Embora não seja grande apreciadora de arte abstracta (creio que o termo mais actual é “não-representacional”), não deixo de admirar a capacidade criativa deste escultor – Henry Moore.
Henry Moore (1898 – 1986), nasceu em Yorkshire, Inglaterra, e é considerado um precursor da escultura moderna britânica do século XX e um dos maiores escultores contemporâneos.
No início da sua carreira, inspirou-se nas esculturas assírias, indianas, inuites, egípcias, peruanas, africanas e especialmente maias que estavam em exibição nas galerias britânicas que ele visitava com frequência.
A sua mãe teve um papel fulcral na sua vida. Para ele, a mãe representava “a estabilidade absoluta”, e “a única coisa na vida que existia para o proteger”. Talvez por esta razão ele tivesse abordado com tanta profundidade o tema “mãe e filho”. A sua obra é caracterizada, essencialmente, por representações de figuras humanas (principalmente mulheres) abstractas, distorcidas, e com espaços vazios. Criou esculturas de tamanho natural e de grandes dimensões, encontrando-se estas últimas em grandes espaços públicos como se pode ver nas imagens seguintes.
Henry Moore foi um homem de hábitos simples que pouco viajou a não ser por motivos profissionais e que acumulou muitos prémios e uma grande fortuna. As suas esculturas encontram-se em exibição em inúmeras galerias espalhadas pelo mundo. A Galeria de Arte do Ontário, em Toronto, possui a maior colecção pública dos trabalhos deste escultor.
Henry Moore
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| "Reclining Figure" |
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| "Two Large Forms" |
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| "The Archer" |
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| "Draped Reclining Woman" |
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| "Family Group" |
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| "Mother and Child" |












