Belíssimas árvores, soberbamente fotografadas. Adoro -as , fotografando com frequência. Nunca abracei uma árvore. Hei- de experimentar para ver se sinto conexão com a natureza.
Não sou lá muito dada a esses arroubos afectivos no que à natureza respeita. Respeito as árvores e admiro-lhes o seu porte altaneiro. Daí, a abraçar um chaparro, vai uma grande distância. Sou alérgica a formigas e outra bicheza...Lamento! Beijos.
Hahahah Não te imagino a abraçar um chaparro. E por falares em formigas, acreditas que não me recordo de ver formigas nas árvores dos parques, naquelas em espaço aberto? Nas outras, onde a vegetação é densa e não existem trilhos, não sei. Já ensinei os meus tesouros mais velhos (7 e 5 anos) a abraçar árvores. E fazem-no com uma naturalidade que ainda me impressiona. E agradecem à sua maneira. : ) Aproveito para te dizer que tenho mais dois tesouros: uma menina de dez meses e um menino com quase dois meses. : )) Bjos
Olha que rica és, querida Catarina, quatro tesouros , dois de cada género, é mais do que eu poderia desejar. Tenho 3 e, sem ver jeito de ter mais um, para minha alegria deveria ser uma menina. :( Parabéns aos papás e avós. :)
As árvores são seres vivos, assim como humanos e animais. Elas liberam oxigénio e transportam dióxido de carbono. As árvores embelezam qualquer lugar. As árvores dão-nos frutas, sementes e flores que gostamos de comer. Amo muito as árvores 🌳 mas não as abraço 🌳
Maravilhosas fotos. Ao admirar as árvores dá-me sempre a vontade de colocar a minha mão nelas em sinal de agradecimento, por tudo o que nos dão. Abraçar ainda não o fiz, mas farei! Beijinhos
Catarina vengo a conocerte desde el blog de Margaret. Los árboles purifican el aire, nos dan oxígeno fijan el suelo. En muchos lugares del planeta los están talando para dejar el terreno libre para la agricultura pero se olvidan que ellos tienen un papel importante en la regulación del clima. Un abrazo
Não conheço, nem figura no catálogo da biblioteca. O que já li foi “The Hidden Life of Trees” e “The Heartbeat of Trees “ ambos escritos por Peter Wohlleben, alemão. Publiquei algo há uns dois ou três anos sobre este tema.
Charles Berberian, conhecido sobretudo pelo seu trabalho em banda desenhada, surpreende os leitores com um maravilhoso livro: “Como Nascem as Árvores” (Orfeu Negro, 2025). Ao abrir o livro, rapidamente o leitor constará que tem nas mãos um livro especial, de grande delicadeza estética.
Claro que li os livros 📚 do alemão, como também me lembro da tua publicação sobre esse tema.
Abraçar troncos das árvores é pedir emprestado um poucoi da sua energia! Muito bom!
ResponderEliminarbeijos praianos, chica
Muito bem dito, chica.
EliminarBom resto de semana.
As árvores têm uma característica apaziguadora.
ResponderEliminarBasta um toque.
EliminarBelíssimas árvores, soberbamente fotografadas.
ResponderEliminarAdoro -as , fotografando com frequência.
Nunca abracei uma árvore.
Hei- de experimentar para ver se sinto conexão com a natureza.
Beijinho e ótimo dia, Catarina.😘
Obrigada Mona Lisa.
Eliminar“Aprendi” a abraçar árvores durante os retiros de meditação.
: )
Não sou lá muito dada a esses arroubos afectivos no que à natureza respeita. Respeito as árvores e admiro-lhes o seu porte altaneiro. Daí, a abraçar um chaparro, vai uma grande distância. Sou alérgica a formigas e outra bicheza...Lamento!
ResponderEliminarBeijos.
Hahahah
EliminarNão te imagino a abraçar um chaparro.
E por falares em formigas, acreditas que não me recordo de ver formigas nas árvores dos parques, naquelas em espaço aberto? Nas outras, onde a vegetação é densa e não existem trilhos, não sei.
Já ensinei os meus tesouros mais velhos (7 e 5 anos) a abraçar árvores. E fazem-no com uma naturalidade que ainda me impressiona. E agradecem à sua maneira. : )
Aproveito para te dizer que tenho mais dois tesouros: uma menina de dez meses e um menino com quase dois meses. : ))
Bjos
Olha que rica és, querida Catarina, quatro tesouros , dois de cada género, é mais do que eu poderia desejar. Tenho 3 e, sem ver jeito de ter mais um, para minha alegria deveria ser uma menina. :(
EliminarParabéns aos papás e avós. :)
Obrigada, Janita. Sabia que ias gostar das boas novas.
Eliminar: )
🌻 🌼 🌷 🌺
Eliminar😊
...a great idea, but watch out for poison ivy!
ResponderEliminarAlways vigilant.
EliminarAs árvores são seres vivos, assim como humanos e animais. Elas liberam oxigénio e transportam dióxido de carbono. As árvores embelezam qualquer lugar. As árvores dão-nos frutas, sementes e flores que gostamos de comer.
ResponderEliminarAmo muito as árvores 🌳 mas não as abraço 🌳
E estás no teu direito.
EliminarMaravilhosas fotos.
ResponderEliminarAo admirar as árvores dá-me sempre a vontade de colocar a minha mão nelas em sinal de agradecimento, por tudo o que nos dão. Abraçar ainda não o fiz, mas farei!
Beijinhos
Posso não abraçá-las sempre que faço as minhas caminhadas num parque, mas gosto de as tocar.
Eliminar: )
Great idea. I will do just that!
ResponderEliminarIt's actually very pleasant, if you know that nobody is looking at you and kind of wondering... : )))
EliminarCatarina vengo a conocerte desde el blog de Margaret. Los árboles purifican el aire, nos dan oxígeno fijan el suelo. En muchos lugares del planeta los están talando para dejar el terreno libre para la agricultura pero se olvidan que ellos tienen un papel importante en la regulación del clima.
ResponderEliminarUn abrazo
Muchas gracias por tu visita, Norma.
EliminarSin duda, los árboles son cruciales para nuestro planeta.
Abrazos.
“Como Nascem as Árvores” | Charles Berberian
ResponderEliminarNão conheço, nem figura no catálogo da biblioteca.
EliminarO que já li foi “The Hidden Life of Trees” e “The Heartbeat of Trees “ ambos escritos por Peter Wohlleben, alemão. Publiquei algo há uns dois ou três anos sobre este tema.
Charles Berberian, conhecido sobretudo pelo seu trabalho em banda desenhada, surpreende os leitores com um maravilhoso livro: “Como Nascem as Árvores” (Orfeu Negro, 2025). Ao abrir o livro, rapidamente o leitor constará que tem nas mãos um livro especial, de grande delicadeza estética.
EliminarClaro que li os livros 📚 do alemão, como também me lembro da tua publicação sobre esse tema.