sábado, 10 de março de 2012

Um lugar onde se pode meditar, descansar, ouvir música ou simplesmente dormitar...

Ainda há quem se sinta apreensivo(a), nervoso(a), ansioso(a), medroso(a), stressado(a) quando está sentado(a) numa destas cadeiras. 

Nem sempre tem que ser assim. As visitas que se fazem ao dentista, mais precisamente, à higienista dental, de quatro em quatro meses, podem ser bastante agradáveis. A cadeira é confortável. Podemos ouvir música ou ver televisão que se encontra na parede à nossa frente. Se a luz incomoda, dão-nos óculos escuros. Falar, não queremos, mas podemos ouvir as suas explicações sobre o que estão a fazer. Temos uma oportunidade para meditar... dormitar... E depois.... recebemos este saquinho!






Quem não gosta de receber prendas?


sexta-feira, 9 de março de 2012

Idiossincráticas ou temperamentais?

Na semana passada não só comprei as tulipas como também um pequeno vaso de gerberas que levei para o local de trabalho. Pétalas de um amarelo vivo, brilhante, alegre. Assim...


Passados um ou dois dias apercebo-me da existência de siameses.



Aconselharam-me a regá-las com frequência. Ontem esqueci-me. Hoje encontrei-as assim...



Wikipédia: “Em 1737, o naturalista holandês Jan Frederik Gronovius atribuiu o nome Gerbera ao género, em homenagem a Traugott Gerber, um médico e naturalista alemão que trabalhou na Rússia.”


quinta-feira, 8 de março de 2012

Passeio junto ao lago (2)

Enquanto os iates não são lançados à água, a marina é ocupada por estas beldades que lhe dão um ar menos vazio.


Não poderia deixar de fotografar, mais uma vez, este deslumbrante skyline!

 
Fotos tiradas em Port Credit.

Bom fim de semana a todos!


quarta-feira, 7 de março de 2012

De quem me fui lembrar esta manhã!

Ao sair de casa para ir trabalhar, alguém me cumprimenta enquanto abro a porta do carro e coloco lá dentro a tralha do costume:
- Hi Catarina. I am going bowling today!
- Hello (nome)! You are…?! That’s great! I like bowling as well, but I am not very good at it.
É a filha dos meus vizinhos que me cumprimenta desta forma; uma menina encantadora de 3 anitos.
Este tratamento informal por parte da menina fez-me lembrar o “vosso querido” Álvaro, que tal como um Liberace ou um Bono, já é conhecido apenas pelo seu antropónimo.
Nem sempre é fácil habituarmo-nos à informalidade de tratamento (como acontece neste país), habitual entre colegas de trabalho independentemente dos cargos que desempenham nos vários níveis hierárquicos, entre pessoas de diferentes grupos etários ou que acabam de se conhecer devido a interesses profissionais ou de outra ordem.
Quando tive a oportunidade de cumprimentar o nosso Premier (do Ontário), não ouvi ninguém tratá-lo por sua excelência. Tratavam-no por Mr. McGuinty. (Naquela tarde, quando o Premier se despediu, ouvi uma senhora gritar: I love you!  Ele virou-se, deu um sorriso, não sabendo de onde tinha vindo aquela voz. A senhora, que tão claramente deu a conhecer a admiração que por ele nutria, era portuguesa (dos Açores).
O que quero dizer, afinal, é que o tratamento informal não implica falta de respeito. É uma forma mais prática de tratamento que aproxima as pessoas.

terça-feira, 6 de março de 2012

O tempo

Nem sempre considerei o tempo como um tema importante de conversa. Achava eu que era uma falta de criatividade, uma forma simplória de preencher silêncios constrangedores.
Hoje, tenho outra opinião. Falar do tempo abre caminhos para assuntos igualmente pertinentes,  humorísticos, para atitudes que encurtam distanciamentos e é mesmo a melhor forma de  “quebrar o gelo” quando duas ou mais pessoas se encontram. Numa sala de espera, por exemplo, quando chegamos com gorros, cachecóis, luvas e desejando tirar tudo aquilo rapidamente porque a temperatura da sala está demasiado alta... ou assim nos parece, que melhor assunto para fazer com que os sorumbáticos o deixem de o ser por breves momentos? Não há ninguém que se recuse a expressar o seu contentamento porque este inverno foi ou tem sido muito “mild” ou a sua impaciência com a imprevisibilidade do tempo.
Gosto de ler sobre o tempo, de falar sobre ele e que me falem dele; de ler nos blogues como foi o dia num determinado local, quais são as previsões, se há seca ou não, o impacto que isso vai ter na agricultura, nos preços, nas nossas bolsas...
Esta manhã li que a colheita dos alhos pode estar em perigo. Como o inverno tem sido “ameno” – não esquecer que tudo é relativo -,   a colheita dos alhos pode ser antecipada; todavia, se,  entretanto, as temperaturas baixarem muito, estes poderão ficar queimados. Isto numa terminologia (a minha) pouco agrícola!
E como não devemos estar atentos se a temperatura ontem (segunda-feira), devido ao vento, era de 20° negativos e amanhã a previsão é de 13° positivos?!

Aves para todas as estações!
(em Port Credit)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Passeio junto ao lago


Safe-se quem puder!
Não foi Schopenhauer que disse que o egoísmo era o que movia a humanidade e os animais?!
Fotos tiradas em Port Credit.