terça-feira, 13 de novembro de 2018


Ao olhar para esta porta, alguém pensaria 
que fosse a porta de um 
bar-restaurante?



: )

segunda-feira, 12 de novembro de 2018




Uma refeição que há muito tempo não preparava. Hoje, num dos blogues que visito - The Low Carb Diabetic - vi uma semelhante e lembrei-me de a confecionar!



Quando a cor lá fora vai desaparecendo, há que compensar de alguma forma...

domingo, 11 de novembro de 2018

sábado, 10 de novembro de 2018

Um filme que vale a pena ver




Vida e obra dos Queen


Os primeiros flocos de neve...

Max:  2º C
Min:  -1º C


Neve que viria a derreter uma hora mais tarde.




Ao entardecer



Dia da Lembrança - 11 de novembro



Dia para recordar e celebrar o fim das hostilidades da Primeira Guerra Mundial.

E tal como em anos anteriores, não posso deixar de mencionar John McCrae (1872-1918), poeta, médico, autor e soldado canadiano da Primeira Guerra Mundial.

No verão, quando fui a Guelph, visitei a casa onde viveu, que é agora um museu.







Poema “Nos Campos de Flandres”













Inscrição do poema num “livro” de bronze no Memorial de John McCrae ao lado da casa-museu


A antiga chave da casa



Um dos poemas mais citados da guerra:

      Nos Campos de Flandres  
                                             
      Nos campos de Flandres                                              

      as papoilas estão florescendo entre as cruzes                

      que em fileiras e mais fileiras assinalam                          

      nosso lugar; no céu as cotovias voam                           

      e continuam a cantar heroicamente,                                
      e mal se ouve o seu canto entre os tiros cá em baixo. 
           
      Somos os mortos... Ainda há poucos dias, vivos,          

      ah! nós amávamos, nós éramos amados;                        

      sentíamos a aurora e víamos o poente                            

      a rebrilhar, e agora eis-nos todos deitados                      

      nos campos de Flandres.

      Continuai a lutar contra o nosso inimigo;                      

      nossa mão vacilante atira-vos o archote:                        

      mantende-o no alto. Que, se a nossa fé trairdes,             

      nós, que morremos, não poderemos dormir,                 

      ainda mesmo que floresçam as papoilas                         
      nos campos de Flandres. 

      John McCrae, Flanders, 1915 
                                               
      Tradução de Abgar Renault, tirada da net.                            



sexta-feira, 9 de novembro de 2018


Foto copiada do blog.bulletproof.com

Na minha sessão de meditação da semana passada, éramos apenas 8 senhoras. Uma delas, nova participante.

Estávamos em plena meditação quando se ouve um telemóvel a tocar. É o da nova participante. Tirou o telemóvel da mala e atende a chamada em vez de o desligar imediatamente.

Que se tenha esquecido de desligar o telemóvel antes de entrar na sala, até aceito. Atender a chamada quando o grupo estava em silêncio e concentrado, não!

No fim da sessão, quando demos a nossa opinião sobre a mesma, a senhora diz que foi “boring” – chato! Não pude deixar de sorrir da sua franqueza.


Hoje ela não apareceu. E estou em crer que nunca mais vai aparecer!