quinta-feira, 9 de agosto de 2012


A Teté (do Quiproquó), no seu post “A bailar por Albufeira”, mostra-nos esta linda cidade (e praia) durante o dia e eu ... ao anoitecer.


O túnel já não é o que era. Está sem graça. Sem vida.

Há uns anos, havia uma loja (à direita) que lhe dava cor e alegria com os seus artigos para praia, postais ilustrados, jornais, revistas, muitas lembranças... e muitos turistas!  E à esquerda, uma gelataria de paragem obrigatória. Bons tempos!




Como são horas do jantar, passamos pelo túnel para nos dirigirmos ao restaurante Esplanada do Túnel de onde se vê o famoso Peneco, o elevador que também não é do meu tempo e, no outro lado, a praia dos Pescadores. O ambiente numa esplanada junto à praia, ao anoitecer, é muito inspirador.


 Faço o pedido e aguardo. Cataplana de peixe e marisco.

Onde estão as entradas? O pào, os patês, as azeitonas, os queijinhos?... Faço sinal a um dos empregados (uma simpatia!) e é então que ele me explica a razão da ausência  das ditas entradas. Ah! Não sabia. Traga-me, por favor,  pão,  patê,  manteiga e azeitonas.

Terminado o jantar, passeámos pelas ruelas que tantas vezes palmilhei durante o dia... e ao cair da noite, não sem antes passarmos primeiro em frente da estátua humana que a Teté também fotografou. Chegámos até à Praia dos Pescadores muito movimentada como sempre. Se eu não soubesse, não diria que se estava a viver momentos de crise.

Mas, afinal, onde estão as fotografias?

Depois de ter eliminado alguns posts antigos com fotos, ainda me aparece isto quando escolho o ficheiro:

Ups! Não tem mais espaço. Atualmente, está a utilizar 100% da sua quota de 1 GB para fotografias...”  e que estas são armazenadas na minha conta dos Álbuns Web Picasa que pensei já não existisse. Quero eliminar estes álbuns. Se não conseguir e se não puder publicar mais fotos... bem... terei que tomar uma decisão. Não estou a pensar “comprar” mais espaço.

Post incompleto....








terça-feira, 7 de agosto de 2012

Petiscos (1)




“O café da manhã pelo mundo”, do Devaneios a Oriente, deu-me a ideia para estes posts que intitulei de “Petiscos”.  Estes são apenas portugueses ... : )






Para uns, este foi um dia de praia em Manta Rota ... para outros, mais um dia de incêndios enquanto viam os seus pertences, acumulados durante anos, serem consumidos pelas chamas.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Há com cada uma!



Quando o telefone fixo toca: trim-trim-trim....... trim-trim-trim ... sei que é uma chamada internacional. Ou de Portugal ou da Índia, terra dos call centers.

O telefone acaba de tocar. Pensei: Alguém de Portugal que quer saber se estou melhor do meu pezinho. Lá me levanto, pego nas canadianas e “corro” em direção ao telefone, que deveria estar aqui em cima da minha secretária mas não estava.

Hello... hello... Ninguém responde. Quando estou quase a desligar, oiço uma voz masculina. Reconheço o inglês indiano. Querem falar com o/a home owner. Habitualmente, digo que estou ocupada, que sou a governanta, que não são assuntos que me digam respeito, que ninguém está em casa, que não percebo nada do assunto ou até que não falo inglês. Confesso que já tenho desligado o telefone sem dizer nada quando algo ou alguém aqui em casa necessita da minha total atenção. Depois lamento o que fiz. Afinal, é alguém que está a tentar sobreviver provavelmente com um salário mínimo.

Hoje não desliguei. Ouvi o senhor, pedi para repetir porque realmente não entendi tudo à primeira (é que esta variante do inglês não é muito fácil de compreender, pelo menos para mim). Perguntei onde ficava sediada a empresa. Toronto. E você, está a telefonar de onde?  Fez que não percebeu e continuou com a leitura, num tom fastidioso, do que estava a promover. Repito a pergunta. Está a telefonar de onde? De Toronto. Ah, sim?! E como está a temperatura em Toronto hoje? Faz uma pausa e depois, sem mais uma palavra, desliga o telefone.

Que falta de educação! : )

domingo, 5 de agosto de 2012


Como é bom retemperar forças durante o período de férias! É que os problemas esperam sempre por nós para além dos que, por vezes, surgem de permeio.

Não quero falar/escrever sobre problemas neste segundo post pós-férias. Apenas uma pequena observação sobre um assunto já muito batido e que me saturou.

Dediquei-me a ver televisão durante as horas de muito calor – quando não se deve estar na praia! - e após almoços/petiscos muito à portuguesa que não dispenso embora esteja consciente dos seus efeitos secundários.

Cheguei à conclusão que as notícias continuam a ser repetitivas. Durante quase uma semana (?) só se falou em licenciaturas, mais especificamente na licenciatura (ou falta dela) do senhor ministro Relvas e no caso de um cantor que eu até admirava. Como não estou a conseguir desassociar o artista do seu comportamento repugnante, a minha admiração ficou reduzida a uma lembrança.

Também observei que os comentadores são sempre os mesmos, ano após ano. E continuam a dar evidências de que se sentem detentores da verdade.  

Depois há os programas que nem vale a pena ver.  


Para compensar, havia sempre uma praia que esperava por mim como esta... 




Gosto de chegar pelas oito horas e ter a praia só para mim!



Antes de ir para “casa” pelo meio-dia fazia uma paragem aqui para um smoothie e contemplar a multidão e a praia no outro lado...





Oh! Enganei-me. Não era esta a foto pretendida!

sábado, 4 de agosto de 2012


A humidade é sufocante

O termómetro indica 33° mas – como por aqui se diz – “it feels like” 41°!

Gostaria de estar aqui neste momento!...


Bom fim de semana!
: )