Alte, na Serra do Caldeirão, é considerada uma das mais típicas aldeias algarvias.
É um cantinho que nos proporciona um refúgio, uma pausa do rebuliço das praias, uma paisagem bucólica relaxante, locais para piqueniques e até uma piscina de águas cristalinas na Fonte Grande.
Foi aqui que nasceu o poeta Cândido Guerreiro.
Dois simpáticos altenses que nos dão as boas-vindas.
Fonte Grande onde se pode tomar banho.
Cândido Guerreiro (Alte, 1871 – 1953)


Catarina
ResponderEliminarLindas imagens!!! Conheço a Serra do Caldeirão, estive lá com o meu "folha seca" penso que à 3 anos, mtenho fotos e video do telemovel, estivemos os dois mesmo lá dentro do caldeirão a ver lá do cimo a serra.
Beijinho
Que imagens lindas Catarina, esse arvoredo todo, essas águas límpidas parece ser um lugar fresquinho e de muito ar puro, muito convidativo. O poema maravilhoso... bjos
ResponderEliminarNão conheço essa zona mas pelo que vejo é linda como todo o País!
ResponderEliminarxx
CATARINA, um ponto bastante turístico de Portugal. Muito o que ver.
ResponderEliminarPaloma
Não conhecia ! Curioso como parece haver frescura em plena serra e no calor do Algarve !
ResponderEliminar.
Também não conhecia, e até tem paisagens lindíssimas e como dá para dar uma banhoca, saberá bem!!
ResponderEliminarBeijo
Querida Catarina, porque não ficaste?
ResponderEliminarAs tuas fotografias mostram um local lindíssimo e desconhecido para mim. Já tomei nota! :)
Recantos maravilhosos que o Algarve tem sem ser à beira-mar!
ResponderEliminarAlte é um deles e tu fizeste uma óptima reportagem fotográfica!
Abraço
As fotografias estão muito giras e apetece mesmo mergulhar nas águas dessa fonte.
ResponderEliminarNão conhecia a aldeia, tal como os restantes, quem sabe se numa próxima oportunidade não dou uma passadinha por lá? :)
Abraço!
Não conheço, mas quase fiquei a conhecer a partir destas belas fotografias.
ResponderEliminarQue bonito deve ser.
Beiinhos
Ampliei a última foto para ver melhor. Tudo tão familiar para mim, Catarina! As louças à porta da loja, o cartaz dos gelados, a placa de rua sem saída, o silêncio que pude "ouvir" daqui. Quantos recantos de Portugal têm essa face? De norte a sul! No interior das Beiras, no Douro Litoral! Pela luminosidade parece que a foto foi tirada pela manhã. Estou enganada?
ResponderEliminarGosto disso, Catarina. Muuuuito! A Rosa dos Ventos bem o sabe.
Boa noite (que nem parece Inverno)
Os azulejos, o que mais amei em Portugal. Quem sabe no ano que vem?
ResponderEliminar5 bjs - eu a número 7
Flor de Jasmim,
ResponderEliminarDevia ter sido lindo esse passeio. Então quando se está bem acompanhada como a flor de jasmim esteve!... : )
Abraço.
Josy,
Sim, as árvores são muito frondosas e dão mesmo a sensação de frescura. Abraço.
Papoila,
Já lá tinha ido há uns anos mas foi como se a visitasse pela primeira vez. Abraço.
Paloma.
Está a ser muito visitada. Esta aldeia é realmente diferente. Abraço.
Rui da Bica,
É verdade, Rui. Quando existe água e árvores muito frondosas é essa sensação que se tem. Abraço.
Carlota,
Ainda pensei em tomar banho porque naquela manhã (pelas 9 e tal) só lá estava um banhista. Molhei o pé. A água estava demasiado fria para o meu gosto! : ) Abraço.
Manuela,
: ) Passei lá a manhã toda e creio que na parte da tarde tinha que visitar alguém. Fiquei com pena de não ter passado lá mais tempo pois senti-me mesmo bem naquele silêncio, naquele ambiente harmonioso e com pouquíssima gente nas primeiras horas da manhã. Abraço.
Rosa dos Ventos,
Obrigada! : ) Cheguei lá cedo, por isso poucos turistas se viam. Fiquei surpreendida. Afinal um lugar tão agradável e ignorado?! Mas não. Os autocarros começaram a chegar mais ou menos por volta das 11. Nem toda a gente gosta de se levantar cedo! : ) Vi muitos espanhóis lá e em muitas praias também. Nunca me tinha apercebido deste turismo espanhol nos anos anteriores. Abraço.
Teté,
É relaxante sentarmo-nos numa daquelas mesas e olhar para o horizonte. Hoje arrependo-me de não ter dado umas braçadas naquela fonte. Abraço.
Carol,
Pelo que me disseram fazem lá grandes festividades no primeiro de Maio. Gostei de ver que aproveitaram bem os seus recursos.
Abraço.
Pitanga Doce,
Sim, a foto foi tirada de manhã. Devia ter lá chegado pelas 9 e tal. Achei esse recanto (o da última foto) tão giro! Claro que tirei mais fotos: a casas típicas, à igreja, a ruelas, a chaminés... : ) Abraço.
Pitange Doce,
ResponderEliminarEsqueci-me a acrescentar: o teu comentário transmite, sem ponta de dúvida, um sentimento saudosista muito profundo! É altura de matar essas saudades! : )
www.amsk.org.br,
ResponderEliminarOs painés de azulejos são lindos em qualquer parte de Portugal. Alguns encontram-se em muito mau estado de conservação. Uma pena.Bjos
Não conhecia.
ResponderEliminarMas parece muito bonito
Estimada Amiga Catarina,
ResponderEliminarMaravilhosas fotos desse belo recanto da Serra do Caldeirão ou Mu, que bem conheço.
É um lugar repousante para se passarem uns dias na serra.
Obrigado por nos proporcionar tão belas imagens.
Abraço amigo
Muito boas fotos sobre um local em que também teria ficado um tempinho ...se o tivesse na altura
ResponderEliminarMinha linda, como reconheci que tem razão, coloquei legendas . Aliás , como fizera no SÃO, que a convido a visitar também
m bom dia lhe desejo
Belo passeio, Catarina!
ResponderEliminarNos tempos da outra senhora, Alte foi uma das poucas aldeias que disputou com Monsanto, até ao fim, o título de "aldeia mais portuguesa de Portugal".
Uma curiosidade: chegou a ir, nestas férias, a Castelo Novo?
Beijo :)
Pedro,
ResponderEliminarÉ muito bonito mesmo! : )
António,
Quando pensa ir visitar Portugal de novo? : )
São,
Já te visitei. Agora, sim, posso localizar as fotos. Obrigada. : )
AC,
Não fui a Castelo Novo ainda. Gostaria muito de conhecer a zona do Fundão, nem sei bem porquê. Talvez devido a alguns blogues que tenho lido. Recordo-me que o AC também contribuiu para aumentar o meu interesse em conhecer essa parte de Portugal. Talvez para o ano, quem sabe! : )
Abraço a todos e muito obrigada pelos comentários! : )
Que bom acompanhar estas tuas fotos de férias. E eu que ando há tempos para fazer um passeio de domingo em Alte... e logo uma aldeia do meu concelho... :)
ResponderEliminarFui a Alte pela primeira vez, no final dos anos 60, depois de ler "Os filhos de Torremolinos". Fiquei fã para sempre e até já fiz lá uma reportagem para uma revista.
ResponderEliminarEstimada Amiga Catarina,
ResponderEliminarA última vez que estive em Portugal foi no ano de 2006, e já não penso voltar lá mais.
A minha vida é cá pela Ásia, e por cá ficarei.
Dentro de dias irei para a Tailandia passar uns meses junto de minhas flores.
É assim a vida onde nos damos essa é a nossa terra.
Abraço amigo e óptimo fim de semana.
luisa,
ResponderEliminarConhece-la de certo. Quando lá fores de novo lembra-te que esta tua amiga da blogosfera também a visitou! : )
CBO,
ResponderEliminarRefere-se a James A. Mitchener?
“Os filhos de Torremolinos” será “The Drifters”? Não o associava a Alte. TENHO que ler esse livro!
E como gostaria de ler esse seu artigo sobre Alte! ...
Hint... hint... : ))))
António,
ResponderEliminarCompreendo. A distância também não facilita as deslocações frequentes a Portugal, suponho. Se 7 ou 8 horas de avião já considero uma “longa” viagem, nem imagino o que são 25 horas. Tenho família na Austrália e o convite é-me feito todos os anos... mas 30 h (daqui) de avião... Vamos ver...!
Estimada Amiga Catarina,
ResponderEliminarIr de Macau para Portugal é um bocado complicado, temos que usar o aeroporto de Hong Kong, como tal é mais um incómodo.
Quanta a Tap voava para Macau, era bem mais prático e utilizei os seus serviços por quatro vezes, embora tivesse que fazer rota, primeiro por Bruxerlas e depois por Bangkok, a viagem ficava somente em 14 horas.
Indo por Hong Kong e depois com a mudança de avião em Londres, Paris, Roma ou Frankfurt, torna a viagem bem mais longa, 18 horas a voar, tempo de viagem contando a saída de Macau e a chegada a Évora 28 horas, o que é muito cansativo para quem tem já quase 70 anos.
Um abraço amigo
Catarina, bela sequência de fotos de um lugar bem aprazível e nosso.
ResponderEliminarAbraço
Olá Catarina!
ResponderEliminarDesculpa entrar assim sem ser convidado mas a verdade é que a porta estava aberta e olhando vi imagens de Alte, que conheço tal como conheço Salir, e não resisti.
Refiro isto porque muitas vezes digo que o Algarve (o meu Algarve) não são só praias e contudo ninguém (ou poucos) me acredita.
Beijos!
António,
ResponderEliminarHá muitos fatores a considerar, sim. A PDI é uma delas! : )
Luísa,
ResponderEliminarEsse cantinho tem muitos ,cada um deles o mais lindo! : )
Kok,
ResponderEliminarNão tens que pedir desculpa. A porta está aberta para todos os(as) que vem por bem! : )
Salir não conheço e parece ficar ali mesmo à beirinha, não é verdade?
Concordo contigo. O Algarve não é apenas uma costa com belíssimas praias. O seu interior – bem estruturado e bem gerido – poderia ser uma maior fonte de receitas e todos beneficiariam. Revisitei muitos locais (à beira-mar) e vi amontoados de casas e de prédios até quase ao areal. E onde estão os espaços verdes? Os jardins, os espaços de lazer, os acessos para pessoas com determinadas dificuldades de locomoção? A impressão que tenho é de uma gestão caótica o que me entristece. Adoro o Algarve por várias razões! : )
Gostei muito das fotografias e dos dois
ResponderEliminarsimpáticos altenses :)
redonda,
ResponderEliminarTodos empertigados esperando os visitantes... : )