terça-feira, 16 de julho de 2013

Benjamin Franklin Parkway é a mais conhecida avenida de Filadélfia que atravessa o centro cultural da cidade, desde a Câmara Municipal até ao Museu de Arte. Uma avenida ladeada por bandeiras, passeios largos, pistas para ciclistas e onde se encontram, entre outros monumentos e museus, a Basílica de S. Pedro e S. Paulo, a Fonte Memorial de Swann, o Museu Rodin e a Barnes Foundation que tinha que visitar... no matter what!









As minhas bandeiras... por ordem alfabética.




Curiosamente, a bandeira portuguesa fica em frente da Barnes Foundation (no outro lado da avenida) , uma galeria de arte, fundada, em 1922, por Albert Barnes, médico, químico e grande colecionador de peças de arte. Entendia ele que as galerias e os museus eram espaços destinados aos que queriam realmente aprender e aos menos favorecidos e que as visitas por parte do público deveriam ser limitadas.

Foi entre 1993 e 1995 que ocorreu a primeira digressão internacional de algumas das suas obras mais famosas. Chegou a Toronto, à Galeria de Arte do Ontário, em 1994, e foi nesse ano que decidi ser sócia da galeria e usufruir de todas as vantagens que me eram oferecidas.


Visitar a Barnes Foundation foi a realização de um sonho. Domingo, 14 de julho de 2013 pelas 11 h da manhã. Passo pelo segurança que me revista a mala. Como é pequena (não esqueci a minha experiência no Louvre), fui autorizada a ficar com ela. Advertiram-me a não pisar o risco preto no chão  em frente dos quadros. Cumpri. Peguei num bloco de notas e numa lapiseira. Já a visita ia quase a meio quando uma funcionária me dá um lápis indicando que as lapiseiras não eram autorizadas. Fiquei com o lápis como recordação!

Vi 181 quadros de Renoir, 69 de Cézanne, 59 de Matisse, 46 de Picasso; vi Gouguin e El Greco... e dezenas de outros pintores ... mas não pude tirar fotos! 




30 comentários:

  1. E concretizou-se a ida a Filadélfia.
    E, pelo que vejo, valeu a pena.

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  2. Gosto de ver estas avenidas novas e abertas.
    Parecem um abrir os olhos para os novos tempos e as novas necessidades.
    Depois os monumentos mais importantes são preservados e mais bem cuidados.

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    1. Preservar o património é muito importante para certas sociedades... : )

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  3. Qualquer coisa esquisita com a minha máquina não me deixou ontem ver as suas fotogafias no post anterior. Agora está tudo bem, e as fotos são excelentes.
    Muita informação que nos ajuda a conhecer um pouco de outras terras. Que os belos passeios possam continuar.
    Abraço

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    1. Teria ficado mais um dia em Filadélfia para visitar a zona residencial da cidade e alguns monumentos, entre os quais, a Basílica e o Templo Masónico que me desperta tanta curiosidade.

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  4. Eh pá, Catarina andou a contar os quadros? Já parece uma Catarina que eu conheço (a minha filha) que faz balanços dos quadros que viu, mas ela tem... 10 anos!!! ;)

    Beijinho e vejo que a viagem foi proveitosa!

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    1. : ))))

      O panfleto deu-me muito mais informações que não transcrevi. Como olhei para todos os quadros... assumo que vi esses todos! : )

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  5. Que visita maravilhosa, pena não poderes fotografar dentro do museu!

    Abraço

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    1. Pois foi. Mas no Museu Rodin já podemos fotografar. Suponho que as estátuas não ficam danificadas com o flash das máquinas fotográficas.
      : )

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  6. Catarinamiga

    É a regra de oiro dos museus, por tudo o que é sítio. Há excepções, claro. no Rodin, por exemplo, e como muito bem assinalas, pode-se fotografar... com as estátuas impávidas e serenas, ainda que o Beijo... Porém, julgo que ficaste satisfeitíssima com o que viste: uma maravilha!

    Tens de fazer o favor de me enviar a tua morada de correio por imeile, pois gostarei de te enviar uns postalitos indianos. Ok?

    Qjs

    Henrique

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    1. O único museu – que eu conheço – que me permitiu tirar uma foto a um dos seus “priceless” quadros, foi o Louvre. Tenho a foto da Mona Lisa!Eu e mais uns milhões de visitantes.

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  7. Claro, normalmente as fotos não são permitidas e quando são não se pode usar flash

    Mas eu tirei uma no MUseu Matisse em Nice, rrrss

    Beijinhos

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    1. No Museu d’Orsay (em Paris) também não se pode tirar fotografias nem tão pouco ao seu famoso relógio. A minha companheira de viagem, desinibida como é, tirou uma série delas até uma funcionária lhe dizer que era proibido. Fingindo que não sabia, pediu desculpa e ficou com as fotos.
      : )

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  8. This is history.

    Abraço, catarina.

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  9. Catarina, o prazer de ver tudo isso deve ter sido grande e deve ter levado muitas horas... O que me acontece com pena minha é que, alguns tempos depois já se me desvaneceu muito do que vi!

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    1. Andámos muitos quilómetros por esta cidade. A certa altura, achámos que seria uma boa ideia fazermos o percurso turístico de autocarro. Acabámos por chegar à conclusão que pouco mais veríamos que já não tivessemos visto. Foi pouco tempo, não deu para visitar outros monumentos que me interessavam. Na Fundação Barnes “foi-me concedido” muito pouco tempo. Necessitaria de pelo menos três horas embora o meu tempo limite para uma galeria seja de duas horas e meia. Mais que isso fico demasiado cansada... mentalmente/intelectualmente! : )

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  10. Cara confrade Catarina!
    Você é uma felizarda!
    Caloroso abraço! Saudações democráticas!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  11. Mas fotografou os quadros todos com a sua memória, não é verdade?
    Acho bem que não se possa tirar fotos, porque danifica muito as obras.

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    1. Concordo que se deve preservar, a todo o custo, qualquer obra de arte. A memória registou mas por quanto tempo?! É por isso que vou escrevendo as minhas crónicas de viagem com fotos da net a acompanhar quando necessário. : )

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  12. Chato não deixarem tirar fotos. Aqui vai muito da direção de cada museu, alguns deixam fotografar sem flash. E aprecio imenso as obras de alguns desses pintores, nomeadamente de Renoir... ;)

    Mas as fotografias de Filadélfia também estão giras, principalmente a primeira! :)

    Abraço

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    1. A galeria não é muito grande se a comparar com a Galeria de Arte do Ontário mas tem um valor calculado em mais de $25 mil milhões.

      Reconheci imediatamente alguns dos quadros que foram exibidos em Toronto na primeira digressão que a fundação autorizou. Foi bom revê-los na sua “residência” original.
      : )
      : )

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  13. Que belas fotos Catarina, olha que já se vão anos que não visito um museu, adoro andar pelas galerias e aprender um pouco mais sobre a história. Curiosa a 3ª foto. Pelo que vejo é um meio de transporte, aqui no Brasil, encontramos esse tipo de carrinho móvel nos hipermercados usados pelos funcionários. Interessante. Bjocas

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    1. Aquelas “trotinetes” requerem um certo equilíbrio, suponho. Não creio que me aventurasse numa coisa destas. : )

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  14. fantástico! ter a oportunidade de visitar uma colecção dessas... a segurança deve ser mesmo apertada se nem uma lapiseira arriscam deixar entrar no museu.

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