segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Na falta de um assunto interessante e por não ter uma fotografia que vos mostre uma nova área da cidade que não tivesse sido já fotografada por mim centenas de vezes e publicada outras tantas, falo-vos do tempo.

Neste momento (10:48 pm!) estamos a 0°. Esta temperatura manter-se-á durante toda a noite e parte da manhã. 

Como vai estar um dia de sol, prevê-se uma subida de temperatura para a tarde:  4°... positivos!


Boa noite ou bom dia, dependendo do local onde se encontrem neste momento!

domingo, 17 de novembro de 2013

2ª-feira
Manhã: 9°

Tarde: 4°

Good public relations!

A sala de cinema de hoje (uma de 18) é relativamente pequena.

Sentámo-nos na última fila.

Passado uns cinco minutos cheira-nos a fumo de cigarro.

É evidente que ninguém estava a fumar na sala mas o cheiro era de tal maneira forte que tive que passar duas horas com o cachecol a tapar o nariz. A sala estava cheia. 

Saio e falo com um funcionário que chama o gerente. Vejo-o entrar pouco depois, olhar para todos os lados e sair.

Quando o filme terminou, procurei-o. Estava com muita curiosidade de conhecer a razão daquele cheiro. Disse-me que não sabia, talvez problemas de ventilação; também disse que lamentava e pedia muita desculpa pelo sucedido. Como recompensa pelo inconveniente, deu-nos um bilhete de cortesia a cada uma de nós.


Isto é o que eu chamo de boas relações públicas!
Manhã: 12°
Tarde: 14°

Alguma chuva

Grande interpretação de Tom Hanks em Capitão Phillips.


Bom domingo!
: )

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Manhã: -1°
Sensação térmica: - 5°

Tarde: 3°

Creme de legumes assados: nabo, cherovia, celeriac (espécie de nabo), maçãs vermelhas, cebola e açúcar amarelo. Sal e pimenta.

Depois de todos os ingredientes terem sido triturados, acrescenta-se iogurte grego natural.


Voilá!

P.S. Para a próxima, em vez desta sopa delicodoce (sem sentido depreciativo) talvez me decida por uma boa sopa de feijão com repolho! Que acham? : )

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Trivialidades...




3ª-feira
Manhã: -2°
Tarde: 1°


Quando páro nos semáforos tenho por hábito – como todos os automobilistas, suponho – observar as pessoas que atravessam o cruzamento. Umas andam devagar e outras correm para apanhar o autocarro; umas falam ao telemóvel, outras enviam mensagens SMS sem olhar para mais lado nenhum (às vezes penso que vão ao encontro de um poste mas no último segundo mudam de ideias e fazem um desvio...); vejo mães com os filhos pela mão enquanto a outra mão segura o telemóvel ao ouvido... Mas hoje de manhã vi uma coisa que nunca tinha visto. Um homem, de saco de plástico no braço direito, a cuidar da sua higiéne bucal com a ajuda de um fio dental...ali, à minha frente, enquanto atravessava a rua.


Desde ontem que ouvia este ruído quando conduzia. Parava o carro e deixava de o ouvir. Estranhei. Assemelhava-se ao som de um telégrafo a enviar uma mensagem em código!




Eureca! Hoje, ao olhar para o para-brisas do lado do passageiro, vi esta folha seca entalada. Era o pecíolo que batia no vidro com a deslocação do ar!



Dia do Soldado


Nos Campos de Flandres  
                                             
      Nos campos de Flandres                                                
      as papoilas estão florescendo entre as cruzes                  
      que em fileiras e mais fileiras assinalam                            
      nosso lugar; no céu as cotovias voam                             
      e continuam a cantar heroicamente,                                  
      e mal se ouve o seu canto entre os tiros cá em baixo. 
           
      Somos os mortos... Ainda há poucos dias, vivos,            
      ah! nós amávamos, nós éramos amados;                          
      sentíamos a aurora e víamos o poente                              
      a rebrilhar, e agora eis-nos todos deitados                        
      nos campos de Flandres.

      Continuai a lutar contra o nosso inimigo;                        
      nossa mão vacilante atira-vos o archote:                          
      mantende-o no alto. 
Que, se a nossa fé trairdes,               
      nós, que morremos, não poderemos dormir,                   
      ainda mesmo que floresçam as papoilas                           
      nos campos de Flandres. 

      John McCrae, Flanders, 1915 
                                               
      Tradução de Abgar Renault, tirada da net.                            



Tenente Coronel John McCrae (1872-1918), médico, nascido em Guelph, Canadá, fez parte do contingente canadiano na Flandres durante a Primeira Guerra Mundial. Após a morte do seu grande amigo, Tenente Alexis Helmer, John McCrae escreve “In Flanders Fields”. Publicado pela primeira vez em Dezembro de 1915, tornar-se-ia no poema mais recitado de todos os tempos no Reino Unido e no Canadá.


domingo, 10 de novembro de 2013

Tarde:  6° 
 vento forte
Noite: 4°

Não vai ganhar o Óscar mas é um filme que não devem perder! 

: )


E à última da hora… para quem gosta do género! Eu gosto!