sábado, 16 de agosto de 2014

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Maus hábitos de alguns representantes portugueses em solo canadiano.

Quando vamos ao consulado, primeiro esperamos numa fila para sermos atendidos por uma funcionária (esta manhã apenas vi uma, suponho que deve ser a única por detrás deste balcão) a quem informamos o que pretendemos. Esta dá-nos a senha com um número. Depois esperamos que nos chamem para sermos atendidos noutra sala. Esperei mais ou menos uma hora. Chamam-me. Acompanho o senhor até ao seu gabinete – pequeno -  que compartilha com mais dois colegas.  Um senhor bastante simpático e falador (menciono estas suas qualidades porque parece que a minha experiência de um passado já longínquo me faz recordar de funcionários públicos impertinentes e arrogantes).

Surpreende-me a falta de privacidade. Assim que me sento, tomo logo conhecimento que a senhora que está sentada atrás de mim fuma 25 cigarros por dia. Diz que vive sozinha e uma pessoa sozinha tem que fazer alguma coisa. No caso dela, fuma!

Começo a fazer as perguntas que tinha a fazer ao sr. X. Passados uns minutos o telefone toca. Pede-me desculpa e pega no auscultador. Pelo que oiço, é um telefonema de serviço. Continuamos. O telefone toca de novo. Telefonema pessoal. Foi tomar café não sei aonde e vai encontrá-lo(a) mais tarde. Pelo tom de voz pareceu-me que iria encontrá-LA. Enquanto lá estive, o telefone tocou mais duas vezes, sendo uma delas mais um telefonema pessoal. 

Não admira, pois, que o tempo de espera para sermos atendidos se prolongue.

Aproveitei o facto de estar na baixa e almocei com uma amiga  - gerente de uma grande sucursal bancária nesta parte da cidade – e referi-me à minha ida ao consulado.

A sua resposta: Numa empresa/repartição canadiana esse senhor corria o risco de ser despedido. No meu banco isso não aconteceria.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

“C….. que a água está mesmo quente!”

Uma exclamação feita em voz rouca... voz de bagaço... quando nas águas cristalinas, salgadas e quentes do Golfo do México me encontrava naquele domingo de manhã - ainda mal acreditando que poderia, se quisesse,  (e quis) passar horas inteirinhas “de molho” sem congelar -  olhando para o vasto horizonte onde as águas tocam o céu… mas não querendo perder o voo rasteiro do pelicano à procura do seu pequeno-almoço.




Com um vocabulário tão colorido (confirmado ao longo da semana e no mesmo local de convívio: no mar!) só pode ser pessoal do norte, pensei!   : )

Era um grupo de sete ou oito pessoas, muito faladoras e bem dispostas, assim me pareceu!

No final da semana, durante um passeio de barco, tendo como principal objetivo ver os golfinhos, o “ajudante” do capitão...



 ... dirige-se a mim e pergunta: A senhora também é portuguesa? Eu sou de Lisboa e vivo neste paraíso há 36 anos. E eu sou de Toronto onde os invernos são muito longos e frios. Eu sei, eu sei, nunca me vão apanhar lá. Deus me livre!


Acabámos por comparar guarda-roupas! : ))

(Vimos alguns golfinhos... só que foram demasiado rápidos para a minha Samsung!) 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

A lua a contemplar o pôr-do-sol





Por falta de um tema mais interessante e inspirador vou continuar com o tema Flórida

O edifício mais imponente em Clearwater Beach: o Hyatt Regency Hotel.

Vista da varanda do “nosso” apartamento – edifício cor de salmão




Vista de um dos apartamentos de um prédio ainda em construção (o preço dos apartamentos subia 50 mil dólares cada vez que subíamos o elevador; apts com esta panorâmica! : )





O que tb podia contemplar da nossa varanda...




E algumas casas da “nossa” rua 






segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Apenas a título de curiosidade...

Clearwater Beach - Areia branca, pores-do-sol fabulosos e um calor insuportável a qualquer hora do dia.




Todos os dias se via centenas de pessoas na praia à espera do pôr-do-sol que nunca desiludiu.


Com a temperatura do ar a 36°-37° e a do mar a rondar os 31° é compreensível que as pessoas prefiram estar dentro de água a conversar não se esquecendo dos óculos de sol, da t-shirt para evitar as queimaduras solares nos ombros e do chapéu.



Há quem prefira toldos...



Mais uma vez confirmei que os “speedos” não têm saída no continente americano! 

Este foi o único cavalheiro a exibir-se com este tipo de calção de banho durante a semana nesta parte da praia.


Quase todas as manhãs via esta garça a caminhar à beira-mar (como é bom escrever, neste momento, à beira-mar em vez de à beira-lago!!) enquanto a multidão não chegava! 

Aproximei-me um pouco mais mas nem por isso se assustou...