(da net)
Tenho um GPS.
Daqui em diante com dificuldade perderei o Norte. Não que me acontecesse muitas vezes. Apenas algumas; sempre que queria encurtar caminho acabava por seguir o percurso mais longo. Os “shortcuts” não queriam nada comigo!
Aconteceu também – não com frequência – depois de voltas e mais voltas, não saber para que ponto cardeal estava virada. Não me atrapalhava. Perguntava ao primeiro condutor que parasse ao meu lado em que sentido ia eu a conduzir. Coisa que um homem nunca faria! Mas como não sou homem e pouco me importava que pensassem com ar de superioridade “mulheres!”, agradecia a informação e seguia caminho. Repararam que já estou a usar os verbos no passado?
Por aquilo que me apercebi, o GPS tem que receber indicações precisas. Há uma ou duas semanas, quando decidi que merecia um dia de folga, fui dar um passeio fora da cidade. A determinada altura do dia quis ir para uma John St. Só que não indiquei em que “freguesia”. Fui parar a uma John St. localizada a leste quando deveria ter ido para oeste. Uma distância de uns meros 50 kms entre os dois locais. Para quem já tinha conduzido uns 200 e tal kms, não teve importância. O dia estava bonito, o sol brilhava, a paisagem rural era interessante, parava para tirar fotos... não valia a pena aborrecer-me.
Toda a gente deveria ter um GPS.
De entre o grupo de amigos e conhecidos, talvez fosse uma das primeiras pessoas a adquirir um telemóvel quando eles eram enormes que mal cabiam numa mala pequena, mas creio que era a única que não tinha um Global Positioning System!
Eu não tenho, mas ainda não lhe senti a falta porque as minhas viagens e passeios vão sempre desencadear nos mesmos pontos cardeais.
ResponderEliminarBem gostaria de poder voar mais!
tenho que me contentar com o que tenho!
beijinhos e boas viagens/passeios!:)
Pois eu, detesto essa "maquineta".
ResponderEliminarBom... para ser sincero... até gosto de ouvir a voz da menina a indicar-me que devo sair na próxima saída e, mesmo sabendo que ela não me pode ouvir, não resisto a perguntar-lhe se não poderia sair aintes, na primeira entrada...
Mas digo que detesto a "maquineta" porque nunca consigo que me conduza pelo caminho que desejo, tendo chegado ao exagero, quando lhe pedi que me indicasse o caminho mais curto, de me levar pelo interior de uma aldeia, até ao início de uma estrada em terra batida, aberta ha muitos anos, para nela passarem somente carroças, e onde duvido até que o carro coubesse.
Ah!!! Mas gosto da "maquineta" por um aspecto; quando viajo sozinho, peço-lhe um itinerário e depois, sigo por onde muito bem entendo, estabelecendo-se assim um braço de ferro entre a solícita "menina" que nunca perde a compostura e... o condutor. Nessas alturas, ela passa o tempo a dizer-me que devo voltar à esquerda e eu... ou vou em frente, ou viro à direita, logo a seguir ela diz-me para inverter o sentido da marcha e eu, faço-me de "Lucas" e mantenho-me em frente. Entretanto, vou estabelecendo com ela, um diálogo de surdos. Quando chego ao destino, ela anuncia-me com o mesmo tom inflexivo que cheguei e eu, displicentemente respondo-lhe; eu sei que cheguei, mas sem a tua ajuda, se tivesse seguido as tuas indicações ainda andava às voltas ai pelos caminhos.
Tungas!!!
;))))
Há sempre alguém que resiste:-) Eu continuo a resistir ao GPS, talvez porque goste de me perder.
ResponderEliminarAliás, já escrevi lá no CR, em tempos, um post a explicar porque não quero GPS no meu carro. Resumindo: irrita-me ter uma voz de cana rachada a mandar-me virar à direita ou à esquerda, seguir em frente ou fazer marcha atrás. Esquisitices...
Estimada Amiga Catarina,
ResponderEliminarEm primeiro lugar os meus parabéns pela aquisição desse útil GPS, ficando de uma forma na posse de algo que irá indicar o caminho a seguir, por vezes com erros, cuidado.
Eu me reformei no ano de 1992, e no vaio que comandava ainda não estava equipado com esses modernos aparelhos, navegava a olho e com a ajuda da bússola, e de um radar antiquado, mas felizmente nunca me perdi, andei sempre no runo certo.
Como referi o GPS é um aprelho super útil, mas tem os seus porquês, se viajar sózinha, por vezes é um perigo para a con duçã, visto ter que estar concentrada nas informações que vai recebendo, como tal tenha imenso cuidado.
Eu tinha um instalado numa viatura que possuia em Bangkok, quando a vendi foi igualmente o GPS, e na nova viatura que adquiri não mandei colocar GPS algum.
Mesmo sem GPS, continuo vagando por tudo o mundo sabendo sempre orientar-me e em grande.
Abraço amigo
Creio que foi com essa medida (aquisição de um GPS) que Pinto da Costa garantiu que nunca perderá o norte.
ResponderEliminar:D
Querida Catarina
ResponderEliminarTenho um sentido de orientação excelente,
em contrapartida o meu parceiro é completamente desorientado!
Assim ele não precisa de GPS, o GPS sou eu! :-))
Abraço
Gosto mais do mapa de papel, daqueles que quando se abrem, o condutor deixa de ver a estrada, eheheheheh
ResponderEliminarE, nunca me perdi, eheheheh
Beijo
Graças a Deus, tenho bom sentido de orientação...e não tenho automóvel, rrsss
ResponderEliminarAbraços
Catarina
ResponderEliminarEu tenho GPS que já vinha no computador do carro, acho que nuunca o usei porque quando faço viagens maiores é sempre na companhia do meu "folha seca" no carro dele, ele usa muito o GPS, mas já aconteceu várias vezes sermos enganados pela tipa, então eu farto-me de rir e gozar com ele, costumo dizer que é no que dá viajar com duas mulheres é castigo.
Os GPS precisam ser actualizados de vez em quando para reconhecer os destinos.
Beijinho e uma flor
Tem atenção, que os GPS também enganam! :D
ResponderEliminarCerta vez a minha irmã e uma colega foram a uma reunião a uma cidade que ambas conheciam mal, mas iam confiantes porque levavam o GPS. Andaram às voltas e voltas, porque este mandou-as para um local de fábricas, a alguns kms do local onde deviam ir, mas que tinha o mesmo nome. Enfim, foram lá perguntando, chegaram com uma hora de atraso e na empresa todos gozaram com elas... :)))
Abraço!
Nina,
ResponderEliminarTambém não creio que o vá usar muito na cidade.
Abraço.
CATARINA, muito útil o tal GPS. Não há como errar o caminho. Ótima invenção.
ResponderEliminarAbraço
Paloma
Catarina, despardalada como sou, se comprasse um GPS até ele ficava despardalado. Garanto-te!
ResponderEliminarBeijinho e... orienta-te!
Catarinamiga
ResponderEliminarEu também tenho um GPS que já fez alguma viagem: veio da mala do Hyundai para o porta-luvas.
A idade provecta a que cheguei dá-me para isto: não sei mexer no bicho e, quando mo ligam, a menina picaninininha que está dentro dele dá-me cabo do juízo: na próxima curva vire à direita; daqui a duzentos metros tem um cruzamento: siga em frente. Ranhosa!
Prontos (sem s), fico-me por aqui - sem GPS.
Qjs
Bartolomeu,
ResponderEliminarAhahah! Era o que eu suspeitava... tu e a “menina” têm um relacionamento muito especial. Se não se tem cuidado essa “menina” pode ser muito enganadora e a sua voz pode ser muito irritante durante as viagens grandes e quando os passageiros querem dormir! : )
Abraço
Carlos,
ResponderEliminarAh, eu perder-me não gosto. Não é agradável (para mim) a sensação de perdida e depois constatar que estou mesmo perdida! : )
Abraço
António,
ResponderEliminarDeve ter mesmo um apurado sentido de orientação! Pudera!
Esta não foi propriamente uma aquisição; foi uma oferta para me facilitar nas grandes viagens e nas pequenas também! Já indiquei na “maquineta”, como o Bartolomeu lhe chama, que não quero “u-turns”, “toll roads”, “traffic” e “unpaved roads”!
Abraço
Observador
ResponderEliminarQual deles? : ) o presidente do Puerto? : )
Abraço
Rosa dos Ventos,
ResponderEliminarAhahah! Que sorte tem esse teu companheiro! Uma GPS lourinha, inteligente e culta! : )
Abraço
Carlota,
ResponderEliminarDestesto mapas de papel!
Costumo imprimir as informações do mapquest! : )
Abraço
São,
ResponderEliminarApuraste esse sentido de orientação nas tuas viagens para além de ser um dom! : )
Abraço
Flor de jasmim,
ResponderEliminar: ))))
É no que dá viajar com duas mulheres! Tens razão.
Abraço
Teté,
ResponderEliminarJá tive a oportunidade de verificar isso mesmo. Levam-nos para lugares remotos e sei lá que mais. É necessário ter uma ideia do local para onde queremos ir. Nas viagens muito longas são menos falíveis.
Abraço
Paloma,
ResponderEliminarÓtima invenção mas nem sempre exata, penso.
Abraço
Carol,
ResponderEliminar: ))))
Vou tentar, Carol, vou tentar... de desorientação está o mundo cheio! : )
Abraço
Henrique,
ResponderEliminarIsso é que foi uma viagem! : )
Continuação de boas viagens sem GPS.
Abraço
Penso que deverá ser como com os papéis, quem é desarrumado com papéis também é com os ficheiros no computador :-) Ou seja não é com GPS que os desorientados deixam de se perder :-)
ResponderEliminarAlém disso já pensou que é mais um modo de quando nos roubarem o carro os ladrões ficarem a saber onde moramos?
Boas viagens, com ou sem GPS!
Catarina (e Bartolomeu, e outros comentadores), é preciso ter o cuidado de configurar devidamente o aparelhinho, explicando-lhe se se admitem ou não portagens ou estradas de terra batida, se queremos o caminho mais curto ou o mais rápido etc.
ResponderEliminarAntes de perceber tudo isto, tive vontade de vender o meu ou de o atirar pela janela fora... Agora, acho-o muito útil,
Não tenho ainda GPS. Gostava. Pelo que vi aquilo é bom e leva-nos ao sítio certo.
ResponderEliminarPorem também é bom saber viajar sem o dito. A viagem torna-se um surpresa e a nossa atenção é redobra.
Deve-se fazer o programa em casa e seguir com as tais dicas que nos levam aos locais a visitar.
Pegar num mapa ou na net e marcar o ponto de partida e o chegadaç.
E haverá lá coisa mais entusiasmante do que nos perdermos?
ResponderEliminarCatarina
ResponderEliminarNem sabe como adorei ler todos ( desta vez todos) os comentários sobre o GPS! Nós temos um, já há muitos anos e que já viajou por lugares tão distantes como a Escócia, a Itália,a Eslováquia, o Canadá (Nova Scotia) e a Califórnia, além de outros sítios bem mais próximos… é um GPS marca Tom-tom e que tal como alguém dizia temos actualizado regularmente. O nome que lhe damos entre nós é “Mariazinha” e poucas vezes nos tem desiludido. Lembro-me porém que uma vez num percurso na Califórnia nos levou pelas ruas de uma cidade “fantasma”, apelido-a assim porque não conseguimos ver vivalma para eu, sou sempre eu também, perguntar para onde seria a saída! Depois de a reprogramarmos lá nos orientou!
Porém, às vezes pergunto-me, como é que durante tantos anos, viajando numa roulotte por essa Europa, com três filhos a trás e ficando em parques de campismo que nunca estão à beira da estrada nos arranjamos usando apenas o Atlas Michelin da Europa? Pois nessa altura tínhamos menos 30, havia certamente menos conexões e nós teríamos outras capacidades, sei lá!
Use-o todos os dias pois isso é maneira de interiorizar o seu funcionamento e ser portanto mais fácil usa-lo com êxito!
Luís Bonito,
ResponderEliminarHá sempre o aspeto negativo em qualquer invenção. Nessa hipótese será aconselhável guardar o GPS em casa! : )
Abraço
Gi,
ResponderEliminarFoi por essa razão que já indiquei no que não estava interessada: estradas de terra batida, etc. Quanto a portagens, não nos deparamos com frequência por estes lados. : )
Abraço
Luís Coelho,
ResponderEliminarNão me entendo com mapas. Prefiro o mapquest que me diz direitinho por onde devo passar. E mais: indica-me a rua seguinte ao destino indicado, acrescentando que se passei essa rua é porque já fui longe demais!
Se saio ao acaso – o que raramente acontece, pois gosto de viagens/passeios planeados – o perder-me não tem grande importância, mas se tenho um determinado destino em mente, então aí já não gosto! : )
Há já uns anos – quando estes aparelhos ainda não eram muito populares – uma amiga minha, que conduzia na altura um Mercedes já com GPS, foi a Lisboa encontrar-se com uma amiga. Entrou numa das muitas e grandes rotundas que a cidade tem. Numa das muitas voltas que deu via a amiga creio que num passeio mas não sabia como deveria sair dessa rotunda. Ao fim de não sei quantas voltas lembrou-se que tinha um GPS. Foi esse aparelho mágico que evitou que ficasse com tonturas de tantas voltas que deu e conseguiu “orientar-se”!
Abraço
Olá, Patife,
ResponderEliminarPara muitas pessoas, há! : )
Abraço
Dalma,
ResponderEliminarQuem já se habitou ao GPS pensará assim. Eu, por minha vez, pergunto: como pude alguma vez passar sem um telemóvel? Ou sem a internet? : )
Terei que o utilizar com frequência mesmo que conheça o percurso muito bem, para me habituar. Foi-me oferecido precisamente porque vou fazer uma viagem longa (provavelmente sozinha) e será para evitar desvios desnecessários que me causam muita ansiedade! : ) Devo dizer que em termos de “viagem longa” ... é tudo relativo! : )
Catarina,
ResponderEliminarUm GPS em Macau faz tanto sentido como um sobretudo nas Caríabas :))
Mas há por aqui quem os tenha.
Pedro,
ResponderEliminarAhahah! Posso imaginar! : )
Também tenho o meu ! :)) Há situações em que é imprescindível e os resultados ótimos, mas tem outras em que são uma autêntica dor de cabeça quando não se sabem os destinos com precisão.
ResponderEliminarNo regresso a casa sempre uma maravilha !
Claro que há que contar com os sentidos proibidos que nem sempre reconhecem e com as novas estradas se não estiver actualizado !
.
Rui da Bica,
ResponderEliminarTive essa experiência quando me desviou uns 50 km do destino pretendido. Temos que lhe dar dados corretos.
Abraço