Meeting eight friends for breakfast/brunch
Encontro de oito amigas
ao pequeno-almoço/brunch
Traditional Breakfast in Canada
Pequeno-almoço tradicional no Canadá
Em Portugal/In Portugal
Foi com prazer que trabalhei arduamente no meu pequeno jardim esta manhã. Uma hora de exercício intenso que exigiu um sustento equilibrado.
I relished working labouriously in my little garden this morning. One hour of high intense exercise that required the right sustenance.
“Scaddabush” at home – “A little of this, a little of that”
"Scaddabush" em casa - "Um pouco disto e um pouco daquilo"
Spring is in the air! Or is it summer?
Temperatures have been unseasonably high for April.
My violets were the first to bloom. When I saw them this
morning, von Goethe’s poem, “The Violet”, came to mind.
Sente-se a primavera no
ar! Ou será o verão?
As temperaturas têm sido
excecionalmente altas para abril.
As violetas foram as
primeiras a desabrochar. Ao vê-las esta manhã, recordei-me do poema “A Violeta”
de von Goethe e da composição (voz/piano) de Mozart.
The Violet
(Johann Wolfgang Von Goethe)
A violet in the meadow
grew,
Bowed to earth, and
hid from view:
It was a dear sweet
violet.
Along came a young
shepherdess
Free of heart, ad
light of step,
Came by, came by,
Singing through the
flowers.
Oh! Thought the
violet, were I,
If only for a little
while,
Nature’s sweetest
flower yet,
Till my Beloved picked
me, pressed
My fainting, dying to
her breast!
So, I might lie,
There, for but an
hour!
Alas! Alas! The girl
went past:
Unseen the violet in
the grass,
Was crushed, poor
violet.
It drooped and died,
and yet it cried:
“And though I die, yet
still I die
By her, by her,
By her feet passing
by.”
Esquecida no prado, debruçada
Sobre si
mesma, humilde e dolorosa
A
violeta vivia e era ignorada
Da noite
negra e da manhã radiosa.
Eis que
na curva do caminho breve
Uma
linda visão de mulher passa.
Vem, vai
chegando, alegre, suave e leve
Uma
pastora toda encanto e graça.
“Ai de
mim!” – pensa a flor – “Ai se eu pudesse
Ser a
mais bela flor da natureza
Para que
a doce amada me colhesse
E no
seio me trouxesse presa!
Ai se
somente por um breve instante
Sobre o
seu seio claro eu repousasse!
Se eu
lhe beijasse a carne palpitante
E com o
seu doce aroma a perfumasse!”
Mas ah!
Veio a pastora indiferente
Nem
atentou para a florzinha escrava!
Pisou a
pobre... E a pobre alegremente
Ao ser
calcada, trêmula, pensava:
“Ai que
delícia, a de morrer agora,
A de
morrer, cheia de amor infindo,
Pisada
assim pela gentil pastora.
Pisada
assim pelo seu pé tão lindo!”