Source: Government of Canada
Although the maple is closely associated with Canada, the Proclamation Designating the Maple Tree as National Arboreal Emblem of Canada was only adopted in 1996.
Of the 150 known species of maple the sugar maple is probably the most well-known of the maple species. Canada’s arboreal emblem is the generic maple species.
The maple has played a meaningful role in the development of Canada on a commercial and ecological level, and even in terms of our identity, when thinking of the maple leaf and the important emblem it has become. Indigenous peoples were the first to recognize the maple’s value and benefits. Long before the arrival of the first settlers, Indigenous peoples were using the maple for its medicinal properties and to make tools and objects such as traps. They collected its sap, which they rendered into syrup and sugar, and used it to smoke meat for prolonged conservation. They would later share their knowledge with the newcomers, who, over time, adapted these methods to increase production in the face of an ever-increasing demand for maple products both in North America and Europe.
Today, the maple industry continues to create jobs, especially in rural areas, and generates economic benefits through the export of maple products to about 60 countries throughout the world.
Canada is the largest producer and exporter of maple products in the world. While several Canadian provinces produce maple products, the vast majority of production and export comes from Quebec.
Embora o ácer esteja intimamente associado ao Canadá, a Proclamação que Designa o Ácer como Emblema Arbóreo Nacional do Canadá só foi adotada em 1996.
Das 150 espécies conhecidas de ácer, o ácer-de-açúcar é, provavelmente,
a espécie mais conhecida. O emblema arbóreo do Canadá é a espécie genérica de ácer.
O ácer desempenhou um papel significativo no desenvolvimento do Canadá a
nível comercial e ecológico, e até mesmo em termos da nossa identidade, quando
pensamos na folha de ácer e no importante emblema em que se tornou. Os povos
indígenas foram os primeiros a reconhecer o valor e os benefícios do ácer.
Muito antes da chegada dos primeiros colonos, os povos indígenas já utilizavam
o ácer pelas suas propriedades medicinais e para fazer ferramentas e objetos,
como armadilhas. Recolhiam a sua seiva, que transformavam em xarope e açúcar, e
usavam-na para defumar carne para conservação prolongada. Mais tarde,
partilhariam o seu conhecimento com os recém-chegados, que, com o tempo,
adaptaram estes métodos para aumentar a produção face a uma procura cada vez
maior de produtos de ácer na América do Norte e na Europa.
Atualmente, a indústria do ácer continua a criar postos de trabalho,
especialmente nas zonas rurais, e gera benefícios económicos através da
exportação de produtos de ácer para cerca de 60 países em todo o mundo.
O Canadá é o maior produtor e exportador de produtos de ácer do mundo.
Embora várias províncias canadianas produzam produtos de ácer, a maior parte da
produção provem do Quebeque.

















