segunda-feira, 18 de março de 2013


Faz ou não faz sentido?





O passeio é que contorna o poste; não os peões!


41 comentários:

  1. Catarina
    Este post sugere-me - as voltas que a vida dá.
    Mas isto de certeza que não acontece no Canadá, pois não?
    Beijinho amiguita

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    1. Não compreendo a pergunta. Ou é uma pergunta retórica?! Estou lenta talvez devido ao nevão desta noite. : )

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  2. De certeza que não é em Portugal!!! rrss

    Dorme bem

    Ah, já te respondi lá na Teté, agora fico esperando saber a razão da pergunta, rrss

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    1. As “barbaridades” que tenho visto em Portugal põem-me fora de mim! : )
      Vou ver a resposta. Thanks! : )

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  3. Catarina,
    Essas barbaridades foram por nós deixadas em Macau.
    É com cada uma!!

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  4. Desenhos inteligentes para resolver situações simples.
    As pessoas devem contornar os obstáculos ?
    Decerto que haverá muitas soluções para estes casos.

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    1. Nunca vi um poste ou uma árvore urbana no meio do passeio. E muito menos um carro estacionado. Nesta cidade, desconhecemos o que seja estacionamento selvagem. : )

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  5. :-)
    No dia da árvore vou repetir uma fotografia que mostra a mesma solução para uma árvore secular, na cidade.
    Um abraço

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    1. Nesta estrada que dá para um parque, há vários postes como este e os respetivos desvios. E são suficientemente largos (tal como os passeios em toda a cidade) para não nos termos que afastar quando vêm pessoas em sentido contrário. Mas esta é uma cidade moderna com ruas bastante largas, especialmente nas zonas mais novas. Não podemos comparar a Lisboa, por exemplo, cidade antiga.

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    2. Em jeito de resposta a todos: sim nós portugueses temos alguns defeitos, mas francamente não temos só defeitos, também temos qualidades... por exemplo, deixamos exemplarmente de fumar em recintos fechados de um dia para o outro ( tiveram notícia de como foi então na Espanha?); posso dizer que somos exemplares em dar a prioridade aos peões nas passadeiras( não sei se já disse que entre 2004 e 2005 vivi exatamente um ano em Itália e lá o respeito pela passadeira NÃO EXISTIA, por várias vezes me aconteceu que até o carro da Polícia não me deu prioridade!!Vou para lá para a semana, vamos ver como estão no que toca a este aspecto. Em 2006 estive na Grécia e lá não vi um único condutor de moto que usasse capacete, cá em Portugal há muito que isso não acontecia! Aqui realmente o estacionamento às vezes é caótico, mas se nos aplicassem umas boas multazinhas logo entrariamos nos eixos!

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    3. Compreendo, Dalma. Os portugueses deixam, inquestionavelmente, sinais da sua passagem/estadia, onde quer que se encontrem, quer nos defeitos quer nas qualidades. Esta cidade foi e continua a ser, em grande parte, construída por portugueses pelo que são respeitados e admirados. Pelo que tenho lido em alguns blogues, Macau só começou a evoluir quando os portugueses a devolveram o que poderá ser confirmado ou desmentido pelos nossos amigos Pedro Coimbra e António Cambeta.

      Tenho um problema com o estacionamento abusivo nos grandes e pequenos centros urbanos onde os veículos ocupam o espaço, já de si reduzido, dos passeios, o que é um perigo para as pessoas que têm dificuldades de locomoção, para os invisuais, pais com carrinhos de bebé e outras. No Algarve, estacionam os carros debaixo das árvores devido ao calor, obrigando os peões, muitas vezes, a passarem para a estrada, com crianças pela mão. Absolutamente inaceitável. Nunca vi (o que não quer dizer que nunca aconteça) alguém ser multado.

      Nenhum local é perfeito. Ainda esta manhã ouvi na rádio que há multas no valor de 700 milhões (se a memória não me falha) por pagar. Não sei agora se apenas em Toronto ou na província do Ontário.

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    4. Catarina, tanto quanto sei no caso de Macau o desenvolvimento pós-Portugal foi devido ao jogo. Atualmente, segundo li, Macau ultrapassa Las Vegas em volume de apostas e no dinheiro movimentado. Como sabe os chineses são jogadores compulsivos e com a possibilidade, depois da nossa saída, de se deslocarem até ao território macaense levou a esse boom!
      Pelo que percebi, qd estive em Montreal algumas pessoas também deixavam ir para contencioso as multas que apanhavam. Daí hoje ouvir falar nesses milhões todos. O desfecho é que nunca soube como acontecia...

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    5. Ontem no 680 News:

      "TORONTO – The Ontario government is proposing to help municipalities collect unpaid traffic ticket fines.

      Anyone who has unpaid traffic tickets won’t be able to get new licence plates — that is if new legislation being introduced at Queen’s Park later this week is passed.

      The law would deny licence plates to drivers who have unpaid fines for things such as speeding, driving with no insurance, illegal lane changes and illegal turns.

      The Ontario government said the legislation is aimed to help municipalities collect unpaid traffic fines from drivers who do not follow the rules of the road."

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    6. Dalma e Catarina,
      O Jogo, em Macau, foi explorado em regime de monopólio até 1999.
      A administração portuguesa tentou pôr fim a esse monopólio mas, no Grupo de Ligação Conjunto, os chineses sempre se opuseram a essa medida.
      Porque a queriam guardar para o pós-99.
      Como os portugueses não queriam ondas (efeitos de uma descolonização que deixou traumas) o processo ficou assim.
      Após 99 o Jogo foi liberalizado.
      E, com os milhões de chineses que a vêm do interior da China para Macau, cheios de dinheiro, as receitas cresceram exponencialmente.
      Macau factura, actualmente, entre o triplo e quíntuplo de Las Vegas.
      Las Vegas que, entretanto, foi também ultrapassada por Singapura.
      E que é bem provável que venha a ser ultrapassada brevemente pelas Filipinas onde o Jogo começa a dar passos muito decididos.

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  6. E tanta coisa "exemplar" podíamos apontar. Somos portugueses, não é?


    Beijinho
    (Voltei)

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  7. Faz todo o sentido, Catarina.

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  8. Uma curva para quebrar a monotonia do passeio...

    Pior que isso só o poste no meio da estrada, Portugal tem alguns exemplos assim...

    Beijinho :)

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    1. Esta estrada (curta) em tempos não tinha passeios porque não há habitações nem de um lado nem do outro. Ora os postes (ao longo deste lado) são uma meia dúzia. Alguém teve esta brilhante ideia em vez de “irem em frente” com o passeio! : )

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  9. É pá isso parece arquitetura de portuês, temos dessas e piores por cá!

    beijinho e uma flor

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  10. Faz todo o sentido! Ou a foto foi tirada em Portugal, ou essa obra foi de um português :-)
    De regresso às lides!

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    1. Carlos, a foto foi tirada em Toronto! Se fosse em Portugal, as pessoas é que teriam de se desviar do poste, ou passando pelo relvado (aliás, terra batida!) ou passando pela estrada. Aqui, tendo o bem do cidadão em mente, os serviços municipais decidiram, e muito bem (e uma vez que o poste foi colocado primeiro), fazer um passeio com desvios perto dos postes para bem da população que faz as suas caminhadas por aqui.
      : )

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  11. A foto foi tirada em Toronto, mas por cá também já vi uma parecida, em que o poste não está no passeio, mas assim bem a meio de uma pequena estrada... :)))

    Parece que anedotas de postes não são só nacionais... :D

    Abraço

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    1. Nessa estrada, serão os carros a contornar o poste! : )

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  12. Seguir pelo passeio, porque não?
    Contornar o poste ou pisar a terra está Tudo em aberto....:)
    xx

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  13. De mais!!! Isso é que é civilização!...

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  14. Queria explicar uma coisa Margarida. Tive que me fazer seguidor de novo, porque, sem querer, desliguei de ti. Aí, quando me apercebi, fiz-me de novo. Daí eu ser um seguidor último....mas pelas razões que te expliquei.


    Beijinho

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    1. JP! Sou a Catarina! : )
      Obrigada pela explicação!

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    2. Catarina, desculpa. Não sei porque falei da Margarida....devia ser do Fb.... Conversas paralelas.

      Beijo na mesma

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    3. : ) É já a segunda vez que me chama Margarida! Até gosto do nome. : )
      Abraço

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    4. Ó diabo....Mas agora chamei Catarina :)....não sei o que acontece. Devo andar a pensar alto em alguma coisa ou então....


      Beijinho e desculpa mais uma vez.

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  15. Surpreendente seria o poste desviar-se dos peões! Ou, quem sabe, talvez não! :))

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