terça-feira, 15 de março de 2011

Um passeio à beira do lago

O sol brilhou... Ao fim de uma semana cinzenta, enfadonha, o sol finalmente brilhou. O céu azul era salpicado aqui e acolá por bandos de aves felizes e cantadeiras. Vi um ninho que sobreviveu a um inverno longo e frio, um inverno que teima em prolongar a sua visita. Vi pessoas no parque, ainda com gorros, casacos de inverno, luvas e botas, algumas passeando os seus cães, outras correndo empurrando os carrinhos de bebé, outras ainda com as suas máquinas fotográficas profissionais observando os patos, os cisnes, as aves e esperando o melhor momento para a foto do dia. Vi ciclistas e uma rapariga a correr de t-shirt e calções, com a face e as pernas vermelhas – a temperatura rondava os três ou quatro graus positivos...






E depois, num ambiente mais aconchegante, com vista para o lago, soube bem um chá bem quentinho acompanhado de...




Um passeio simples, ao ar livre, pode ser muito aprazível e revigorante.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Um pintor veneziano

Tintoretto (1518-1594) 

“As Bodas de Caná” na Basilica di Santa Maria della Salute, Veneza

“O Milagre de São Marco” na Academia de Belas-Artes, Veneza

“Cristo lavando os pés dos seus Discípulos”, Galeria de Arte do Ontário (AGO), Toronto

Esta pintura é um exemplo da perspectiva linear, da ilusão ótica, com efeitos tridimensionais.
Nota: Recorro à net porque em nenhuma destas galerias fui autorizada a tirar fotos.


sábado, 12 de março de 2011



Associo este pensamento ao Japão.


“A grandeza de um Povo mede-se pela sua cultura.”
e eu acrescentaria:
... e pela capacidade de preservar a sua dignidade perante uma catástrofe de tais dimensões.

O Passado e o Presente


O Fort York foi construído pelo exército britânico e por tropas de militares canadianos nos séculos XVIII e XIX com o objetivo de proteger a cidade dos possíveis ataques militares dos EUA.
Muitas das edificações foram destruídas durante a Batalha de York, em 1813, mas foram reconstruídas assim que a guerra terminou.




York foi o nome de Toronto entre 1793 e 1834.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Este post é o cúmulo da trivialidade…


Não procuro este tipo de notícias. Juro!
Elas simplesmente aparecem aqui na minha frente.
É do conhecimento geral que as celebridades fazem seguros de certas partes do corpo. Atletas, atores e atrizes, ricos e famosos... Fazem seguro das pernas, dos dedos, das vozes, da língua, de certas partes proeminentes ou salientes (que podem ou não ser sinónimos!)... Agora pêlos peitorais?! Pois é! Se a fonte é ou não fidedigna, não sei, mas é o que lá está escrito. Tom Jones – lembram-se dele? – supostamente segurou os seus pêlos por $7 milhões!
Cada um tem que velar pelo que considera ser o seu melhor, suponho...

quarta-feira, 9 de março de 2011

Estou decepcionada (e desta vez com “p”)!


Estou decepcionada por uma razão muito simples!
Este ano não figuro na lista da Forbes!
Vou refugiar-me aqui...

terça-feira, 8 de março de 2011

Peripécia na AGO

Quando o dia está tão frio que não apetece mesmo nada andar a passear pela cidade, o que fazer? Visitar de novo a AGO, Galeria de Arte do Ontário, pois haverá sempre a oportunidade de uma nova experiência, de ver uma nova obra de arte, ou uma pintura ou escultura que ainda não tivemos tempo para ver com atenção e, simultaneamente, tirar o máximo proveito do cartão de sócio que, para além de nos permitir visitas ilimitadas durante o ano, também dá direito a levarmos connosco um convidado, cuja entrada será gratuita. E foi o que fiz no domingo passado.
Fotografei as novas escadas barrocas, como lhe chamam, e que já mostrei num post , e desta vez, subi-a até mesmo ao topo. São apenas 138 degraus em espiral.
As escadas começam no segundo andar...


pouco inclinadas como se pode ver...

Fáceis de subir, penso. Subo até meio sem parar. Mas a meio tive que fazer uma pausa!  O coração parecia que me queria sair do peito! Escadas enganadoras! Então, devagar, nas calmas, lá fui subindo, tentando aperceber-me das “curvas sensuais” de que as escadas supostamente são detentoras. Tinha lido um comentário qualquer feito por um critico sobre as tais curvas. Talvez por ser mulher, não vi nada que me parecesse sensual nas escadas de madeira!
Continuo a subir,  “atravesso” o teto de vidro e chego até ao quinto andar, pela fachada posterior do edifício. Em cada patamar podemos observar uma linda vista panorâmica da cidade.

(fachada posterior)

No quinto andar estão localizadas as galerias de arte contemporânea, que, confesso, não me diz muito.  Passado algum tempo decidimos descer. Não quero descer pelo elevador. Dou preferência às escadas. Descer vai ser fácil... pois é a descer!... Mas eis que nova pausa se impõe. É que as escadas são mesmo em espiral ... Não cansam... mas podem provocar tonturas! : )

Para recompor as energias gastas com tal façanha, nada melhor que uns minutos num dos cafés aprazíveis da galeria para uma chávena de chá e um delicioso “scone!