terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Sem qualquer valor educativo e desprovido de horizontes culturais...

(Refiro-me ao post!)


Por ruas secundárias, sem sair do carro:

Ontem de manhã 




Ontem ao anoitecer 




Esta caixa há muito que estava em cima da mesa da cozinha; mais exatamente, desde o Natal.



Esta manhã tinha 4 chocolates. Comi um.  Poucas horas depois, comi outro. Para quem é barra em matemática, facilmente conclui que ficaram dois chocolates.

Dois chocolates dentro de uma caixa que ocupava espaço na mesa.

Analisei a situação. Como fazer para ter mais espaço na mesa?

Raciocínio prático: comer os dois chocolates que restavam e colocar a caixa no lixo.


Um jantar simples requer uma sobremesa especial. 



Iogurte simples, framboesas, nozes e chantily.
: )

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Depois de um ou dois dias de temperaturas “amenas” -  -1° - estamos a ser atingidos pelo vórtice polar.

Neste momento, a temperatura é de -21°, mas com o fator vento, a sensação é de -40°. A pele exposta a estas temperaturas por mais de cinco minutos congela.

Estou a repetir-me.

Eu sei!

Os canadianos – e luso-canadianos -  são conhecidos por considerarem o tempo como um tópico muito importante de conversa.

Do you blame us?! : )

E para não pensar apenas no frio....




Costeletas de borrego no forno - temperadas com azeite, sal, pimenta, tomilho e oregãos - acompanhadas de“kale” – tipo de couve.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Os snacks não têm que ser complicados…

Pizza caseira feita com massa comprada no supermercado.




Da massa que sobrou, fiz dois papo-secos!




E assim terminaram as minhas férias!

Há quem esteja a regressar do México! 

Eu "fiz” pão! : ) 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Uma ida a um restaurante pela primeira vez pode ser – e foi – uma experiência com todos os elementos para ser excelente.

É um restaurante pequeno com apenas doze mesas. Nas paredes, retratos de Louis Armstrong e outros trompetistas e saxofonistas famosos. 

Música de fundo: jazz e blues!

(da net)

Estava no Restaurante New Orleans que só abre à hora do jantar. O proprietário e um empregado atendem e servem a clientela.

Fui a primeira a chegar, de um grupo de quatro amigas. A reserva tinha sido feita para as 18h. Havia apenas duas mesas ocupadas. Pela forma como os clientes que entravam cumprimentavam o proprietário, apercebia-se que não era a primeira vez que lá iam. Um aperto de mão, um abraço, desejos de feliz ano novo, palavras de circunstância mas de forma muito amigável, carinhosa. 

Pouco a pouco o restaurante ficou cheio.

A experiência, para quem lá foi pela primeira vez, deve ser repetida – conclusão a que se chegou! Não apenas pela qualidade e apresentação dos pratos mas também pelo serviço.


Creme de lagosta




Pastéis de santola




Robalo





E... evidentemente.... jambalya!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A onda de frio polar continua a fustigar Toronto

Temperatura a -23° mas com uma sensação térmica de -33°


As fotos que poderia estar a tirar, neste momento, à beira do lago... 


The Beeches, Toronto, 9.1.11

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Temp prevista para o 2° dia do ano:

- 17°

Sensação térmica:   - 30°

Se terminei o ano na blogosfera com uma trivialidade, também posso começar o ano novo com outra trivialidade para não perder o hábito!

Estas não fazem parte da lista de resoluções de ano novo.

Terminei o ano com dois jantares! O primeiro jantar – e por uma questão de horário e compromissos inadiáveis mesmo em férias – foi comprado num restaurante chinês e teve lugar por volta das 17h.

O segundo, de cariz celebratório, aconteceu em casa de amigos italianos de longa data. Abundância e variedade ao bom estilo italiano. Bons vinhos e grappa! E à meia noite, o champagne e os fogos de artifício da responsabilidade dos cavalheiros, quais crianças, que se mantiveram lá fora, ao frio, para não quebrarem a tradição da passagem do ano. 

Depois, mais um copo de grappa e um pouco mais de política. Em casa de político é assim... com algumas variantes!

Mas... voltando ao segundo jantar, entre as muitas variedades de carnes, havia carne de veado que apenas tinha provado por duas vezes. 

Este veado tinha sido abatido por um casal que se encontrava presente e que todos os anos se dedica a esta atividade com muito entusiasmo. 

Ao longo da noite foram-me explicando as suas peripécias, a paciência necessária, o cuidado, os cursos que tiraram, o treino de tiro e tudo aquilo que é necessário para este desporto.

Comer carne de vaca ou de porco sem grandes explicações é uma coisa! Comer carne de veado enquanto se ouve uma descrição pormenorizada sobre como o animal foi caçado é outra!



E a caça ao veado fez-me recordar a caça miúda a que o meu avó se dedicava. Perdizes, coelhos e lebres. Numa altura em que os havia em abundância.

Perdi o hábito de comprar coelhos, e perdizes não me recordo de as ver aqui nos supermercados. Mas, de vez em quando, e apesar dos olhares reprovadores dos meus filhos, comprava uma embalagem de codornizes só para recordar... 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Mais uma trivialidade...



Acabei por não desistir do chá!

Para acompanhar o crumble... um chá verde!