Temp
prevista para o 2° dia do ano:
- 17°
Sensação
térmica: - 30°
Se
terminei o ano na blogosfera com uma trivialidade, também posso começar o ano
novo com outra trivialidade para não perder o hábito!
Estas
não fazem parte da lista de resoluções de ano novo.
Terminei
o ano com dois jantares! O primeiro jantar – e por uma questão de horário e compromissos
inadiáveis mesmo em férias – foi comprado num restaurante chinês e teve lugar por
volta das 17h.
O
segundo, de cariz celebratório, aconteceu em casa de amigos italianos de longa
data. Abundância e variedade ao bom estilo italiano. Bons vinhos e grappa! E à meia noite, o champagne e os
fogos de artifício da responsabilidade dos cavalheiros, quais crianças, que se
mantiveram lá fora, ao frio, para não quebrarem a tradição da passagem do ano.
Depois,
mais um copo de grappa e um pouco mais de política. Em casa de político é
assim... com algumas variantes!
Mas... voltando ao segundo jantar, entre as muitas variedades de carnes, havia carne de veado que apenas tinha provado por duas vezes.
Este veado tinha sido abatido por
um casal que se encontrava presente e que todos os anos se dedica a esta
atividade com muito entusiasmo.
Ao longo da noite foram-me explicando as suas
peripécias, a paciência necessária, o cuidado, os cursos que tiraram, o treino
de tiro e tudo aquilo que é necessário para este desporto.
Comer
carne de vaca ou de porco sem grandes explicações é uma coisa! Comer carne de
veado enquanto se ouve uma descrição pormenorizada sobre como o animal foi
caçado é outra!
E a caça
ao veado fez-me recordar a caça miúda a que o meu avó se dedicava. Perdizes, coelhos e
lebres. Numa altura em que os havia em abundância.
Perdi o
hábito de comprar coelhos, e perdizes não me recordo de as ver aqui nos supermercados. Mas, de vez em quando, e apesar dos olhares reprovadores dos meus
filhos, comprava uma embalagem de codornizes só para recordar...