A superfície deste rio está congelada!
Que tipo de vegetação sobrevive a temperaturas tão baixas?
Que tipo de vegetação sobrevive a temperaturas tão baixas?
Não são apenas
os seres de maiores dimensões que são os mais fortes ou os mais resistentes...
Parece que as folhas também se enrolam para se protegerem contra o frio...
Os “botões” de penugem branca abriram-se para receber a luz intensa do sol reflectida pela neve sem se preocuparem com os UVs!
Planta chuveiro?
Este “ser”, de aspecto frágil e parecendo estar pronto para o Halloween, continua em pé, não obstante a temperatura que rondava os -6° C
já agora uma pergunta as fotos sao de onde???
ResponderEliminargostaria de saber se nao me disserem tb aceito
kis :=)
É a natureza no seu esplendor :-)
ResponderEliminarQuando se vive muitos anos numa grande cidade, e ainda por cima no frenesim do dia-a-dia, parece que não temos olhos para isto e não percebemos esta beleza. Bonitas fotografias, Catarina!
No rio da primeira foto, acredito que haja sempre peixe fresco.
ResponderEliminarQuanto às outras fotos... se tu soubesses a quantidade de "coisas" que se enrolam, quando o frio aperta...
Mas pronto, seixemos isso agora e concentremo-nos na natureza e nos seus cíclos.
Sabes, Catarina, o qué que gostava de ser mêmo... mêmo, mêmo, mêmo?
Um urthinho, ma não era um urthinho de piluchi, era mêmo um daqueles q'hiberna, que se enfia numa toca quintinha, que s'inrosca e passa os meses d'inverno a partir-pedra e depois, quando a Prima Vera chega, espreguiça-se muiiiito, muiiiito, muiiiito e sai pra brincar com os raios de soli e rebolar nos restos de neve, depois vai até ao rio e pesca salmónes, daqueles questiveram congelados e quando descongelam ainda estão assim a modos que meio-aparvalhados, sem saber que caminho escolher, assim como a malta cá no burgo, que está a ver o dia das eleições chegar e não sabe se deve ficar Alegre, se atirar um Defensor ao Silva, ou optar pela Nobreza... um desatino minhámiga, um desatino. Vais ver que no fim... fica tudo congelado, estático como os salmãos desse rio, ou então hibernado, como um urthinho de piluchi...
;)
Olá Catarina ! :))
ResponderEliminarBoas escolha de fotos e bem legendadas. Também fiquei corioso sobre os locais ! :))
És mesmo boa contempladora ! :))
Bjs
.
Claro que curioso com "u" ! rsrs
ResponderEliminar.
Como sempre, belas fotos mas só de olhar para elas me treme o queixo com frio!
ResponderEliminarComo é que tu aguentas?
Também és uma flor resiliente? :-))
Abraço friorento
Que maravilha de imagens!!!
ResponderEliminarPosso saber de onde são?
;)
Avogi, Rui, Rosa e Observador,
ResponderEliminarCom o Rui neste grupo, o que me vem à mente é “enigma”!
Rosinha, minha amiga, hoje não podes participar, está bem?
Aguardem pelo post seguinte que não estava planeado... : )
Luís, há cidades que nos oferecem tanto... Por vezes esquecemo-nos de explorá-la tão focadas(os) estamos na nossa rotina... e não é preciso ir muito longe... os locais lindos estão mesmo ali ao lado... : )
ResponderEliminarBartolomeu... só tu me fazes rir desta maneira. Ursinho, hein! Nunca vi nenhum pertinho de mim a não ser no Jardim Zoológico! Quando encontram humanos esses monstros fazem estragos. Sabes que em Agosto se pode ver os “salmónes” subirem a corrente... coitadinhos... dão com cada salto e nem todos conseguem gabar-se da proeza.
ResponderEliminarRelativamente a anos Alegres, Defensores, Silvestres e de Nobreza, pois, meu amigo, a “coisa” está muito transparente... Não é necessário um doutoramento em política para se chegar lá... : )