quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Uma das muitas vantagens de conduzir um carro automático: 

Posso comer um gelado e conduzir ao mesmo tempo. 

A mão esquerda segura o gelado e a direita o volante.



(Faltou uma terceira mão para tirar a respetiva foto!)

22 comentários:

  1. Nunca tinha conduzido carros automáticos até vir para Macau.
    Experimentei e há já muitos anos que não quero outra coisa.
    Bfds

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  2. Ficámos com uma ideia... um polvo não teria esses problemas.
    :)

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  3. Mas com um pouquinho de jeito mesmo sem mudanças automáticas também dá :-) A fotografia é que não :-)

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    1. Sem ser automático é complicadíssimo, Luís! Tem que se ter habilidades malabirísticas!!! : )

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  4. Ainda vai surgir o kit mãos livres para carros e assim não precisas da 3º! :)

    Abraço

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  5. Hahaha essa foi boa Catarina. E quantas vezes quis ter mais um par de mãos para me ajudar. Beijinhos, bom final de semana com muitos gelados e belos cliques.

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  6. Teria sido uma 'selfie' (está na moda) muito interessante.
    Que sabor tinha o gelado? :-)

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  7. Nunca conduzi um automóvel dessa natureza e confesso que não tenho muita curiosidade... Quase que chego a pensar que têm vontade própria, e isso desagrada-me!

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    1. Nunca fui perita a conduzir carros standard e Toronto é uma cidade praticamente plana. Não imagino tão pouco as dificuldades que teria em Lisboa. Nem pensar! Tivemos apenas um standard. Um BMW cor de laranja!! Não gostei. Um carro de mudanças automáticas é muito mais prático e ainda continua a não ter vontade própria! : ))) Experimente que vai gostar. : )

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  8. Quando vivia nos EUA também tinha um carro automático. Não gostava muito...

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    1. Uma questão de hábito. Há quem considere o carro de mudanças mais excitante. O automático é muito mais prático. Como sabe a maioria dos carros no continente americano são automáticos. Tenho uma amiga (da cidade das 7 colinas e, consequentemente, uma perita em carro de mudanças) que não quer um automático.

      Uma amiga minha do Algarve, de tanto lhe falar em carros automáticos, decidiu comprar um semi-automático e diz que não comprará outro de mudanças.

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  9. Catarinamiga

    A primeira (e última) vez que tentei conduzir um carro automático todo Chateauguay veio ver o que se passava. Na zona de Montréal nunca se tinha visto uma coisa assim.

    O bicho pertencia ao meu akañado Raul Palhau, mas felizmente para ele., não houve danos na voiture. Mas registou-se um barulho inquietante quando tentei encontrar o pedal da embraiagem. Que não havia...

    Jurei que nunca mais em qualquer zona ou oportunidade o faria. A vida é madrasta! rrrsss

    Qjs

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    1. Uma questão de hábito, Henrique. Há pessoas que se adaptam melhor que outras ...e mais rapidamente... a “mudanças”!

      : )

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  10. Já que a selfie, tão em voga, não foi possível, que pena não teres dado boleia a uma amiga nesse dia, Catarina!
    Quem perdeu fomos nós!

    Abraço!

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