A sucursal do “meu” banco, no meu bairro, é muito pequena. Talvez tenha uns dez funcionários. Em épocas remotas conhecia todos eles porque ia ao banco com frequência. Hoje em dia, naturalmente,
utilizo o online banking! Quando lá vou, vejo caras novas.
Tive hoje que tratar de assuntos que exigiam a
minha presença. A certa altura, sentada em frente da gerente dos serviços
financeiros, pergunto-lhe se a G. está no seu gabinete. Diz-me que não. A G.
reformou-se em maio.
- Ah, sim? E quem é agora a consultora
financeira?
- A F.
- Não sei quem é.
- É a rapariga indiana...
- A de vestido muito curtinho?!
Fiquei surpreendida com a minha pergunta. Noutras
circunstâncias e talvez noutro local, não me teria referido ao comprimento do
vestido da rapariga. A única explicação que tenho é que já conheço a gerente há
bastante tempo, há uma certa familiaridade entre nós e o vestido da conselheira
financeira (talvez de uns 30 anos) era de facto tão curtinho à frente e atrás
(de lado tinha pontas até ao meio da perna) que se se inclinasse um nadinha
para a frente ver-lhe-íamos o “derrière” mesmo com meias pretas. Poderia ter-me
referido à cor da roupa que usava,(cinzento e preto) ou ao comprimento e à cor dos
cabelos, à sua altura... Estas seriam as características físicas que
identificariam a pessoa... sem recorrer ao comprimento do seu vestido!
Fiquei com certa curiosidade...
ResponderEliminarO vestido é curto, e a rentabilidade?
:)
Quanto à rentabilidade, não sei?! : )
EliminarEspero que não seja em proporção ao comprimento do vestido. : ))
Pensas que foi por preconceito? :)
ResponderEliminarNão foi, não te preocupes!
Há comprimentos de vestidos muito estranhos...:)
Abraço
Rosa dos Ventos
Este era de facto muito estranho! E não fui apenas eu a notar pelo que observei… : ) O espaço é tão pequeno que nada passa despercebido.
Eliminar: )
Foi o que te saltou à vista...
ResponderEliminarÉ isso mesmo, Timtim Tim! Saltou à vista! Caramba, há expressões que não uso há tanto tempo que quase caíram no esquecimento!
ResponderEliminarÉ assim, cada um (uma) faz referência aquilo que lhe "salta à vista", quero dizer, que lhe impressiona para o bem ou para o mal... É assim o ser humano! Não é por mal.
ResponderEliminarPor vezes foge-nos a boca para ... a verdade! E fica-se embaraçado... Nada de mais!
ResponderEliminarBeijinhos
Entre a "saia curtinha" e a "indiana"....não há voltas a dar, a realidade é mesmo essa: é o que salta à vista ade cada um!
ResponderEliminarxx
É normal falar quando algo não tão normal nos chama atenção!
ResponderEliminarBoa semana e bom Setembro.
Beijinho e uma flor
Poder, podia, mas não era a mesma coisa, Catarina :)))
ResponderEliminarBoa semana
Só vejo um problema. O de poder existir mais que uma senhora com o vestido muito curtinho :-)
ResponderEliminarBoa semana.
Querida amiga
ResponderEliminarHoje vim agradecer a sua linda visita ao meu cantinho.
Muito obrigada!
Uma linda e muito abençoada semana para você!
Abraço amigo
Maria Alice
De vez em quando um veneninho faz bem, Catarina! Afina o sangue...
ResponderEliminarBjs