No início do século XX, quando Toronto vivia uma época de grande expansão comercial, um grupo de artistas, mais interessados nas regiões selvagens do que no que se passava na cidade, uniram-se e formaram o Grupo dos Sete em 1920. Este grupo de pintores canadianos, essencialmente paisagísticos, procuraram a sua inspiração na natureza selvagem canadiana, muito embora esta paisagem fosse considerada, por outros pintores, impossível de representar ou não suficientemente interessante para ser pintada. Contudo, foi o Grupo dos Sete que melhor captou o esplendor e a grandeza do Canadá.
Os membros originais do Grupo dos Sete - Franklin Carmichael, Lawren Harris, A.Y. Jackson, Frank Johnston, Arthur Lismer, J.E.H. MacDonald e Federico Varley – esforçaram-se por se libertar das tradições artísticas de Inglaterra e do resto da Europa, tal como os escritores e os poetas desta época, e procuraram criar um estilo único que representasse a identidade canadiana.
Um outro grande pintor, Tom Thomson, exerceu uma grande influência neste grupo devido ao seu extraordinário talento artístico e enorme entusiasmo pelas regiões do norte, embora nunca tivesse sido membro oficial do Grupo dos Sete, pois faleceu três anos antes de este ter sido criado.
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“A September Gale”, Georgian Bay, de Arthur Lismer – Ao cortar o topo da árvore fustigada pelo vento, o pintor faz-nos sentir que estamos muito perto dela. |
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“The Jack Pine” de Tom Thomson – A árvore, iluminada por um sol poente, destaca-se pelo seu porte majestoso e tranquilo. |
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“The Solemn Land” de J.E.H. MacDonald – O pintor tenta expressar o clima sombrio da região; parece que tudo está parado nesta pintura, até as nuvens suspensas parecem imóveis. |
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“Autumn Hillside” de Franklin Carmichael - Representa o ciclo da vida, as quatro estações do ano. (todas as imagens foram retiradas do google) |




Novidade para mim Catarina.
ResponderEliminarLive and learn.
the wonderful world of Canadá...
ResponderEliminarAlgumas pinturas parecem-se muito com as de Van Gogh... quer dizer... segundo o meu olhar de crítico especialista de arte, com vários títulos académicos no curriculo.
Tá bem, tá, Bartolomeuzinho... tu e a arte estão na razão directa do boi e do palácio... ou menos, ou menos!
;)))
É verdade, Pedro, estamos sempre a aprender o que é “bom sinal”! : )
ResponderEliminarBartolomeuzinho, não sejas modesto! : )
ResponderEliminarSempre a aprender!
ResponderEliminarCatarina
ResponderEliminarOs seus "postes" revelam uma alma serena... um porto de abrigo!
Gosto de passar por aqui.
Beijos
Ainda bem, Observador! : )
ResponderEliminarObrigada, Fenix, sensibiliza-me com as suas palavras.Beijos. : )
ResponderEliminarCatarina,
ResponderEliminarAcho uma serenidade este seu blog.
Tem beleza e paz ...
Gostoso de ver e ler.
Bjo e uma Noite de Paz.
PS:
Obrigada pelo carinho de suas palavras.
Olá, Malu, obrigada! Serenidade e harmonia são características do seu blogue! Bom fim de semana... com muita harmonia! Abraço! : )
ResponderEliminarParabéns Catarina! Informando e apresentando o blogue sempre com muito sentido estético :-)
ResponderEliminarObrigada, Luís. É sempre agradável ler comentários motivadores! : )
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