Bom fim de semana!
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
A Teté (do Quiproquó),
no seu post “A bailar por Albufeira”, mostra-nos esta linda cidade (e praia) durante
o dia e eu ... ao anoitecer.
O túnel já não é o que
era. Está sem graça. Sem vida.
Há uns anos, havia uma
loja (à direita) que lhe dava cor e alegria com os seus artigos para praia,
postais ilustrados, jornais, revistas, muitas lembranças... e muitos turistas! E à esquerda, uma gelataria de paragem
obrigatória. Bons tempos!
Como são horas do jantar,
passamos pelo túnel para nos dirigirmos ao restaurante Esplanada do Túnel de
onde se vê o famoso Peneco, o elevador que também não é do meu tempo e, no
outro lado, a praia dos Pescadores. O ambiente numa
esplanada junto à praia, ao anoitecer, é muito inspirador.
Faço o pedido e aguardo. Cataplana de peixe e
marisco.
Onde estão as entradas?
O pào, os patês, as azeitonas, os queijinhos?... Faço sinal a um dos empregados
(uma simpatia!) e é então que ele me explica a razão da ausência das ditas entradas. Ah! Não sabia. Traga-me,
por favor, pão, patê, manteiga e azeitonas.
Terminado o jantar, passeámos pelas
ruelas que tantas vezes palmilhei durante o dia... e ao cair da noite, não sem
antes passarmos primeiro em frente da estátua humana que a Teté também
fotografou. Chegámos até à Praia dos Pescadores muito movimentada como sempre.
Se eu não soubesse, não diria que se estava a viver momentos de crise.
Mas, afinal, onde estão
as fotografias?
“Ups! Não tem mais espaço. Atualmente, está a utilizar 100% da sua quota
de 1 GB para fotografias...” e que
estas são armazenadas na minha conta dos Álbuns Web Picasa que pensei já
não existisse. Quero eliminar
estes álbuns. Se não conseguir e se não puder publicar mais fotos... bem...
terei que tomar uma decisão. Não estou a pensar “comprar”
mais espaço.
Post incompleto....
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Petiscos (1)
“O café da manhã pelo
mundo”, do Devaneios a Oriente, deu-me a ideia para estes posts que intitulei de “Petiscos”.
Estes são apenas portugueses ... : )
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Há com cada uma!
Quando o telefone fixo toca: trim-trim-trim.......
trim-trim-trim ... sei que é uma chamada internacional. Ou de Portugal ou da
Índia, terra dos call centers.
O telefone acaba de tocar. Pensei: Alguém de
Portugal que quer saber se estou melhor do meu pezinho. Lá me levanto, pego nas
canadianas e “corro” em direção ao telefone, que deveria estar aqui em cima da
minha secretária mas não estava.
Hello...
hello... Ninguém responde. Quando estou quase a
desligar, oiço uma voz masculina. Reconheço o inglês indiano. Querem falar com
o/a home owner. Habitualmente, digo
que estou ocupada, que sou a governanta, que não são assuntos que me digam respeito,
que ninguém está em casa, que não percebo nada do assunto ou até que não falo
inglês. Confesso que já tenho desligado o telefone sem dizer nada quando algo
ou alguém aqui em casa necessita da minha total atenção. Depois lamento o que
fiz. Afinal, é alguém que está a tentar sobreviver provavelmente com um salário
mínimo.
Hoje não desliguei. Ouvi o senhor, pedi para
repetir porque realmente não entendi tudo à primeira (é que esta variante do inglês não
é muito fácil de compreender, pelo menos para mim). Perguntei onde ficava
sediada a empresa. Toronto. E você, está a telefonar de onde? Fez que não percebeu e continuou com a
leitura, num tom fastidioso, do que estava a promover. Repito a pergunta. Está
a telefonar de onde? De Toronto. Ah, sim?! E como está a temperatura em Toronto
hoje? Faz uma pausa e depois, sem mais uma palavra, desliga o telefone.
Que falta de educação! : )
domingo, 5 de agosto de 2012
Como é bom retemperar forças
durante o período de férias! É que os problemas esperam sempre por nós para
além dos que, por vezes, surgem de permeio.
Não quero falar/escrever sobre
problemas neste segundo post pós-férias. Apenas uma pequena observação sobre um
assunto já muito batido e que me saturou.
Dediquei-me a ver televisão
durante as horas de muito calor – quando não se deve estar na praia! - e após
almoços/petiscos muito à portuguesa que não dispenso embora esteja consciente
dos seus efeitos secundários.
Cheguei à conclusão que as
notícias continuam a ser repetitivas. Durante quase uma semana (?) só se
falou em licenciaturas, mais especificamente na licenciatura (ou falta dela) do
senhor ministro Relvas e no caso de um cantor que eu até admirava. Como não
estou a conseguir desassociar o artista do seu comportamento repugnante, a minha
admiração ficou reduzida a uma lembrança.
Também observei que os
comentadores são sempre os mesmos, ano após ano. E continuam a dar evidências
de que se sentem detentores da verdade.
Depois há os programas que nem
vale a pena ver.
Para
compensar, havia sempre uma praia que esperava por mim como esta...
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