Benjamin Franklin Parkway é a mais conhecida avenida de Filadélfia que
atravessa o centro cultural da cidade, desde a Câmara Municipal até ao Museu de
Arte. Uma avenida ladeada por bandeiras, passeios largos, pistas para ciclistas
e onde se encontram, entre outros monumentos e museus, a Basílica de S. Pedro e S. Paulo, a Fonte Memorial de Swann, o Museu Rodin e a Barnes Foundation que tinha que visitar... no matter
what!
As minhas bandeiras... por ordem alfabética.
Curiosamente, a bandeira portuguesa fica em frente da Barnes Foundation (no outro lado da avenida) , uma galeria de arte, fundada, em 1922, por Albert
Barnes, médico, químico e grande colecionador de peças de arte. Entendia ele
que as galerias e os museus eram espaços destinados aos que queriam realmente
aprender e aos menos favorecidos e que as visitas por parte do público deveriam
ser limitadas.
Foi entre 1993 e 1995 que ocorreu a primeira digressão internacional de
algumas das suas obras mais famosas. Chegou a Toronto, à Galeria de Arte do
Ontário, em 1994, e foi nesse ano que decidi ser sócia da galeria e usufruir de
todas as vantagens que me eram oferecidas.
Visitar a Barnes Foundation foi a realização de um sonho. Domingo, 14 de
julho de 2013 pelas 11 h da manhã. Passo pelo segurança que me revista a mala.
Como é pequena (não esqueci a minha experiência no Louvre), fui autorizada a
ficar com ela. Advertiram-me a não pisar o risco preto no chão em frente dos
quadros. Cumpri. Peguei num bloco de notas e numa lapiseira. Já a visita ia
quase a meio quando uma funcionária me dá um lápis indicando que as lapiseiras
não eram autorizadas. Fiquei com o lápis como recordação!
Vi 181 quadros de Renoir, 69 de Cézanne, 59 de Matisse, 46 de Picasso;
vi Gouguin e El Greco... e dezenas de outros pintores ... mas não pude tirar fotos!


E concretizou-se a ida a Filadélfia.
ResponderEliminarE, pelo que vejo, valeu a pena.
Valeu muito a pena.
Eliminar: )
Gosto de ver estas avenidas novas e abertas.
ResponderEliminarParecem um abrir os olhos para os novos tempos e as novas necessidades.
Depois os monumentos mais importantes são preservados e mais bem cuidados.
Preservar o património é muito importante para certas sociedades... : )
EliminarQualquer coisa esquisita com a minha máquina não me deixou ontem ver as suas fotogafias no post anterior. Agora está tudo bem, e as fotos são excelentes.
ResponderEliminarMuita informação que nos ajuda a conhecer um pouco de outras terras. Que os belos passeios possam continuar.
Abraço
Teria ficado mais um dia em Filadélfia para visitar a zona residencial da cidade e alguns monumentos, entre os quais, a Basílica e o Templo Masónico que me desperta tanta curiosidade.
EliminarQue inveja!
ResponderEliminar:)
: )
EliminarEh pá, Catarina andou a contar os quadros? Já parece uma Catarina que eu conheço (a minha filha) que faz balanços dos quadros que viu, mas ela tem... 10 anos!!! ;)
ResponderEliminarBeijinho e vejo que a viagem foi proveitosa!
: ))))
EliminarO panfleto deu-me muito mais informações que não transcrevi. Como olhei para todos os quadros... assumo que vi esses todos! : )
Que visita maravilhosa, pena não poderes fotografar dentro do museu!
ResponderEliminarAbraço
Pois foi. Mas no Museu Rodin já podemos fotografar. Suponho que as estátuas não ficam danificadas com o flash das máquinas fotográficas.
Eliminar: )
Catarinamiga
ResponderEliminarÉ a regra de oiro dos museus, por tudo o que é sítio. Há excepções, claro. no Rodin, por exemplo, e como muito bem assinalas, pode-se fotografar... com as estátuas impávidas e serenas, ainda que o Beijo... Porém, julgo que ficaste satisfeitíssima com o que viste: uma maravilha!
Tens de fazer o favor de me enviar a tua morada de correio por imeile, pois gostarei de te enviar uns postalitos indianos. Ok?
Qjs
Henrique
O único museu – que eu conheço – que me permitiu tirar uma foto a um dos seus “priceless” quadros, foi o Louvre. Tenho a foto da Mona Lisa!Eu e mais uns milhões de visitantes.
EliminarClaro, normalmente as fotos não são permitidas e quando são não se pode usar flash
ResponderEliminarMas eu tirei uma no MUseu Matisse em Nice, rrrss
Beijinhos
No Museu d’Orsay (em Paris) também não se pode tirar fotografias nem tão pouco ao seu famoso relógio. A minha companheira de viagem, desinibida como é, tirou uma série delas até uma funcionária lhe dizer que era proibido. Fingindo que não sabia, pediu desculpa e ficou com as fotos.
Eliminar: )
This is history.
ResponderEliminarAbraço, catarina.
Pois é! : )
EliminarCatarina, o prazer de ver tudo isso deve ter sido grande e deve ter levado muitas horas... O que me acontece com pena minha é que, alguns tempos depois já se me desvaneceu muito do que vi!
ResponderEliminarAndámos muitos quilómetros por esta cidade. A certa altura, achámos que seria uma boa ideia fazermos o percurso turístico de autocarro. Acabámos por chegar à conclusão que pouco mais veríamos que já não tivessemos visto. Foi pouco tempo, não deu para visitar outros monumentos que me interessavam. Na Fundação Barnes “foi-me concedido” muito pouco tempo. Necessitaria de pelo menos três horas embora o meu tempo limite para uma galeria seja de duas horas e meia. Mais que isso fico demasiado cansada... mentalmente/intelectualmente! : )
EliminarCara confrade Catarina!
ResponderEliminarVocê é uma felizarda!
Caloroso abraço! Saudações democráticas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Diadema-SP
: )
EliminarRetribuo as saudações democráticas!
Mas fotografou os quadros todos com a sua memória, não é verdade?
ResponderEliminarAcho bem que não se possa tirar fotos, porque danifica muito as obras.
Concordo que se deve preservar, a todo o custo, qualquer obra de arte. A memória registou mas por quanto tempo?! É por isso que vou escrevendo as minhas crónicas de viagem com fotos da net a acompanhar quando necessário. : )
EliminarChato não deixarem tirar fotos. Aqui vai muito da direção de cada museu, alguns deixam fotografar sem flash. E aprecio imenso as obras de alguns desses pintores, nomeadamente de Renoir... ;)
ResponderEliminarMas as fotografias de Filadélfia também estão giras, principalmente a primeira! :)
Abraço
A galeria não é muito grande se a comparar com a Galeria de Arte do Ontário mas tem um valor calculado em mais de $25 mil milhões.
EliminarReconheci imediatamente alguns dos quadros que foram exibidos em Toronto na primeira digressão que a fundação autorizou. Foi bom revê-los na sua “residência” original.
: )
: )
Que belas fotos Catarina, olha que já se vão anos que não visito um museu, adoro andar pelas galerias e aprender um pouco mais sobre a história. Curiosa a 3ª foto. Pelo que vejo é um meio de transporte, aqui no Brasil, encontramos esse tipo de carrinho móvel nos hipermercados usados pelos funcionários. Interessante. Bjocas
ResponderEliminarAquelas “trotinetes” requerem um certo equilíbrio, suponho. Não creio que me aventurasse numa coisa destas. : )
Eliminarfantástico! ter a oportunidade de visitar uma colecção dessas... a segurança deve ser mesmo apertada se nem uma lapiseira arriscam deixar entrar no museu.
ResponderEliminarNem garrafas de água ou outros líquidos.
Eliminar: )