quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Turismo Doméstico ou Internacional?

Gosto de fazer turismo. 
Estes são os lugares que estou a planear visitar,  espero que num futuro não muito distante :

1.  ?


2.  Regressar aqui para uma visita mais prolongada.


3.  ?                                            


Estarei a fazer turismo doméstico ou internacional? : )

(Imagens tiradas da net)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Convite



Agasalhem-se, por favor, o passeio é longo e a temperatura está a -4°.



Cuidado! Cavalheiros, esta é uma boa oportunidade para darem o braço às senhoras.


Já concordámos que as mulheres são práticas e conseguem fazer várias tarefas em simultâneo.

Não podemos continuar sem fazer uma paragem para ver os patinhos.



Ora vejam! A prole aumentou! Com tanto frio e sendo as noites tão longas...


Esta ondulação mete respeito!

Que coisinha tão fofa!... e fria! ...


Sentemo-nos para que possamos contemplar, com todos os nossos sentidos, a beleza da paisagem...



A imagem fala por si.

Alguém trouxe os patins? Este é um ringue de patinagem na superfície de uma lagoa congelada. Não tenham medo... por enquanto ainda é seguro... : )

Os últimos raios de sol refletidos nos edifícios da baixa...



Há um belíssimo café a poucos metros.
Vamos beber um chocolate quente?
Espero que tivessem gostado do passeio! 







sábado, 8 de janeiro de 2011

A Mulher deve ser prática…

Fomos surpreendidos esta manhã com 20 centímetros de neve. As estradas estavam completamente cobertas com o tal manto imaculado e espesso que ainda não se tinha feito sentir este ano com tanta intensidade.
Impossível descortinar onde era o passeio e os limites de cada faixa.  Nestas circunstâncias, o melhor é conduzir onde nos parecer ser o meio da via!  Na minha opinião, é ser-se prática... E lá vamos em fila indiana,  a uma velocidade adequada às dificuldades provocadas pelo nevão. Mas, como acontece em qualquer lugar e em qualquer situação, há sempre alguém impaciente que não tem pachorra para confiar e até seguir o bom senso dos outros motoristas.



Atrás de mim vem um carro parecido a um Honda Pilot. Apercebo-me que está impaciente. Ora se aproxima da esquerda ora da direita. Às tantas, oiço um som que me parece um apito, um apito de um carro! Raramente apito a alguém. Também não gosto que me apitem. Mas como com estes nevões e esta fraca visibilidade não se brinca, achei por bem deixá-lo passar.  Apesar da cidade ser praticamente plana, lá aparece aqui e acolá umas subidas leves... e até nestas alguns veículos tiveram dificuldade. O meu novo investimento não me deixou mal vista! Quatro pneus novos de inverno.
Mantenho uma distância bem grande entre o meu carro e o tal “parecido com o Honda Pilot”.  Ainda bem que o fiz, porque passados uns quantos metros o cavalheiro atravessa-se na via – não causou acidente, teve sorte.  Passei pela direita,  devagar.... muito devagar, vejo que a janela do condutor está aberta, abro um pouco a minha e com o meu melhor sorriso perguntei: “Precisa de ajuda?!”  Não tinha intenção de parar. Apenas de ser sarcástica! Não lhe dei tempo de me dar qualquer resposta, se é que pensou em dizer-me alguma coisa!  Quase de certeza que este “chico esperto” – gosto desta expressão! – não conhece a fábula da tartaruga e da lebre.
Passadas umas horas, quando a neve deixou de bater... bater levemente e a temperatura subiu para  -8°C , então, sim, pude desfrutar a sua beleza “branca e leve, branca e fria” e tirar fotos às árvores, ao rio, aos esquiadores de cross-country...
Muito convidativo a um passeio e seria muito mais se o sol tivesse dado a graça do seu sorriso..

Emaranhado de ramos esbeltos...



Branca e ... pesada...


E todos os anos, por esta altura, me recordo:

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim...
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim...


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Tolerância

Tolerância é uma questão social muito actual.
Há quem considere a expressão “ser tolerante” como sinónimo de “ser complacente” com conotação paternalista.
Tolerância, na minha opinião, e no sentido mais amplo, deverá significar aceitação. Ser tolerante é aceitar as diferenças entre as pessoas, diferenças estas que se referem aos valores sociais, crenças e práticas religiosas, raça, nacionalidade, cor, género, orientação sexual, idade, características físicas...
E quando num país multicultural, determinados grupos étnicos seguem as tradições, as normas morais fundamentalistas vigentes no seu país de origem? Isto a propósito do que li ontem sobre um caso de “crime de honra” – mais um – cometido em Phoenix, nos Estados Unidos. Os filhos tornam-se muito ocidentalizados e os pais não estão com meias medidas...
A vida dos jovens de certos grupos étnicos não é nada fácil. Na escola, no local de trabalho são “ocidentais” e quando regressam a casa espera-os um modo de viver completamente diferente e por vezes oposto. Jovens que vivem em dois mundos na mesma cidade, que se revoltam e que, muitas vezes, acabam por pagar com a vida a decisão que tomaram.
Se eu sou justa, devo ser tolerante; consequentemente, deverei tolerar os intolerantes, de contrário, serei intolerante.  Mas eu não aceito estas práticas hediondas. A minha tolerância tem, afinal, os seus limites...

sábado, 1 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Diferentes formas de ler


(Imagem tirada da net)


Sempre gostei de ler obras literárias no seu formato tradicional:  em livro.
Gosto de manusear livros, gosto do cheiro dos novos e dos velhos, de sentir a textura das suas páginas e de usar marcadores de páginas (que colecciono) adquiridos ao longo dos anos. Tenho sempre um livro no carro na eventualidade de ser obrigada a interromper o meu percurso e ficar numa situação em que  tenha que  esperar por alguém ou por alguma coisa.
No dia em que o tráfego intenso me apanhou de surpresa, a música dos CDs ou da rádio não foram suficientes para dissipar o tédio que sentia. Então pensei: Ah! se eu pudesse ler enquanto não saio desta confusão! ...
Tive, naquele preciso momento, uma ideia brilhante! Um livro falante! Um livro narrado ou seja um áudio-livro! Fui à biblioteca e adquiri alguns, dois deles de Isabel Allende que já tinha obtido em livro. “Leio” enquanto estou no carro e até mesmo em casa quando estou a fazer alguma outra tarefa que não requeira a minha total atenção. Já “li” dois livros em quase duas semanas apesar de toda esta azáfama natalícia. Quando regressar ao trabalho para a semana, o entusiasmo, que normalmente sinto todas as manhãs ao pensar no trajecto que tenho que seguir até ao local de trabalho, vai ser sentido com muito mais intensidade ... E quando a temperatura me incentivar a marchas aceleradas, estou a imaginar-me a palmilhar quilómetros e quilómetros diariamente...
Devo acrescentar que tenho a intenção de continuar a manter uma boa relação com os livros tradicionais! : )

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Vegetação resiliente



A superfície deste rio está congelada!
Que tipo de vegetação sobrevive a temperaturas tão baixas?




Não são apenas
 os seres de maiores dimensões que são os mais fortes ou os mais resistentes...


Parece que as folhas também se enrolam para se protegerem contra o frio...


Os “botões” de penugem branca abriram-se para receber a luz intensa do sol reflectida pela neve sem se preocuparem com os UVs!


Planta chuveiro?


Este “ser”, de aspecto frágil e parecendo estar pronto para o Halloween, continua em pé, não obstante a temperatura que rondava os -6° C