Estou a ensinar
uma segunda língua – Português – a uma criança de ano e meio ao mesmo tempo que
ela está a aprender a sua primeira língua.
De acordo com
pesquisas efetuadas, os benefícios de aprender diferentes línguas nesta idade
são inegáveis.
I am teaching Portuguese to a one and half year
old at the same time she is learning her first language.
According to research the benefits of learning
different languages at a young age are undeniable.
My little treasure was very attentive while I was reading this story…
"Spot's First Walk"
depois "Maria Tinha um Cordeirinho"


How I wish that I had learnt another language at a time when my brain was more flexible/receptive than it is today.
ResponderEliminarIt is never too late, EC!
EliminarI am learning Turkish... it's a slow process, but I'm not giving up! : )
How wonderful to learn a different language at a young age.
ResponderEliminarSuch lessons on other languages were not heard of in my younger days - we have come a long way.
I was always interested in learning different languages, different cultures... It was much easier when we were younger. : )
EliminarQue maravilha, concordo contigo.
ResponderEliminarConheço uma criança que veio da Etiópia e foi adoptada por um casal português que vive na Suíça e desde pequenina que se sabe alemão e português.
Bom fim de semana Catarina!
https://existeumolhar.blogs.sapo.pt/
https://sentaqui.blogs.sapo.pt/
O saber falar algumas línguas expande os nossos horizontes. : )
EliminarMas que boa ideia... por uma data de motivos!
ResponderEliminarExatamente. Por uma data de motivos.
Eliminar: )
As crianças aprendem com muito mais facilidade, aproveito para desejar um bom fim-de-semana.
ResponderEliminarAndarilhar
Dedais de Francisco e Idalisa
O prazer dos livros
Bom fim de semana, Francisco!
Eliminar: )
Muito interessante.
ResponderEliminarbom fim de semana.
😉
Olhar D'Ouro - bLoG
Olhar D'Ouro - fAcEbOOk
Olhar D'Ouro – yOutUbE * Visitem & subcrevam
Concordo!
Eliminar: )
...and I have trouble with English!
ResponderEliminarI am "Jill of a few languages, master of none"! : )
Eliminarcérebro de criança = esponjinha :)))
ResponderEliminarabsorve com grande facilidade, e aprender línguas é muito bom para eles e para elas!
pequenina da família, 3 anitos, diz cores em português e a seguir em inglês, é o que ela houve na escolinha
vestido azul blue! eh eh eh
Sim, as crianças a partir de tenra idade têm uma grande capacidade para aprender uma segunda ou terceira língua. A minha filha está muito interessada também a ensinar a filha uma segunda língua, Português neste caso, embora o marido não seja português. Tb a incentivei a ensinar ao marido já que ele gosta tanto dePortugal e da gastronomia portuguesa. : )
EliminarWhat a fortunate child! Lucky you too.
ResponderEliminarI'm grateful!
Eliminar: )
Tenho sobrinhos e sobrinhos-netos bilingues desde tenra idade!
ResponderEliminarAbraço
A melhor idade para aprender novos idiomas.
Eliminar: )
Pois eu, com o Novo Acordo Ortográfico... já deixei de saber falar em português, e também de saber escrevê-lo... acho que vou recomeçar o processo todo outra vez... e se calhar, começar por livros assim, não será mesmo nada má ideia... :-))
ResponderEliminarFacto passou para fato de vestir... aceite para aceitado... e já começo a achar que as raízes da nossa língua vêm do latim, do verbo latir... subservientemente, não sei para quem... que inventou estas regras do Acordo Ortopédico... pois realmente, tal, só pode ter sido pensado com os pés!...
Beijinhos, Catarina! Bom fim de semana!
Ana
Ana, a palavra “facto” continua a escrever-se com “c” em português europeu. Adotei o novo acordo antes de ser obrigatório porque concordo com a maior parte das novas regras, embora reconhecendo que pode ser melhorado.
EliminarEmbora o termo “estória” não faça parte do português europeu, uso-a sempre que me refiro a um conto ou relato.
: )
E no Egito... sem p... vivem os Egípcios... com p... incongruências, que não dá para entender...
ResponderEliminarDe facto, ambas as formas são aceites... mas a grande maioria das vezes, mesmo nos meios de comunicação... opta-se pelo fato... bem vincado!... :-)
Beijinhos, Catarina!
Ana
Compreendo que haja incongruências, Ana. No entanto, na palavra Egipto o “p” não é articulado nem audível, consequentemente, não há razão para existir. No caso de Egípcios, o “p” é articulado e audível tal como o “c” de facto. : )
EliminarBjos
Eu continuo sempre a articular o "p", Catarina... no português de Portugal... Besides that... Egypt... continua com "P". Why so? :-D
EliminarEgito... é um brasileirismo. Nesse caso não tarda a abolirmos os nossos frigoríficos, para termos freezers... and so on!... E nos entretantos... lá se vai a raiz da língua do nosso Camões... que se visse este Acordo Ortopédico... tapava o outro olho!... E pedia cidadania espanhola... onde por lá... continua também a ser Egipto... :-)) como no resto de mais de meio mundo...
Beijinhos, Catarina! Bom fim de semana!
Ana
: ))
EliminarLuís de Camões, se não tivesse uma mentalidade aberta, teria “sofrido” muito com todas as alterações da língua portuguesa nestes últimos cinco séculos.
Ainda bem que a língua evoluiu!
Eu nunca pronunciei o p de Egito. Até porque o Acordo de 1945 considerava o p como uma letra muda e manteve-se apenas para estar em sintonia com “egípcio”.
O p não existe em italiano. É pronunciado (e portanto existe) em francês, em espanhol, em croata, em polaco, em romeno, em inglês. Existe em alemão, mas tanto quanto o meu ouvido apurou, também não é pronunciado.
As nossas lógicas divergem. : )) Concordamos em discordar, Ana.
Boas férias!
A very good idea!
ResponderEliminarI think so, too!
Eliminar: )
Imagino essa cena ternurenta... tu a ler - para o teu pequeno tesouro - e a pequenita a tentar entender...e fico comovida. :)
ResponderEliminarFelicito-vos pelas iniciativa, a ti e à tua filha.
Não sei se os teus filhos já nasceram aí no Canadá ou aqui, mas gostei imenso de saber que vais transmitir aos teus netos o conhecimento da Língua de Camões.
Beijos, Catarina. :)
Os meus filhos nasceram no Canadá. Embora nós (eu e o pai) dominássemos o inglês, preferimos que eles aprendessem bem o português pois sabíamos que com facilidade iriam aprender o inglês quando entrassem para a pré-primária, aos 4 anos de idade. Na altura a pré-primária era apenas meio dia; há já alguns anos que estes dois primeiros anos de escolaridade são o dia inteiro. Depois, como acontece com todas as crianças, começaram a preferir o inglês ao português. Mas continuam a não precisar de intérprete quando vão a Portugal. : ))
EliminarBjos
What a wonderful gift to give to a young child. Young children can learn a new language a lot easier than an adult.
ResponderEliminarTheir mind are like sponges.
EliminarI kept telling my children that if they could speak Portuguese well it would be much easier for them to learn French and Spanish and become polyglots. : )) But they are not into languages as I am. I am constantly practicing the ones I know... either talking to some friends in Italian (I have lots of friends of Italian background), reading books or magazines in French or Spanish and attempting to learn Turkish to keep my mind sharp! : ))
Fazes muito bem, Catarina. Eu arrependo-me de não ter ensinado o francês aos meus filhos quando eram pequenos. Podia tê-lo feito falando também nessa língua com eles, mas o facto é que não consegui. Devia ter-me esforçado mais.
ResponderEliminarAs crianças apenas se sentem obrigadas a falar português em casa quando os pais não falam a língua do país onde vivem. A partir do momento em que aprendem a língua nova, deixam de falar o português fora de casa. É um realidade. Como passam mais tempo na escola do que com os pais, vão-se esquecendo do português. Como alguns pais, entretanto, não fazem esforço para aprender a nova língua, aos poucos vai havendo uma dificuldade de comunicação cada vez maior. As crianças desinteressam-se (de uma maneira geral) pela língua dos pais. Acontece em todas as famílias. Por isso, os portugueses de Portugal, acham tão estranho que os jovens (em férias) só falem a “língua estrangeira”, criticando os pais “pela falta de patriotismo” e acrescentando que são “exibicionistas”. As pessoas como não têm a mesma vivência que nós, têm dificuldade ou não querem compreender a “situação”. Reconheço igualmente que é muito fácil para os pais manter uma conversação na língua do país onde vivem sem isso querer significar a tal falta de patriotismo. Também nos aconteceu. E continua a acontecer. Não temos grandes conversas em português e muito menos quando se intelectualiza os temas de conversa, então aí, tem que ser mesmo em inglês.
EliminarEu quero ensinar a garota o português simplesmente porque dou grande importância à riqueza de conhecimentos que a aprendizagem de línguas nos proporciona. O pai não é português, onde vivem não há aulas de português, a minha convivência com ela resume-se a poucos meses por ano devido aos 4 mil km de distância. A minha filha ensiná-la-a uma ou outra palavra mas não acho que tenha conversas em português no dia a dia. Adquirirá outros conhecimentos ricos devido à formação dos pais e à sua dedicação pela educação da filha.
Não te culpes. Se eles quiseram aprender outra língua ainda estão a tempo!!: )
As you said above young children's minds are like sponges. I think if they can learn more than one language it will be brilliant.
ResponderEliminarAll the best Jan
I feel very strongly about learning new languages from a young age.
EliminarHave a good weekend, Jan.
: )
I have a friend who read Spanish to her infant son and then hired a Spanish speaking sitter for him when he was young. He is all grown up now and fluent in Spanish. You are so right, learning at a very early age makes it come naturally. He can switch from English to Spanish without a thought.
ResponderEliminarThat is wonderful!
Eliminar: )
Hoje é só para dar conta do meu regresso à blogosfera.
ResponderEliminarObrigada, Pedro.
EliminarPassando ´para atualizar minha presença no nosso mundo virtual. AbraçO!
ResponderEliminarObrigada, As margens de mim.
EliminarLi numa revisa que só por não dobrarmos os filmes e séries estrangeiros nos ajuda depois a aprender as línguas e pequeno tesouro está cheio de sorte por ter uma professora assim :)
ResponderEliminarConcordo. É assim que estou a aprender turco. : )) Aprender... um termo usado numa vertente muito lata. Uma aprendizagem de palavras mais do que frases.
EliminarVivemos na Alemanha por 6 anos e os meus filhos nasceram la. Como tencionavamos regressar a Africa do Sul, onde viviamos na altura e para que eles nao tivessem problema com o Ingles no regresso, eu falava ingles com eles, o meu marido falava Portugues e eles aprenderam Alemao na creche. Falavam as 3 linguas e sabiam com que deviam falar que lingua. Depois do regresso a Africa do Sul eles esqueceram o Alemao. Mas ha uns anos atras, depois de mais de 20 anos passados, a minha filha fez um curso de Alemao e foi a melhor aluna. Ela diz que certas coisas lhe faziam sentido, era como um instincto. Se calhar qualquer coisa ainda ficou no cerebro mesmo depois de tantos anos. A minha nora tambem e Portuguesa e falam Portugues com as criancas, mas sei que quando elas vao para a escola tem a tendencia de falar so ingles.
ResponderEliminarSe não continuamos a praticar uma língua que não é semelhante à nossa, que não tem as mesmas raízes, é muito fácil esquecê-la. Tirei alemão durante cinco anos e hoje de poucas palavras me recordo. Nunca tive oportunidade de praticar este idioma aqui, ao contrário do francês e do espanhol. Italiano também é muito fácil de compreender se não for dialeto. Muitas das minhas amigas são italianas por isso há sempre a oportunidade de praticar. Temos canais de televisão em francês e isso também me ajuda.
EliminarAs crianças aprendem línguas com muita facilidade até aos 7 ou 8 anos. Depois começa a ser ligeiramente menos fácil mas, evidentemente, com o tempo são fluentes.
Essa vossa experiência ao viverem em vários países enriqueceu-vos imenso!!! Maravilha!!