A page-turner!
Foi lançado em janeiro e em menos de um ano, já foram vendidos mais de
três milhões de exemplares...
DreamWorks adquiriu os direitos cinematográficos deste romance de suspense psicológico - "A rapariga no comboio". Emily Blunt desempenhará o papel principal.
Este é o primeiro livro de Paula Hawkins.
Devorei-o em dois dias e meio. Enquanto o "ouvia" (muito bem dramatizado em 3 vozes) sabia que não o iria reler; e não vou; mesmo assim, com dificuldade parava de o ler/ouvir para
me dedicar aos afazeres que não podiam esperar.
Embora o suspense psicológico não seja o meu género... compreendo o tremendo sucesso deste livro apesar de ter ficado um pouco dececionada com o final.
Embora o suspense psicológico não seja o meu género... compreendo o tremendo sucesso deste livro apesar de ter ficado um pouco dececionada com o final.
Este livro também tem sucesso em Portugal?
Sim, está a ter (já o tenho, mas ainda não o li, uma das minhas irmãs leu e gostou).
ResponderEliminarVale a pena, apesar do final.
EliminarO título é bastante convidativo, Catarina!
ResponderEliminarEstou terminando de ler Cem Dias Entre Céu e Mar de Amyr Klink e talvez leia este que você acabou de ler!
Beijos!
Não conheço esse escritor. A considerar.
Eliminar: )
Catarinamiga
ResponderEliminarJá o tenho, comprado na FNAC; como estou a ler uma obra magnífica OS ROMANCES DE MACHADO DE ASSIS editado pela Glaciar, uma edição com capa cartonada e com o apoio da Gulbenkian e da Academia Brasileira de Letras ainda não peguei nele; mas vou ler,
Adoro Machado de Assis, para mim o maior escritor em língua portuguesa do Brasil, atirei-me a um volume de 1.550 páginas que vou mastigando para lhe saber o sabor - que é muito, maior do que as páginas.
Foi a Raquel que mo ofereceu como prenda de aniversário (a propósito recebi 36 livros...) Depois vou ler A Moura e o Príncipe A paixão secreta de Afonso Henriques cujo autor é Luís Lourenço e conta a estória sintetizada no título... edição é da Marés Vivas.
E só e ainda depois lerei A Rapariga no Comboio; tenho tanto para ler e mais ainda para escrever. Estou acabar um livro que me foi encomendado sobre a gastronomia goesa. Um dia destes a Raquel suicida-me...
Qjs do Leãozão
Vejo que está muito ocupado com “as escritas”. Que a inspiração continue sempre por perto.
Eliminar: )
Não sei se "A rapariga do comboio" tem sucesso em Portugal, sei sim, uma familiar portuguesa o ADOROU.
ResponderEliminarEstou a lê-lo na tradução alemã. A minha filha mais nova, a quem pertence o livro, concorda que é um EXCELENTE romance policial.
Continuação de boas leituras.
Pelo que li depois, A Rapariga no Comboio, tb alcançou algum sucesso em Portugal.
EliminarNão o considero um romance policial mas sim um thriller psicológico. Entre um género e outro, prefiro os romances policiais ou de espionagem.
As minhas leituras têm-se concentrado, ultimamente, nos livros de Daniel Silva – já acabei o décimo segundo da série Gabriel Allon. It has been back to back!! Com outros de permeio, visto que muitas vezes, leio dois ao mesmo tempo.
Já o tive para comprar este livro ele está na minha lista, o livro faz parte dos dez mais vendidos em Portugal.
ResponderEliminarUm abraço e continuação de uma boa semana.
EliminarCom três milhões de livros vendidos em menos de um ano...é obra!! : )
Não sei, não tenho conhecimento de sucesso, sei que a minha sobrinha já o leu e gostou, espero a minha vez para o ler, isto porque quem tiver livros, emprestam-se uns aos outros, entre mim, as minhas filhas, um irmão e uma cunhada e duas sobrinhas.
ResponderEliminarUm beijinho
Eu, como já tenho dito centenas de vezes, recorro à biblioteca. Prático, económico e não ocupam espaço. : )
EliminarA promessa de “leitura compulsiva” e “thriller absorvente, perturbador e arrepiante” não se cumpriu para mim. Fiz uma leitura diferente deste livro, pelo menos diferente do que estava à espera.
ResponderEliminarNa minha opinião os pontos fortes não são os de um comum policial, que faz o leitor salivar até ao fim na busca de pistas para encontrar um culpado. Neste livro as pistas estão lá, dadas, para quem as quiser seguir. O culpado revelou-se-me na página cento e trinta. Para mim, esse não é o ponto forte de “A Rapariga do Comboio”, nem sei se terá sido esse o principal propósito da autora ao escrevê-lo. Encaro-o como um livro que vai ao âmago das relações humanas, e coloca em cima da mesa temas como a confiança, e o seu abuso na manipulação das fraquezas dos outros.
Para mim foi absorvente até a mais de metade do livro, depois, apesar de querer ir até ao fim, parece que o entusiasmo inicial se foi desvanecendo gradualmente mas não completamente que me impedisse de chegar à última página. Como disse fiquei desiludida com o final.
EliminarOs relacionamentos humanos são muito complicados; há pessoas muito manipuladoras e com distúrbios mentais que nem sempre sao captados e compreendidos...
Embora pareça “dar mais jeito” dizer “A rapariga do comboio” o título é “A rapariga no comboio” – "The girl on the train".
Eliminar“A rapariga do comboio” seria em inglês “The train girl”