e almoçar naquele restaurante à direita que fica mesmo sobre a praia...
É triste não ver o "Gago Coutinho"!
Nas casinhas de barras azuis na encosta que tu tão bem captaste ainda se vê a beleza primitiva desta praia!
Abraço
Querida Catarina, estou a gostar imenso desta tua reportagem de férias, por terras dos Algarves. As fotos estão fantásticas! Tinha na minha memória, que esta praia era muito maior... mas como dizes que a paisagem se alterou...
ResponderEliminarAntónio,
ResponderEliminarHavia anos e anos que não vinha a esta praia. É sempre bom recordar quando as recordações nos podem proporcionar momentos agradáveis...mesmo saudosistas! : )
Pedro,
ResponderEliminarA sério?! Está bem guardado, suponho! Num cofre, a sete chaves!
Abraço.
Flor de jasmim,
ResponderEliminarVale a pena. Aceita o convite para a próxima. Vais gostar.
Abraço.
Bartolomeu,
ResponderEliminarVerdade. Creio que me vou lembrar dessa tosta por muito tempo. É que não exagero!
Abraço.
Rosa dos Ventos,
ResponderEliminarE que manobra (os motoristas) tem que fazer no fim da rua perto do café de cadeiras amarelas.
Refereste-te ao La Gigal Restaurant?
Ainda me recordo de ir a esta praia com os meus pais quando a rua era de terra batida... Vem-me à memória terra ruiva.... mas não tenho já a certeza.
Abraço.
Manuela,
ResponderEliminarA paisagem alterou-se um pouco porque já não existe aquele rochedo emblemático, o “Gago Coutinho”. Também me recordo dela bastante extensa. Naquele dia apenas abrangi o que as fotos mostram. Não fiz caminhadas exploradoras! : )
Abraço.
Os figos, que adoro secos, fizeram-me recordar a preferência de meu pai por eles assim como estão na foto...
ResponderEliminarOlhos de àgua, visitei ainda casada e aos três anos recentes de meu filho.
Um abraço
São,
ResponderEliminarOs Olhos d’Água continua a ser uma praia favorita e os figos uma tentação! : )
E havia mesmo fotos!... De um Verão, algures, perto de nós.
ResponderEliminarL.B.
Olá, Lídia!
ResponderEliminarAbraço. : )
E, na areia, todos aqueles guarda-sóis multi coloridos, bem poderiam ser os mesmos vistos,aqui, na Praia do Pepino, em São Conrado, Rio de Janeiro.
ResponderEliminarBeijos
Paloma
Pelo que vejo deves estar com um bronze do caneco. Foi praia até mais não! Booom demais!
ResponderEliminarTambém aposto que no Canadá não encontras caracóis... comestíveis! :)))
ResponderEliminar"Gago Coutinho" era o rochedo no meio da praia, não era? Da última vez que estive em Olhos d' Água já foi há tantos anos, que só me lembro de uma praia com rochas... ;)
Abraço!
Pois poderiam, Paloma! : )
ResponderEliminarPitanga Doce,
ResponderEliminarBronze? Nem pensar. Apenas uma tonalidade. Não quero pele ressequida nem rugas... a mais! : )
Teté,
ResponderEliminarAhah! Pois não, nunca como caracóis aqui; apenas os “escargots” muito esporadicamente pois tem montes de gordura!
Sim, “Gago Coutinho” era o rochedo que se encontrava isolado em frente dos grandes rochedos na segunda foto.. “Sacadura Cabral” desapareceu há muitos anos, não sei quando nem onde se encontrava.
Catarina,
ResponderEliminarlindas fotos e belas recordações.
Também eu quando era criança me lembro de ir ver os olhos de água, e brincar nessa praia...
Acredite, Luís, que fiquei dececionada por não ver os olheiros. É que estes continuam tão vivos na minha memória...
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