segunda-feira, 24 de outubro de 2011

(da net)

Tenho um GPS.
Daqui em diante com dificuldade perderei o Norte. Não que me acontecesse muitas vezes. Apenas algumas; sempre que queria encurtar caminho acabava por seguir o percurso mais longo. Os “shortcuts” não queriam nada comigo!
Aconteceu também – não com frequência – depois de voltas e mais voltas, não saber para que ponto cardeal estava virada. Não me atrapalhava. Perguntava ao primeiro condutor que parasse ao meu lado em que sentido ia eu a conduzir. Coisa que um homem nunca faria! Mas como não sou homem e pouco me importava  que pensassem com ar de superioridade “mulheres!”, agradecia a informação e seguia caminho. Repararam que já estou a usar os verbos no passado?
Por aquilo que me apercebi, o GPS tem que receber indicações precisas. Há uma ou duas semanas, quando decidi que merecia um dia de folga, fui dar um passeio fora da cidade. A determinada altura do dia quis ir para uma John St. Só que não indiquei em que “freguesia”. Fui parar a uma John St. localizada a leste quando deveria ter ido para oeste. Uma distância de uns meros 50 kms entre os dois locais. Para quem já tinha conduzido uns 200 e tal kms, não teve importância.  O dia estava bonito, o sol brilhava, a paisagem rural era interessante, parava para tirar fotos... não valia a pena aborrecer-me.
Toda a gente deveria ter um GPS.
De entre o grupo de amigos e conhecidos, talvez fosse uma das primeiras pessoas a adquirir um telemóvel quando eles eram enormes que mal cabiam numa mala pequena, mas creio que era a única que não tinha um Global Positioning System!




40 comentários:

  1. Eu não tenho, mas ainda não lhe senti a falta porque as minhas viagens e passeios vão sempre desencadear nos mesmos pontos cardeais.
    Bem gostaria de poder voar mais!
    tenho que me contentar com o que tenho!
    beijinhos e boas viagens/passeios!:)

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  2. Pois eu, detesto essa "maquineta".
    Bom... para ser sincero... até gosto de ouvir a voz da menina a indicar-me que devo sair na próxima saída e, mesmo sabendo que ela não me pode ouvir, não resisto a perguntar-lhe se não poderia sair aintes, na primeira entrada...
    Mas digo que detesto a "maquineta" porque nunca consigo que me conduza pelo caminho que desejo, tendo chegado ao exagero, quando lhe pedi que me indicasse o caminho mais curto, de me levar pelo interior de uma aldeia, até ao início de uma estrada em terra batida, aberta ha muitos anos, para nela passarem somente carroças, e onde duvido até que o carro coubesse.
    Ah!!! Mas gosto da "maquineta" por um aspecto; quando viajo sozinho, peço-lhe um itinerário e depois, sigo por onde muito bem entendo, estabelecendo-se assim um braço de ferro entre a solícita "menina" que nunca perde a compostura e... o condutor. Nessas alturas, ela passa o tempo a dizer-me que devo voltar à esquerda e eu... ou vou em frente, ou viro à direita, logo a seguir ela diz-me para inverter o sentido da marcha e eu, faço-me de "Lucas" e mantenho-me em frente. Entretanto, vou estabelecendo com ela, um diálogo de surdos. Quando chego ao destino, ela anuncia-me com o mesmo tom inflexivo que cheguei e eu, displicentemente respondo-lhe; eu sei que cheguei, mas sem a tua ajuda, se tivesse seguido as tuas indicações ainda andava às voltas ai pelos caminhos.
    Tungas!!!
    ;))))

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  3. Há sempre alguém que resiste:-) Eu continuo a resistir ao GPS, talvez porque goste de me perder.
    Aliás, já escrevi lá no CR, em tempos, um post a explicar porque não quero GPS no meu carro. Resumindo: irrita-me ter uma voz de cana rachada a mandar-me virar à direita ou à esquerda, seguir em frente ou fazer marcha atrás. Esquisitices...

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  4. Estimada Amiga Catarina,
    Em primeiro lugar os meus parabéns pela aquisição desse útil GPS, ficando de uma forma na posse de algo que irá indicar o caminho a seguir, por vezes com erros, cuidado.
    Eu me reformei no ano de 1992, e no vaio que comandava ainda não estava equipado com esses modernos aparelhos, navegava a olho e com a ajuda da bússola, e de um radar antiquado, mas felizmente nunca me perdi, andei sempre no runo certo.
    Como referi o GPS é um aprelho super útil, mas tem os seus porquês, se viajar sózinha, por vezes é um perigo para a con duçã, visto ter que estar concentrada nas informações que vai recebendo, como tal tenha imenso cuidado.
    Eu tinha um instalado numa viatura que possuia em Bangkok, quando a vendi foi igualmente o GPS, e na nova viatura que adquiri não mandei colocar GPS algum.
    Mesmo sem GPS, continuo vagando por tudo o mundo sabendo sempre orientar-me e em grande.
    Abraço amigo

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  5. Creio que foi com essa medida (aquisição de um GPS) que Pinto da Costa garantiu que nunca perderá o norte.

    :D

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  6. Querida Catarina
    Tenho um sentido de orientação excelente,
    em contrapartida o meu parceiro é completamente desorientado!
    Assim ele não precisa de GPS, o GPS sou eu! :-))

    Abraço

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  7. Gosto mais do mapa de papel, daqueles que quando se abrem, o condutor deixa de ver a estrada, eheheheheh

    E, nunca me perdi, eheheheh
    Beijo

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  8. Graças a Deus, tenho bom sentido de orientação...e não tenho automóvel, rrsss

    Abraços

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  9. Catarina
    Eu tenho GPS que já vinha no computador do carro, acho que nuunca o usei porque quando faço viagens maiores é sempre na companhia do meu "folha seca" no carro dele, ele usa muito o GPS, mas já aconteceu várias vezes sermos enganados pela tipa, então eu farto-me de rir e gozar com ele, costumo dizer que é no que dá viajar com duas mulheres é castigo.
    Os GPS precisam ser actualizados de vez em quando para reconhecer os destinos.
    Beijinho e uma flor

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  10. Tem atenção, que os GPS também enganam! :D

    Certa vez a minha irmã e uma colega foram a uma reunião a uma cidade que ambas conheciam mal, mas iam confiantes porque levavam o GPS. Andaram às voltas e voltas, porque este mandou-as para um local de fábricas, a alguns kms do local onde deviam ir, mas que tinha o mesmo nome. Enfim, foram lá perguntando, chegaram com uma hora de atraso e na empresa todos gozaram com elas... :)))

    Abraço!

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  11. Nina,
    Também não creio que o vá usar muito na cidade.
    Abraço.

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  12. CATARINA, muito útil o tal GPS. Não há como errar o caminho. Ótima invenção.

    Abraço

    Paloma

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  13. Catarina, despardalada como sou, se comprasse um GPS até ele ficava despardalado. Garanto-te!

    Beijinho e... orienta-te!

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  14. Catarinamiga

    Eu também tenho um GPS que já fez alguma viagem: veio da mala do Hyundai para o porta-luvas.

    A idade provecta a que cheguei dá-me para isto: não sei mexer no bicho e, quando mo ligam, a menina picaninininha que está dentro dele dá-me cabo do juízo: na próxima curva vire à direita; daqui a duzentos metros tem um cruzamento: siga em frente. Ranhosa!

    Prontos (sem s), fico-me por aqui - sem GPS.

    Qjs

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  15. Bartolomeu,

    Ahahah! Era o que eu suspeitava... tu e a “menina” têm um relacionamento muito especial. Se não se tem cuidado essa “menina” pode ser muito enganadora e a sua voz pode ser muito irritante durante as viagens grandes e quando os passageiros querem dormir! : )
    Abraço

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  16. Carlos,

    Ah, eu perder-me não gosto. Não é agradável (para mim) a sensação de perdida e depois constatar que estou mesmo perdida! : )
    Abraço

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  17. António,
    Deve ter mesmo um apurado sentido de orientação! Pudera!
    Esta não foi propriamente uma aquisição; foi uma oferta para me facilitar nas grandes viagens e nas pequenas também! Já indiquei na “maquineta”, como o Bartolomeu lhe chama, que não quero “u-turns”, “toll roads”, “traffic” e “unpaved roads”!
    Abraço

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  18. Observador

    Qual deles? : ) o presidente do Puerto? : )
    Abraço

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  19. Rosa dos Ventos,

    Ahahah! Que sorte tem esse teu companheiro! Uma GPS lourinha, inteligente e culta! : )
    Abraço

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  20. Carlota,
    Destesto mapas de papel!
    Costumo imprimir as informações do mapquest! : )
    Abraço

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  21. São,
    Apuraste esse sentido de orientação nas tuas viagens para além de ser um dom! : )
    Abraço

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  22. Flor de jasmim,
    : ))))
    É no que dá viajar com duas mulheres! Tens razão.
    Abraço

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  23. Teté,
    Já tive a oportunidade de verificar isso mesmo. Levam-nos para lugares remotos e sei lá que mais. É necessário ter uma ideia do local para onde queremos ir. Nas viagens muito longas são menos falíveis.
    Abraço

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  24. Paloma,
    Ótima invenção mas nem sempre exata, penso.
    Abraço

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  25. Carol,
    : ))))
    Vou tentar, Carol, vou tentar... de desorientação está o mundo cheio! : )
    Abraço

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  26. Henrique,
    Isso é que foi uma viagem! : )
    Continuação de boas viagens sem GPS.
    Abraço

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  27. Penso que deverá ser como com os papéis, quem é desarrumado com papéis também é com os ficheiros no computador :-) Ou seja não é com GPS que os desorientados deixam de se perder :-)
    Além disso já pensou que é mais um modo de quando nos roubarem o carro os ladrões ficarem a saber onde moramos?
    Boas viagens, com ou sem GPS!

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  28. Catarina (e Bartolomeu, e outros comentadores), é preciso ter o cuidado de configurar devidamente o aparelhinho, explicando-lhe se se admitem ou não portagens ou estradas de terra batida, se queremos o caminho mais curto ou o mais rápido etc.
    Antes de perceber tudo isto, tive vontade de vender o meu ou de o atirar pela janela fora... Agora, acho-o muito útil,

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  29. Não tenho ainda GPS. Gostava. Pelo que vi aquilo é bom e leva-nos ao sítio certo.
    Porem também é bom saber viajar sem o dito. A viagem torna-se um surpresa e a nossa atenção é redobra.
    Deve-se fazer o programa em casa e seguir com as tais dicas que nos levam aos locais a visitar.
    Pegar num mapa ou na net e marcar o ponto de partida e o chegadaç.

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  30. E haverá lá coisa mais entusiasmante do que nos perdermos?

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  31. Catarina
    Nem sabe como adorei ler todos ( desta vez todos) os comentários sobre o GPS! Nós temos um, já há muitos anos e que já viajou por lugares tão distantes como a Escócia, a Itália,a Eslováquia, o Canadá (Nova Scotia) e a Califórnia, além de outros sítios bem mais próximos… é um GPS marca Tom-tom e que tal como alguém dizia temos actualizado regularmente. O nome que lhe damos entre nós é “Mariazinha” e poucas vezes nos tem desiludido. Lembro-me porém que uma vez num percurso na Califórnia nos levou pelas ruas de uma cidade “fantasma”, apelido-a assim porque não conseguimos ver vivalma para eu, sou sempre eu também, perguntar para onde seria a saída! Depois de a reprogramarmos lá nos orientou!
    Porém, às vezes pergunto-me, como é que durante tantos anos, viajando numa roulotte por essa Europa, com três filhos a trás e ficando em parques de campismo que nunca estão à beira da estrada nos arranjamos usando apenas o Atlas Michelin da Europa? Pois nessa altura tínhamos menos 30, havia certamente menos conexões e nós teríamos outras capacidades, sei lá!
    Use-o todos os dias pois isso é maneira de interiorizar o seu funcionamento e ser portanto mais fácil usa-lo com êxito!

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  32. Luís Bonito,
    Há sempre o aspeto negativo em qualquer invenção. Nessa hipótese será aconselhável guardar o GPS em casa! : )
    Abraço

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  33. Gi,
    Foi por essa razão que já indiquei no que não estava interessada: estradas de terra batida, etc. Quanto a portagens, não nos deparamos com frequência por estes lados. : )
    Abraço

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  34. Luís Coelho,
    Não me entendo com mapas. Prefiro o mapquest que me diz direitinho por onde devo passar. E mais: indica-me a rua seguinte ao destino indicado, acrescentando que se passei essa rua é porque já fui longe demais!
    Se saio ao acaso – o que raramente acontece, pois gosto de viagens/passeios planeados – o perder-me não tem grande importância, mas se tenho um determinado destino em mente, então aí já não gosto! : )
    Há já uns anos – quando estes aparelhos ainda não eram muito populares – uma amiga minha, que conduzia na altura um Mercedes já com GPS, foi a Lisboa encontrar-se com uma amiga. Entrou numa das muitas e grandes rotundas que a cidade tem. Numa das muitas voltas que deu via a amiga creio que num passeio mas não sabia como deveria sair dessa rotunda. Ao fim de não sei quantas voltas lembrou-se que tinha um GPS. Foi esse aparelho mágico que evitou que ficasse com tonturas de tantas voltas que deu e conseguiu “orientar-se”!
    Abraço

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  35. Olá, Patife,
    Para muitas pessoas, há! : )
    Abraço

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  36. Dalma,
    Quem já se habitou ao GPS pensará assim. Eu, por minha vez, pergunto: como pude alguma vez passar sem um telemóvel? Ou sem a internet? : )
    Terei que o utilizar com frequência mesmo que conheça o percurso muito bem, para me habituar. Foi-me oferecido precisamente porque vou fazer uma viagem longa (provavelmente sozinha) e será para evitar desvios desnecessários que me causam muita ansiedade! : ) Devo dizer que em termos de “viagem longa” ... é tudo relativo! : )

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  37. Catarina,
    Um GPS em Macau faz tanto sentido como um sobretudo nas Caríabas :))
    Mas há por aqui quem os tenha.

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  38. Também tenho o meu ! :)) Há situações em que é imprescindível e os resultados ótimos, mas tem outras em que são uma autêntica dor de cabeça quando não se sabem os destinos com precisão.
    No regresso a casa sempre uma maravilha !
    Claro que há que contar com os sentidos proibidos que nem sempre reconhecem e com as novas estradas se não estiver actualizado !
    .

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  39. Rui da Bica,
    Tive essa experiência quando me desviou uns 50 km do destino pretendido. Temos que lhe dar dados corretos.
    Abraço

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